Eguor Earthy Ph...'s profile[:Eguor Earthy Phoenix:]...PhotosBlogListsMore Tools Help

Eguor Phoenix

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[:Eguor Earthy Phoenix:] A Série.

.......::::Primeira Temporada- O Passado e a Lembrança Perdida.:::::.......

Krash Phoenix

~#Capitulo 19#~
 
Levando consigo uma carta do diretor da escola, Krash Phoenix se derigia ao corujal.
Ele chegara na noite passada de Avalon. Triste por não ter sido aceito na academia que queria entrar foi se agregar em Hogwarts. Tinha a esperança de encontrar Eguor, seu primo. Só o vira quando menores e outra vez perdida, queria a amizade dele. Isso era muito precioso. Por mais que fizera votos de silêbncio sobre tudo o que vira e ouvira e descobrira em Avalon. Não poderia se privar de conhecer seu primo.
 
Estava na Corvinal e ficara sabendo que o primo estava na Lufa-Lufa. As duas casas pelo menos não eram inimigas...
 
Subiu as escadas com calma. Ouviu choro no fim do corredor e uma voz a confortando. Tinha que enviar a carta a sua mãe. O diretor lhe pedira isso na noite passada. Mas estava tarde e um monitor o repreendeu. Achando que ele estava brincando quando dizia que Hadagast Dumbledore lhe pedira este favor.
Foi obrigado a parar suas lembranças da noite anterior.
A porta estava fechada...Achou estranho e deu um empurrão com força. A porta se escancarou. Uma neblina negra estava tomando todo corujal. Um baque surdo se seguiu depois que ele atravessou um raio de 5 metros onde estavam deitados um inerte e outro com aparencia morta, Dois lufanos. Um reconheceu como Eguor. O que lhe fez sobressaltar.
 
--Meu primo!!!--
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Correndo junto com toda força por todo o corredor que dava pra escada do corujal. Angelina guiava o professor que se mostrou preocupado. Ainda não parara de chorar. SErá que Eguor realmente morreu? Se morreu o que seria dela?
 
Finalmente ela e professor chegaram na escadaria. Ela se adiantou a subir. Mas o professror a segurou pelo braço.
 
--Há magia negra perigosa demais ali em cima...Fique aqui em baixo. Com a varinha na mão. Qualquer coisa que lhe demontrar perigo você aponta a varinha e grita Expelliarmus ou Estupefaça. Volto num instante.--
 
Agora mais desnorteada que nunca Angelina pegou a varinha e ficou aguardando algo que não sabia o que. O que aconteceu com o professor? Ele agiu estranho...
 
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Subindo as escadas com a varinha no punho direito, Merlim Huphset percebeu que a situação era mais perigosa do que achou que era. Sentiu com o que aprendera em outra instituição de magia magia das trevas muito, mas muito perigosa e poderoa. Talvez mais até que a do proprio Voldmort. Sentira o mesmo quando foi atacado e salvo graças a Eguor. Será que era a mesma criatura???? Porque nenhum humano poderia ter um poder maléfico assim.
 
Empurrou a pirta semi-cerrada com força. Uma fumaça escura e espessa lhe tapou a visão. Olhou ao redor viu dois corpos desacordados. E mais a frente agaixado segurando um livro. Um menino que nunca vira em Hogwarts com fardas de estudantes mas corpo um tanto desenvolvido demais.
 
--Parado onde está1 Solte o livro, jogue a varinha e ponha as mãos aonde eu possa ver!--
 Ventania
 
A fumaça dessipou-se Mostrando Eguor e seu amigo lufano deitados no chão e o outro garoto parado de mãos pra cima com o livro e a varinha a dois metros de distancia dele.
 
Olhando com ódio e raiva, Merlim se adiantou pra cima do garoto. Que diferente do que pensara. Só tinha tamanho...Era uma criança...
 
 
Continua...

Primeira Morte

~#Capitulo 18#~
 
De maneira esquisita e bizarra Eguor estava deitado ainda no chão do corujal. O menino desacordado sobre as titicas de coruja não dava um só sinal de vida. Até que Angelina entra com niguém menos que seu ex-melhor amigo que depois de um tempo sumira da vista de Eguor, Malton.
O lufano disperto correu para cima de Eguor já preocupado com o amigo. Era impossivel Eguor morrer de alguma maneira...Ele tinha a Lágrima!
Mas o outro estava desacordado e imovel sem nenhum sinal de vida aparente.
 
--Gryffindor! Acho melhor você chamar alguma professor.--
 
Sem nada a declarar Angelina mais bnervosa do que nunca deixou o livro falante cair no chão e desceu as escadas do corujal numa velocidade maior ainda. Lágrimas já brotavam de seu olhar. Será que o menino morrera? Depois de tudo o que eles tinham passado juntos e de tudo o que poderia agora descobri?
 
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Enquanto isso desorientado num dos corredores proximo ao corujal. O corpo forte e brilhante do professor Merlim Huphset estava tonto e com algum pressentimento forte...mas ruim. Decidiu tomar um ar minutos antes quando estava na sua sala. Chegou no corredor sofreu de tontura momentanea. O que estava ocorrendo?
 
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Malton batia sem parar no rosto de Eguor a esperança que o garoto acordasse. Mas nada. O que quer que tenha acontecido foi grave. Malton olhou de lado pra o livro que fora deixado por Angelina. ele se elevava agora flutando como se estivesse sendo puxado por uma corda transparente. Malton se afastou assustado. Duas pedras no livro pareciam olhos e lhe vidravam com furia. do nada uma voz o surpreendeu.
 
--Deixe-o onde está e como está Linougue se não quer morrer aqui mesmo! Muitos já estão envolvidos e meu mestre não quer mais ninguém, SE tem amor à propria vida. Suma daqui!!!--
 
Como se aquela ordem fosse a unica coisa que restasse a fazer Malton se levantou e cambalenado tropeçou numa gaiola. Sua varinha caiu no chão. Uma idéia lhe veio a mente. Ele sacou a varinha e mirou direto pra o livro. Mas não havia mais um livro...E sim uma criatura, uma sombra talvez. Malton não soube. Pois perdeu a cosnciencia também.
 
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Recuperando um pouco o equilibrio o professor e diretor da grifinória continuou seu rumo ao corujal. Adorava a vista de lá. E o ar era reconortante. Do nada uma menina morena com olhos verdes, e inchados com lágrimas por todo o rosto lhe atacou.
 
--O Eguor...Corujal...Morto!!!!!--
 
Eguor? No Corujal? Morto?
 
Lembrava ainda o dia em que conhecera o filho de Alica. Eguor Earthy Phoenix. O melhor aluno do primeiro ano lufano. Isso naum restava sombra de duvidas. Mas ELE morto era demais. Isso poderia se dizer impossivel. Só há um jeito de ver um Phoenix dotipo do Eguor morto. Ou o avada como fora com sua mãe. Ou uma doença cronica.
 
--Querida. Com calma diga o que está acontecendo.--
 
--Fomos ao corujal conversar sobre uma coisa e ele teve eu acho que um problema cardiaco. Porque ele desmaiou e está morto!!!--
 
Merlim não sabia o que fazer. ainda estava tonto e a menina desesperada. Não demorou pra decidir. Este garoto era de ouro...Não poderia deixar ele morrer assim.
 
--Me mostre onde ele está.--
 
Estava tão nervoso que esqueceu que só havia um unico corujal em toda Hogwarts.
 
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Os Mayfair's

~#Capitulo 17#~
 
«<Eguor saíra da biblioteca correndo apressado com o Yuri no bolso. Começara asuar levemente. O corujal era o lugar onde Eguor em sua infima loucura jamais visitara. Não que não tivesse uma coruja. Angel ao ve-lo vôou sobressaltante. Pousou no seu ombro e ddispertou um pensamento em Eguor:>»

))Angel, Angelina. Meu deus o nome da minha coruja é parecido com o dela!((

«<Eguor ajeitou suas vestes e tirou Yuri do bolso. Foi até o parapeito da janela e colocou o esquilo lá e se virou para a coruja.>»

::#Minha linda, você não vai viajar hoje. Mas pode guardar que amanhã você vai viajar com toda certeza. Agora...Yuri...Quero que você me conte tudo o que aconteceu no dia em que o Vigor transformou você em esquilo.#::

--Mas Egu...--

«<Uma musica se iniciou sabe-se lá de onde. Eguor e yuri conheciam esta musica bem. Era da banda Luxúria. Uma banda metade bruxa e metade trouxa. Os dois amigos se entreolharam com sorrisos por detrás de um olhar de mesquinhez e pararam um instante para ouvir a musica.>»

«<Os dois começaram a rir depois de acabarem uma de suas musicas favoritas. Olharam pela janela a procura da fonte do som, e nada foi encontrado. Eguor então puxou Yuri e novamente pediu que ele começasse a falar.>»

--Estávamos em casa jantando, mamãe, papai, meus dois tios, o Yôri, o Yoshiro e eu. Ouvimos barulhos no jardim da casa e pensamos que fossem trouxas que caíram na nossa armadilha. Fomos todos para fora. Chegando lá estava seu pai, quer dizer, o Vigor e outrros comensais da morte que depois meu pai disse os nomes. Valmores Flemures, Nadja Rewmun, Drew Anarino, Charlote Mayfair, Suzete, Mayfair, Lwering Mayfair e Rowan Popoviski. Eles invadiram a casa e renderam meus pais e tios com a maldição crucio. Começaram a procurar em todos os comodos alguma coisa que eu nuum entendi o que era. Algo como uma garrafa...sei lá. Eles vasculharam todos os comodos e voltaram para a sala onde nos maltrataram e nos espancaram bastante com feitiços e porradas mesmo. O seu pai então virou para mime disse: -Vamos moleque onde está a garrafa!!! Uma coisa lhe digo, reze para não estar com o Eguor. Porque se estiver mato todos vocês.- Eu me enfureci nesta hora, Eguor. Levantei, peguei a varinha do Yoshiro e apontei para ele. Ele começou a rir e pegou a varinha e gritou: Kotrasko. Daí eu me transformei nisto...--

«<Eguor estava pasmo, como alguém poderia ter tanto ódio assim? E que bexiga de garrafa era esta pelo amor de Deus? Dúvidas e mais duvidas. Finalmente Angelina entrou no corujal. ela com seus belos traços e o livro debaixo do braço se aproximaram. Eguor sorriu e perdeuo foco de visão ao ver o livro. Sentia medo do que o livro poderia lhe dizer. Sentia raiva de ter um passado destes e agora sentia mais ódio de Vigor. Mas na sua mente veio então uma lemraça antiga de semanas atras. Sabia que Angelina teve uma semana de horror com as mortes de seua avós mas Eguor não sabia como se dera o fato. lembrou-se também que Vigor disse em Hogsmead que brincara com alguns Grynffindor. Eguor fantasiou algumas desgraças que ligassem a morte dos avós de Angelina com o divertimento de Vigor e mesmo que magoase a garota ele perguntou.>»

::#Angelina como foi que seus avós morreram?#::
 
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A passos rápidos, Angelina entra no corujal arrastando aquele livro pesado. A menina ainda buscava entender o que Eguor tanto queria com ele, apesar de que o livro lhe havia dito coisas também. Eguor estava com cara de preocupada e novamente estava com o esquilinho. Angelina se aproximou, mas antes que pudesse lhe entregar o livro Lechuza vôou em sua direção e pousou em seu ombro.

—Oi querida. Preciso que você leve isso pra casa...– Angelina tirara do bolso o pequeno pedaço de pergaminho e entregou à coruja —Não volte sem resposta... e não olhe assim para o bichinho do Eguor!

A coruja, meio contrariada, vôou janela afora. Angelina, que ouvira a pergunta de Eguor, poderia respondê-la finalmente.. A garota só não sabia como.

...:::Se não tem jeito.. acho melhor que ele saiba tudo de uma vez:::...


Angelina olhou ao redor procurando por um lugar que não estivese tão sujo para que pudessem se sentar. Encontou um ao lado da entrada, onde não havia poleiros. Então, aproximou-se do garoto, pegou suas mãos e disse:

—Vem, vamos sentar ali. tem umas coisas que eu preciso mostrar pra você.


Angelina levou Eguor ao ocal limpo. Os dois se sentaram. A menina suspirou e entregou o livro ao garoto. Em seguida, pegou o jornal antigo que noticiava a morte de seus avós. Em seguida, tirou do bolso os dois pedaços de jornal que encontrara no Três Vassouras e os colocou embaixo do primeiro:
 

~#Antigo Jornal#~

"Os comensais da morte continuam fazendo vítimas. Além de trouxas, nobres famílias bruxas vêm sendo dizimadas. A família Bosschaert perdeu Gregório Bosschaert e a tradicional família Gryffindor perdeu a aurora Anne e o Medibruxo David Gryffindor. O Ministério da Magia diz que tomará providências para que a morte desses grandes bruxos não tenha sido em vão"

~#Pedaço de Jornal Trouxa#~
"Nosso correspondente internacional, Alfred Samuel Cortez, decidiu trazer à tona um caso jamais resolvido pela polícia: o assassinato do casal David e Anne Gryffindor . De acordo com investigações do próprio Alfred, genro das vítimas, o casal Gryffindor mantinha em sua residência um objeto de muito valor, o qual provavelmente não estava na casa na trágica noite do assassinato. Um dos principais suspeitos é Vigor Earthy, o qual mantinha uma inexplicável implicância com o médico David. Sabe-se qu"

 

~#Pedaço de Jornal Bruxo#~
"A bruxa Carol Gryffindor sofreu, nesta tarde, um ataque no Largo Grimmauld, diante de diversos Trouxas. No entanto, para a surpresa de todos, seu marido, que é Trouxa, parou em sua frente recebendo todos os efeitos da maldição Cruciatus. Acredita-se que este ataque está ligado aos antigos Comensais da morte e ao ataque realizado a David e Anne Gryff"

 

Antes que Eguor pudesse começar a ler, Angelina começou a falar:

—Ai... como começar... não, não leia ainda, deixa eu falar primeiro. Bem... Encontrei o primeiro pedaço de jornal há algumas semanas, quando fazia a tarefa de História da Magia. Escrevi à minha mãe, mas ela não foi muito convincente. Daí meu pai ficou doente e eu fiquei mal, muito mal. Ia escrever a ela, mas recebi uma carta do emu pai, em que ele dizia que estava bem, lembra? Foi por isso que a gente foi a Hogsmeade, pra comemorar. Estava tudo bem, até que você encontrou o Vigor... ele falou que "se divertiu" com alguns Gryffindors... logo eu pensei no meu pai, mas não estava segura. Você estava nervoso e nós fomos ao Três Vassouras. Foi lá que encontrei esses dois pedaços de Jornal. Olha como os nomes do meu pai e dos meus avós estão marcados...

Angelina deu um tempo para que Eguor pudesse olha os jornais. Em seguida, continuou:

—Quando eu li o terceiro jornal, tive a certeza de que seu pai poderia estar envolvido. Meu pai não estava doente, foi atacado para defender minha mãe, já que o ataque era para ela... Eu não queria preocupar você... mas acho que o Vigor tem alguma coisa a ver com tudo isso... eu só não entendo o porquê.. veja, aqui no segundo jornal... que objeto de valor seria esse? O que a minha família teria a ver com a sua, afinal? Não entendo mais nada...

Eguor parecia muito chateado com tudo aquilo, por isso, Angelina decidiu esclarecer as coisas:

—Você não tem nada a ver com ele. E eu fico muito feliz por você ser...

Angelina se engasga um pouco e olha para baixo, não consegue terminar a frase. Não entendia o que estava sentindo, mas aquele não parecia o momento exato para se discutir aquilo. Então, a menina olha para Eguor e diz:

—Eu não queria ter escondido essas coisas de você por tanto tempo... mas agora, como você me perguntou sobre a morte dos meus avós, achei que era bom que você soubesse logo e por mim.

A menina sente alívio por contar ao amigo o que estava havendo. ra como se tirasse um peso de sua consciência. Então, instintivamente, ela se deita no colo de Eguor e pergunta:

—Que faremos nós com este livro?

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«<Eguor segurou os jornais que Angelina lhe dera e passou os olhos rápidos e sentiu uma queda ao avistar o nome de Vigor num deles. Esperou a menina falar para ler como ela mesmo pediu. Pelos segundos que ela falou Eguor quase que saiu de órbita. Com certeza Vigor tinha a ver com tudo isso e agora com toda certeza. Mas porque?O que ele tinha a ver com tudo isso? O que Eguor tem a ver com tudo isso? O que é tudo isso? Mas Eguor passando na sua mente tudo o que Angelina falou e combinando com algumas coisas da Narração de Yuri Eguor teve uma luz.>»

::#Angelina antes de sabermos o que o livro tem a nos dizer eu acho que sei que objeto é este! O Yuri disse que quando meu pai, quer dizer o Vigor atacou a família dele, ele estava atrás de uma ...garrafa. Mas que diabos de garrafa é esta? Você conhece Valmores Flemures, Nadja Rewmun, Drew Anarino, Charlote Mayfair, Suzete Mayfair, Lwering Mayfair e Rowan Popoviski? Porque estes são os comensais que andam com meu pai, ai que raiva!!! Que andam com o Vigor. Desculpe não me acostumei com a mudança. #::

«<Eguor fechou os olhos e abaixou a cabeça. Nem prestou atenção na resposta da amiga. O que será que eles tem em comum? O que será que ligam estas famílias? O que será que este livro tem a dizer?>»

::#Sabe, estou cansado disso tudo. O que será que o Vigor quer conosco, com sua família Lina? O que diabos será esta garrafa? E o senhor "Seu Livro" o que é tão importante que o senhor tem a me dizer.#::

«<O livro deu um impulso forte e pulou dos braços de Angelina pousando num monte de titicas de galinhas e abrindo seus lindos olhos de Rubi.>»

--Eu não tenho as respostas para estas perguntas Eguor mas posso lhe dizer qual a ligação da Família Mayfair com a família Phoenix e a Familia Earthy, resumindo tudo...VOCÊ. Pois você é a junção de famílias puras e importantes. Você é o herdeiro de uma fortuna absoluta Eguor, você e a outra garota a Satura Earthy Crow.--

-- A família Mayfair é uma família bruxa que usa magia negra e demoníaca, ou seja é a pior raça que existe. Nem Voldmort saberia o que esta família sabe. Eles são poderosos e estão com toda a força. Eles foram que levaram a família Earthy para a perdição e os enriqueceu. Eles que querem destruir a família Phoenix. Eles que querem esta garrafa que pode com certeza os atingir.--

--A muitos anos atras quando a família Phoenix e a Earthy surgiram quase no mesmo instante, a família Mayfair as uniu em uma profecia. "A lágrima da fênix viva é o fim para o grito da terra dos corvos!" Ou seja a família Phoenix é o fim da família Earthy. A família Mayfair então tomou o partido da família Earthy e decidiu ajudá-la em tudo para não deixarem de existir. Por muitas vezes a Família Earthy quase foi extinta, mas sempre voltava.--

-- A família Phoenix mesmo que sem querer entregava o jogo sujo da família Earthy, e a Mayfair sempre a limpava. Durante anos isto aconteceu. Mas finalmente tudo isto teve um fim quando houve o contato das duas famílias.--

-- A dívida. Que foi a causa do casamento dos dois herdeiros e núcleos das famílias. Alica Phoenix e Vigor Earthy. Creio que o Vigor lhe contou tudo que foi ocorrido na antecedência do seu nascimento. O vidente, a profecia, as traições e a bastarda. Bem isto foi tudo com a ajuda da família Mayfair. Guardo em meus arquivos fatos que comprovam tudo, tudo que você precisa saber, sobre seus verdadeiros inimigos, os Mayfair. Eles que você tem que temer. O Vigor nada pode fazer contra você agora que você está aqui. Ele nada tem de forte. Porque... Phoenix!!--

«<Eguor não aguentou nada mais. De tanto que tinha que pensar caiu duro no chão. Desmaiou aos pés de Angelina>»

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...:::Garrafa... eu me lembro... será que é... :::...

Alguns dias antes, no duelo contra Rubem Thomas, Angelina bateu a cabeça e se lembrou de um acontecimento de quando tinha seis anos, época em que, pelo que descobriu, seus avós morreram.

 

<<Flash Back on>>

—Mãe, por que é que a gente tem que ir embora assim, tão rápido?

Angelina tinha seis anos quando a família se mudou do Surrey para o Largo Grimmauld. A menina não entendia o porquê da pressa. Seu pai parecia aflito e sua mãe chorava nervosamente. Seu pai tentava acalmá-la a todo o custo, mas nada resolvia. Carol tremia, e sempre qe passava pela filha, a abraçava e pedia-lhe desculpas.

—Mãe... que foi?


Ninguém respondia a menina. Samuel e Carol corriam para todos os lados, desesperadamente. Angelina estava sentada na cama de sua mãe e observava tudo com atenção. Carol, de repente, joga na cama uma maleta, que se abre e revela seu conteúdo alguns: frascos contendo uma substância acinzentada, que se movia sem nenhum estímulo. Angelina esticou seus olhos para observar, mas foi impedida pelo braço e pela voz de sua mãe, que pegou um frasco e saiu andando pelo quarto dizendo:

—É isso o que ele quer, mas ele não vai ter, não vai, não vai...


Carol voltou a chorar. Angelina, assustada, correu para chamar seu pai, que voltou correndo para ajudar a esposa. Angelina decidiu sair do quarto, mas ao longe pôde ouvir algumas palavras de seu pai:

—Nós vamos provar que foi ele, ele vai pagar por tudo, nós já temos a prova e ele nunca vai encontrá-la...



<<FLASH BACK OFF>>



Angelina ficou pasma, tinha de dizer a Eguor o que sabia, o que ouvira, mas o garoto parecia um tanto hipnotizado com os jornais. Pensou em contar a Eguor, mas este começou a falar com o livro.

...:::Por Merlin, eu preciso contar, preciso contar:::...

Agora era a vez de o livro, que saíra do colo de Angelina em direção a Eguor, falar. O livro falava nomes irreconhecíveis, da importância da família Phoenix e de muita coisa que Angelina desconhecia sobre Eguor. Angelina sentia que a família do garoto era importante, mas o que a família dela teria a ver com tudo aquilo? Sobre isso, o livro nada respondeu. Eguor parecia cansado de ouvir tudo aquilo. Angelina levantou de seu colo e olhou para o garoto, que parecia mais pálido que de costume.

—Eguor, você está bem?

O garoto nada respondera, desmaiara aos pés da menina. Angelina ficou aflita, não sabia o que fazer. sentou-se ao lado do garoto e tentou acordá-lo.

—Eguor... Eguor acorda! Não faz isso, acorda! Acorda por favor...

O garoto não acordava. A essa hora, a menina já chorava desconsoladamente ao lado do amigo. Penou em ir à ala hospitalar, mas teria de dizer o que causou o desmaio e explicar o que faziam com aquele livro.

...:::A única saída é sair e pedir ajuda... Tomara que nada aconteça com ele:::...

Por alguns instantes, a menina parou para observar o garoto. Em seguida, acariciou seu rosto e disse:

—Não vou deixar nada de mal acontecer com você. E volto com ajuda.

Assim, ela se levanta vai em direção à porta. Mas, no caminho, resolve voltar e levar o livro. Deixar Eguor ali já era triste. deixá-lo com o livro tornava as coisas tristes e perigosas. Ao longe, a menina podia ouvir conversas. Foi essa a direção que seguiu, rumo ao lago. Logo encontrou Malton e Meio que complicada pediu sua ajuda. O Outro lufano sempre prestativo foi sem reclamar e só pediu explixcações e esclarecimentos que foram dados no caminho. Até que ao chegarem no corujal.

Árquivus: O Passado Num Livro Falante

~#Capitulo 16#~
 
«<Eguor estava apressado quando entrou na biblioteca. Ele e Yuri, seu esquilo falante, tinham acabado de sair do Salão da Lufa-Lufa e estava um tanto com os nervos abalados. As lágrimas que já não se seguravam desde o Salão ainda caiam com uma seqüência de soluços baixos. O garoto ainda não estava bem consigo mesmo. Sofria por dentro. Estava abalado por pensar que teria paz em Hogwarts e no entanto perceber que sua desgraça estava só começando. Fechava os olhos e lágrimas ainda caim.>»

::#Sou um egoísta. Só olho pro meu próprio umbigo. Sou perverso...#::

«<Se martilhizava com suas próprias palavras baixas. Ele se feria ao lembra do relato de Nympha, da opinião de Shido. Lembrava-se como fora mal com Satura, que por fim das contas ficou na Lufa. Queria ficar só, queria desabafar em silêncio com um desconhecido. De súbito uma idéia lhe veio.  Precisava achar os arquivos dos anos que sua mãe estudou na escola. Quem sabe neles estaria as respostas pras perguntas ainda não formuladas que sua mente tinha naquele momento. Precisava ocupar sua mente e parar estas lágrimas fujonas. Foi até uma seção sde arquivos antigos e lá começou sua busca.>»
 
«<Yuri no seu bolso só fazia olhar para o garoto e imaginar em seu ínfimo cerebro que o garoto realmente sofria. Era muita coisa para uma pessoa só segurar. Descobri uma parte do seu passado, descobri que tem um pai de verdade e que o que lhe criou era só um aproveitador, descobrir que tem alguém no mundo que se alto titula ser sua irmã pelo simples fato de terem o mesmo sobrenome. Eguor só tinha doze anos e não era nada forte, só se fazia. >»

«<Atravessou todas as prateleiras em busca dos arquivos. As lágrimas ainda não pararam de cair. Passou seus dedos pálidos nas borras dos livros, enormes livros. Eguor nunca se sentira tão vazio e completo como estava. Encontrou um dos arquivos. Abrio bem os olhos verdes que tinha, mostrando felicidade. Correu sorrateiramente até se sentar num banco, em frente à um sonserino, sonserino cuja fisionomia Eguor já notara nas aulas. Era bem possível que ele tentasse tirar onda com o Eguor. O chamando de Michel Jackson, Edward Mãos de Tesoura e Égua pocotó. Apelidos trouxas que os sonserinos estavam acostumados a lhe chamar. Fechou os olhos e teve a certeza que se ele falasse ou fizesse alguma gracinha...Feitiços iriam rolar. Abriu o arquivo e fechou os olhos na esperança de ver sua mãe novinha com onze anos. Um indice quase interminável de alunos da grifinória era a abertura depois de uma introdução de tres páginas. Eguor cansado e sem paciencia passou as páginas à procura do primeiro nome "Lufa-Lufa" que visse. Encontrou uns dois minutos depois. Foi com o dedo por toda a extensão da letra "A" já que era a inicial de sua mãe. Eguor não tinha idéia do que queria com os arquivos muito menos o que iria encontrar de útil neles. Já sabia de um provável amigo de sua mãe que poderia dizer quem poderia ser seu pai. Eguor passando ainda o dedo na folha velha e já um pouco ruida por traças finalmente encontrou:
Alica Phoenix.
Quase que pulava de alegria quando viu o nome de sua mãe. Se assustou ao ver que estava uma relação de toda sua vida neste ano. Será que eles analisavam cada aluno e colocavam tudo sobre eles ali. Naquele arquivo. Notou que tudo sobre ela estava numa folha, na página de numero 7789. Ficou boquiaberto, o livro nem era tão grosso a este ponto. Foi até a ultima folha. Se contavam apenas 444 páginas no livro. E Eguor ficou confuso. Como poderia o arquivo sobre sua mãe estar numa página que não existia? Passou por quase todas as folhas procurando uma explicação normal (se bem que estamos no mundo bruxo e tudo é possível).>»


::#Pronto e mais essa!#::

«<Eguor estava já se estressando. Estava assim nesta semana qualquer coisa lhe tirava a paciencia. E este sonserino esquisito a sua frente. Num falava nada nem fazia nada. Yuri saiu do seu bolso e se aconchegou do lado de um dos livros que ainda não tinham sido recolhidos e estava ao lado de Eguor.
Depois de procurar e procurar alguma coisa dentro do livro, Eguor se irritou e bateu o livro na mesa, fazendo um barulho abafado que nem tinha chamado tanta atenção. Mas o barulho que se seguiu depois dele que foi esquisito. Um grito de dor, um resmungo alto. E o que mais assustou Eguor foi que vinha do tal livro. Logo na capa se abriram dois olhos, que fechados Eguor tinha confundido com dois rubis em destaque. No lugar de uma linha com o nome em arquivo em negrito e em uma parábola se abriu uma boca a bocejar. Eguor deu um pulo da cadeira e só não gritou pois seus olhos pousaram numa placa que dizia "Silêncio, ou teremos de usar feitiços!!!". Ele se afastou da mesa e yuri fez o mesmo subindo num dos livros e se escondendo por trás da capa principal>»


--Isso são maneiras de acordar um livro garoto!!!--

«<Returquiu o livro. Ele tinha uma voz rouca mas com presença. Eguor não sabia dizer se era pelo fato de ele estar conchichando, mas sua voz despertou no garoto uma admiração repentina.>»

::#Sinto muito meu senhor, mas eu ne sabia que livros dormiam!!!#::

«<O livro fechou os olhos e fez uma cara de indignação e falou entre os dentes: "Novatos", para depois voltar aquelas bolas de Rubis, agora com uma mancha vermelha no centro, no olho de Eguor que deu um passinho para tras. A conversa num atrapalhava ninguém a não ser o sonserino que mostrou-se também assustado.>»

--Vamos meu rapaz, por favor se sente e pergunte qual dos alunos do indice você quer saber. Mas primeiro me diga seu nome.--

«<Eguor fez o que o livro mandou, mas com certa dúvida. Não gostava da idéia de dizer para um livro que tinha os arquivos de alunos e de TODA sua vida ali, dentro dele mesmo. Mas queria consultá-lo e só com esta condição conseguiria. Já era uma sorte tê-lo encontrado não seria por uma besteira como esta que perderia a chance de conhecer o passado de sua mãe.>»

::#Sou Eguor Earthy Phoenix. E quero saber de Alica Phoenix.#::

«<O livro mudou a face completamente. Seus olhos giraram na órbita e ele encarou Eguor abrindo a abertura pela qual saia sua voz rouca que tanto encantou Eguor.>»

--Você é um dos Phoenix? Prazer imenso conhecê-lo. Me chamo Árquivus. E posso lhe dar mais do que o ano de sua mãe aqui na escola. Sei muito bem o que lhe interessa daqui dos meus arquivos. Um dia Estânio Phoenix veio aqui nesta biblioteca e me olhou nos olhou como você fez agora pouco e me contou uma história que atravessou os séculos. Depois veio Alica no seu último ano e deu complemento à "história" que seu pai me contara. Sem falar que me dissera coisas muito particulares. Acho eu, que era isto que você queria saber. Mas depois disso ela me visitou mais uma vez no ano de 1994. Se minha memória num falha...Ela me contou à seu respeito e creio que eu posso lhe ajudar ainda mais do que você pensa Eguor.--

«<Eguor estava abobado com o que o livro lhe dissera. Como sabia de tudo aquilo? Este livro com toda certeza tinha muito o que lhe falar. Eguor ficou parado olhando para ele. Yuri olhou para Eguor e disse numa voz rouca pelo silêncio: Anda, pergunta ou fala alguma coisa!!! Eguor continuou na mesma, em silêncio.>»

--Faça o seguinte Phoenix. Vá até o responsável pela biblioteca e peça para me levar consigo. Diga que vai fazer um trabalho importante e vai devolver-me quando tiver terminado. Há coisas que você precisa saber. E este não é o lugar certo para lhe dizer tudo.--

«<Eguor ficou parado ainda. Não tinha ação e tinha mais coisas a saber. Finalmente o que ele era héin? Alguma pessoa que tinha que viver de acordo e junto à um passado que queria apagar? Parou de pensar e de olhar para o livro. Alguém conhecido entrava na biblioteca e ao lhe ver vinha ao seu encontro...>»
 
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Naquela noite, Angelina sonhou com tudo o que havia acontecido. Sonhou com Eguor e sua declaração. Sonhou com a mudança de personalidade do garoto ao ver seu pai. Também sonhou com Vigor e no sonho a menina pôde ver com clareza a maneira fria como Vigor matara a mãe de Eguor, que Angelina nem ao menos conhecia, e a maneira como este homem teria atacado seu pai. A garota acordou perturbada. Estava visivelmente abatida e precisava escrever à sua mãe. Por isso, vestiu-se às pressas, pegou os pedaços de jornais, pena e pergaminho e foi em direção à biblioteca. Chegando no local, Angelina procurou um lugar sossegado. Àquela hora, a biblioteca estaria vazia, por isso seria mais tranqüilo. Angelina encontrou uma mesa próxima às janelas, sentou-se e estendeu os dois pedaços de papel sobre a mesa com um pergaminho no meio.

...:::O que escrever??? Já sei, algo como "querida mãe, descobri que a senhora é uma mentirosa e que o pai do meu melhor amigo, que na verdade não é pai dele, tentou matar meus avós e meu pai." Péééééssima idéia, Angelina!:::...

Alguns momentos se passaram sem que a menina escrevesse uma linha sequer. Aos poucos as idéias foram surgindo, mas começava a ficar difícil organizá-las, já que vários alunos da Grifinória pareciam se divertir dentro da biblioteca.

...:::Tantos lugares para brincar e eles vêm justo pra cá!:::..., pensou a menina, levantando-se e indo sentar-se em uma mesa isolada entre duas prateleiras. Apesar do forte cheiro de mofo proveniente daqueles livros antigos, ali, ela pôde finalmente começar a escrever.

"Querida mãe,

Fiquei muito contente ao receber a carta do papai. Ele já está melhor? Provavelmente está, pois sei que você não deixaria nada de ruim acontecer a ele, não é? Pelo jeito, ele tem aprendido muitas coisas convivendo entre bruxos. É, fiquei sabendo do ataque e como ele foi corajoso (estou muito orgulhosa). Por favor, não diga a ele que sei o que houve, ele ficaria preocupado e não quero que ele se canse por minha causa. Mãe, sei que você já me escondeu muita coisa, como a morte dos meus avós. Também descobri coisas sobre isso. Quando você vai se dar conta de que eu já sou crescida? Se não fosse, não teria descoberto sozinha. Agora quero saber o que está acontecendo e quero saber por você.

Dá um beijo no papai por mim.

Saudades,

Angelina"


Ao terminar de escrever, Angelina decidiu guardar suas coisas e ir ao corujal. Contudo, a menina se lembra do periódico antigo em que havia notícia sobre a morte de seus avós. Então, a menina se levanta, guarda suas coisas no bolso e decide pedir à Madame Pince ou sua ajudante o periódico novamente.

...:::Acho que ele não vai negá-lo novamente... preciso comparar os dois jornais para ver se eles têm algo em comum:::...

Ao sair do seu canto, Angelina pára por alguns instantes para observar. Eguor estava por ali, sentado, conversando com um livro.

...:::Que coisa estranha... só falta o livro falar também:::...

Aparentemente o livro falava. Angelina continuou a observá-lo de longe. Não sabia como faria para se aproximar. O dia que passaram juntos foi bastante conturbado, repleto de coisas boas e ruins. No entanto, a menina sentia, sem saber o porquê, um frio na barriga ao pensar em se aproximar do garoto. Ele parecia concentrado, ao mesmo tempo assustado com o que ouvia do livro. Ao seu lado havia também um bichinho bastante curioso.

...:::E agora? Bom, melhor ir até lá antes que ele me veja aqui parada:::...

Angelina decide, então, ir até o garoto, no entanto, toma o cuidado de esconder bem os pedaços de jornais que encontrou no Três Vassouras.

—Fazendo pesquisa no final de semana? É, você é mesmo um aluno bem aplicado... Está mais tranqüilo hoje?

Os dois sorriram. Angelina, agora mais à vontade, olha para o livro. Era um livro bastante extenso, de aparência antiga e majestosa .

—Que livro é esse? Eu tive a impressão de ter visto você falando com ele muito à vontade agora há pouco e parecia...

Angelina não terminou frase. Dera-se conta de que acabara de dizer que estava observando Eguor. Vermelha, a menina baixa a cabeça e tenta mudar de assunto.

—Escrevi para minha mãe, só para saber como meu pai está. Se você quiser, eu espero você acabar sua pesquisa, pego um jornal velho que eu quero ver e depois você vai comigo lá no corujal.

Em meio aos cabelos desajeitados, Angelina pôde ver o olhar de mistério de Eguor. A menina não tinha certeza se ele gostaria ou não que ela visse o livro, por isso, decidiu não fazer mais perguntas, apenas esperar que o garoto decidisse o que fazer naquele momento.
Por alguns instantes, Angelina se distrai olhando para o garoto. Por mais que aquilo pudesse lhe doer, olhar para Eguor e saber que o homem que o criou poderia estar envolvido no assassinato de seus avós e ter atacado seu pai, Angelina sentia como se não pudesse ficar longe dele. Na verdade, ela nem estava preocupada por saber porque ele lhe fazia tão bem, tudo o que queria era continuar sentindo aquilo, pois, sem saber por quê, Eguor a fazia sentir-se segura. Os dois estavam, de alguma maneira muito misteriosa, ligados.
 
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«<Eguor ficou feliz ao ver Angelina. Ainda com medo do que tinha visto e ouvido do livro. Eguor estava meio descabelado. assustou-se de sobressalto. Angelina fez algumas menções do livro que ele só respondia com a cabeça. Enquanto o livro tinha perdido todas as suas manifestações anteriores. Eguor fechou os olhos e fez que sim quando Angelina sugeriu que fossem ao corujal. a parte do castelo que antes era o segundo aposento de Eguor antes da chegada de Yuri. Eguor só respondeu com a cabeça para as perguntas de Angelina e fez algumas piscadelas para ela mostrando o livro. Ele spegou a garota pelo braço e foi para um espaço bno meio de estantes empoeiradas.>»

::#Acho que minhas descobertas do passado não acabaram ainda não! Faz um favor pra mim. Vai lá no balcão e inventa uma história que vai levar aquele livro. Ele tem algo a dizer sobre minha mãe e meu avô e eu quero que você esteja comigo Lina, para saber de tudo sobre mim de uma vez. sei que tudo que ocorreu ontem já foi o bestante mas eu precispo que você entenda algumas coisas de mim que ficaram em aberto por favor!#::

«<Eguor se mostrava um pouco nervoso e aflito por mais que essa mudança repentina se dera pelo fato dele ter visto de londe a silhueta de Lidsay Meserd, o seu pior pesadelo. Fechou os olhos por um tempo e deu um abraço em Angelina. Estava confuso. Soltou-se da garota e fez uma menção para que ela fosse. Estava agora vermelho. Confuso, vermelho de vergonha, com medo...Eguor iria explodir.>»
 
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Angelina estranhou o fato de Eguor não responder a suas perguntas. O garoto parecia assustado com alguma coisa, olhava a seu redor a todo o tempo, como se procurasse alguém que os estivesse espionando.

—Está tudo bem?


Como resposta, Eguor puxou a menina para o meio da biblioteca e começou a lhe explicar o que realmente estava acontecendo e o que aquele livro poderia significar para ele. Angelina ouviu tudo atentamente. Mas, mesmo confusa, concordou com a idéia.

—Se isso é tão importante pra você, pode deixar que eu faço, sim.


Ao ouvir a resposta da garota, Eguor a abraça. Antes que a garota pudesse pensar em retribuir, o garoto a soltara e pedira para que fosse.

—Ok, me encontra no corujal daqui a alguns minutos.


Ao dizer isso, a menina pega o livro dos braços de Eguor e vai em direção ao balcão. ...:::Livrinho pesado, este, tomara que seja mesmo importante, ou vou fazer o Eguor carregar minhas coias por um mês:::...


Ao chegar ao balcão, Madame Pince a olha desconfiadamente e a questiona sobre o livro. Sem saber direito o que responder, a garota se lembra da carta que escrevera à sua mãe. Aquilo lhe parecia um bom álibe.

—Bom, sabe, Madame Pince, eu fui criada como trouxa, não conheço muito da minha família. Queria descobrir um pouco, acho que esse livro pode me ajudar, qualquer coisa já seria bom. Aliás, preciso daquele jornal velho de novo... coisas da escola, sabe como é...

Angelina não sabia se Madame Pince engolira ou não a história, mas ouviu-a resmungar qualquer coisa sobre controle de saída de material. Depois que a velha fez suas anotações, a garota sentiu-se livre para sair dali. Olhou para os lados e viu que Eguor já não estava mais ali, então, a primeira coisa que Angelina fez foi abrir o livro

—Senhorita Gryffindor, creio que sua vez irá chegar, mas no momento há alguém que parece precisar mais de mim do que você... não que você não precise. Agora, leve-me ao garoto Phoenix, tenho muitos esclarecimentos para fazer-lhe.

Sem dizer nada, Angelina fechou o livro. A caminho da saída, a garota o esconde em meio a suas vestes e pensa:


...:::Devo mesmo estar ficando maluca... Um livro que fala, que sabe meu nome, que conhece o Eguor... ai, ai, ai... onde é que estou me metendo? Mas é melhor eu ir logo, ele parecia aflito... assim aproveito e mando a Lechuza pra casa com a carta e, talvez... bom veremos:::...
, pensou a menina, abandonando o lugar rumo ao corujal.

Hufflepuff First Squadron - Membros se Reencontram II

~#Capitulo 15#~
 
 
::Nymphadora olhou pra Eguor com um pouco de receio em lhe dizer sua história ainda, mas por fim contou.::
 
-Teve uma época que o meu avô foi comensal da morte, mas ele sempre alegou que estava dominado pela maldição imperius. Ai ele matou um tal de Tamnus Honda, que é avô do Haru, ai esse garoto decidiu se vingar de minha família, não sabendo ele, que o Lord Voldemort, mandou matarem meu avô, porque ele tinha os traído, só isso. E o mongol acha que meu avô teve a culpa, eu não quero tirar a culpa do meu avô, acho que foi até por isso que ele e minha avó se mudaram de Tókio. Não se preocupe comigo, eu vou conseguir me virar com esse menino, o que mais ta mexendo comigo, e a historia dos meus pais. Minha mãe me teve em um hospital trouxa, e como ela não consegue ficar parada, ela saiu para dar uma volta, quando voltou, o meu tio tinha me levado embora, e começou a mentir dizendo que eu era filha da mulher dele e dele, só agora, que eu descobri a verdade.
:: Nymphadora pegou o rato que estava no ombro, e começou a acaricia-lo, ele parecia estar gostando, e mesmo fazendo força para não chorar, Nymphadora não conseguiu conter as lagrimas. Eguor parecia estar perplexo com o que a amiga acabara de contar, olhou Nymphadora de cima a baixo, ela estava magra, e feia, todo aquele sofrimento havia mexido com a aparência da garota.::
- Eguor, promete que não vai contar nada pra ninguém, por favor, ninguém pode saber disso. Eu tenho vergonha da minha fraqueza e também do meu avô, ele era uma pessoa boa, mas nunca foi forte, tinha que se aliar, para se sentir protegido, a única coisa que eu preciso fazer agora, e localizar meu primo, e ai vai ta tudo bem comigo. Eu sei que também, não ta tudo bem com a Angelina, encontrei ela chorando perto da lareira esses dias, e você também não está bem, por favor, vamos mudar de assunto, eu não conseguir mas falar disso.
:: Nymphadora mordeu os lábios." Calma... tudo vai se resolver."::
 
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Narração
Fala
Pensamento

Shido que parecia adormecido na poltrona
almofadada perto de Pipin, estava com
os olhos fechados escutando as palavras
do amigo, até que o amigo interrompeu
a palavra no meio da frase,
então Shido apenas abriu um olho
para ver o que havia acontecido,
e viu Eguor e Nimphadora na sala.
Apenas tornou a fechar os olhos e
se pôs a escutar o que acontecia. E
como se estivesse dormindo escutou todo
o desabafo vindo de Nymphadora para
Eguor e não pôde deixar de se
surpreender com algumas partes da história.


Parece que ela teve mesmo um caso
com o tal de Enzo, mas não foi isso
que me chamou a atenção...
Haru, quer matá-la por um crime
cometido pelo avô dela? Isso
não faz o menor sentido...


E como que num despertar
broutou-se um sorriso calmo no rosto
de Shido mostrando tranquilidade.
Levantou-se e abriu os olhos safira verdes
e caminhou até uma das janelas
do Salão Comunal da Lufa Lufa
e se debruçou em uma aberta olhando
para o que acontecia do lado de fora.
Ainda tranquilo disse sem olhar para
nenhum dos presentes:


Ninguém vai morrer por aqui...
Esse tal de Haru, ele está furioso pelo assassinato
que seu vô cometeu...Mesmo assim você
não tem a menor culpa dos crimes alheios...
Não vamos deixar que ele sequer levante
a voz contra você, pois se caso fizer
vamos interpretar como uma tentativa
de fazer algo mais do que isso.

Disse Shido agora com um sorriso
virando o rosto para Nymphadora e Eguor.

Eu e Pipin vamos dar uma lição
nesse tal de Haru, não é Pipin?
Prepare-se para ter um grande
furo no nosso jornal, Eguor.


Plano "BB" em ação...mesmo tendo
desavenças com Nymphadora, não
vamos permitir que ela seja ameaçada.


Hey, não chore!
- Disse
Shido agora com uma feição séria no rosto.

Você não é a única com problemas!
Enfrente-os, ou será derrotada...
Não se culpe pelos erros que não cometeu!
Reveja sua vida amorosa, faça escolhas
das quais terá menos arrependimentos...
E não se preocupe, pois nunca
estará sozinha para enfrentar
os problemas impostos pela vida


Então Shido repôs seu rosto para
a janela e avistou abaixo o que estava à espera.
Olhou para Pipin e disse sério:


Está na hora...vamos dormir...


E sem dizer nenhuma palavra seguiu
ao dormitório masculino para executar o plano.

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«<Eguor num teve outra ação senão abraçar Nymphadora. Ele notou que era um egoísta. Pensava que era o unico a ter uma história triste e que era o unico que sofria com isso. Mas não. Existiam por todo mundo milhares de pessoas como ele e talvez pior. Se sentiu mal por isso colocou mais força no seu abraço. Fechou os olhous e lágrimas brotaram de seus olhos. Estava farto dessa vida. Estava farto das forças das trevas. Estava farto de tudo. estava farto de ter um pai em um lugar no mundo que não sabia de sua existencia, de um pai que o criou com ódio, da descoberta de uma irmã, que não era sua verdadeira irmã mas que poderia ser, estava farto de tudo. Estava farto de que seus amigos também estivessem expostos a isso. A unica coisa que o mantinha em pé ali abraçado com esta garota, que tanto ele amava, como a todos que se digam seus amigos e prezem esta amizade, era o fato de existir pessoas como ele. pessoas que lutavam contra esta força negativa. Eguor nos seus 12 anos, sofreu sem parar com uma história terrivel no passado, presente e talvez no futuro. nunca pensou que outras pessoas estivessem numa situação semelhante. Ouviu então a voz de Shido que falara algo que ele ingnorou. Nada importava só chorar e consolar. O garoto que começara um discurso meio a parte o que provou que ele estava escutando a conversa mais que particular dos dois amigos, tocou num assunto muito peculiar para ambos. Eguor e Nymphadora. Mesmo que sem saber ele feriu Eguor quando disse que tinha uma nova matéria para o jornal, do qual ele, Eguor e Pimpin participavam.>»

::#Shido. Você por um acaso não ouviu o que a Nympha disse? Ela não quer que a história dela vaze. Sei que você é um reporter muito empenhado. Mas por favor respeite a pessoa!#::

«<Fechou os olhos e novas lágrimas cairam do seu olho. Yuri seu esquilo falante se levantou do lugar onde estava e gritou:>»

::#Oh cara! Se você tivesse bom senso saberia que as duas pessoas ali te problemas demais ou você num vê. Elas sofrem com os problemas que tem...#::

::#Yuri!!! Cale a boca por favor! Não trate assim meus amigos. Nympha, eu sei que talvez num sirva de nada...mas eu sei o que você sentindo. Sei que queremos ter uma força extrema para retirar tudo que não nos faz bem de nossa vida. Sei que você como eu deve dormir com a consciencia pesada. Pensando que talvez seja nossa culpa tudo que esteja ocorrendo. Pensando que a vida é injusta a não os dar a felicidades que tantos tem e não a usam. Eu sei Nympha eu sei. E não se preocupe com ninguém. Olhe pra você veja seus problemas mesmo que isso seja egoísmo para os outros, mas não exagere como eu exagerei. Tente...tente... achar em alguem em quem confiar como quem eu encontrei na Angelina. Não se preocupe com os problemas dela ou os de ninguém, não se envolva. Pois só piorará pra você, você se sentirá inuttil como eu me senti mil vezes. E sei agora que não posso ser. Estou chorando aqui...porque acabei de descobri que minha vida numé mais o rio de sofrimento que pensei que fosse. Ela é muito pior. Mas se eu souber dosar minhas forças eu me darei bem. E digo o mesmo para você querida. Não sofra pelos erros dos outros mesmo que a atinjam. Seja forte Nympha. Seja forte da maneira que eu não fui. Sei que pareco um louco dizendo coisas sem coisas. Mas saiba que viver como eu você nunca vai querer. Um amigo meu trouxa uma vez me disse: não diga a deus que você tem um grande problema. Diga ao seu problema que tem um Grande Deus. Esse provérbio trouxa era que me consolava nas horas tristes. E digo pra vc fazer o mesmo viu. Agora eu acho que tenho que ir. Tenho que mandar uma carta importante. E quando estiver assim. Me procure. Sempre estarei aqui. Estarei pronto pra te ajudar. Pronto pra te consolar. Tenho de ir. mas me prometa que não vai mais ficar nessa. Por favor. Tchau Nympha. Tchau pra vocês meninos.#::

------------------------------------------------------------------------------

Shido ouviu o que Eguor disse
e em seguida deu uma risada
estranhamente sincera. Então
se aproximou dos colégas de
turma. Colocou a mão no ombro
de Eguor e disse agora sério.


Nunca contaria o que ouvi aqui
em nenhum tipo de matéria
meu amigo. Mas o que não posso
deixar de contar é sobre a enorme
explosão de bombas de bosta
sobre um determinado aluno
chamado Haru.
- disse Shido
finalizando com um sorriso no rosto
e uma lágrima escorreu de seu olho,
que o fez levar uma das mãos
para limpá-la rapidamente.


Recebi, uma carta dos meus
pais dizendo que meu amigo
que havia sido transferido foi
encontrado morto, não me informaram
local, motivo, nem época. Mas eu
morei com ele por 2 anos. Você
acha que eu brincaria com esse tipo
de sentimento? Vamos mostrar pra
todos que nem nós, nem ninguém
tem esse direito. E se você puder me
fazer um favor, abafe os boatos de
que fomos eu e pipin que causaram
os transtornos das bombas de bosta.

- disse novamente com um sorriso, só
que dessa vez com os olhos umidos.
Tirou a mão do ombro do colega
e se dirigiu a Pipin.


Não sei se deveria me abrir
pra eles, mas era o minimo que
eu podia fazer tendo escutado
a conversa...agora eu espero que ainda
esteja em tempo de ir a "reunião".

--------------------------------------------

::A garota olhou para Eguor co um tanto de tristeza e nem se importou om o que os garotos estavam dizendo na verdade.::

- Tchau Eguor
:: "Eu sou forte, muito forte, mas minha força esvai as vezes" Enxugou as lagrimas abriu a mochila, e de dentro tirou um pequeno estojo trouxa, abriu, puxou um espelho e um lápis de olho. Passou o lápis, colocou um brilhinho nos lábios, e devolveu o estojo a mochila, a fechou, olhou para Shido e Pippin fez um pequeno aceno com a cabeça, pegou o Kurt que estava na mesa, colocou no ombro, puxou de dentro do blusão e seguou a varinha e apontou para a porta.::
+ Alo homora +
::Ela se escancarou, a garota Black falou para os garotos no salão comunal ::
- Ta na hora de correr atrás de minha felicidade.
:: Passou a mão pelos cabelos rebeldes e correu, correu... ao encontro da porta XD. Após sair do salão comunal, ela andou um pouco sem o que fazer, e decidiu decer para tomar café "Isso mesmo Nympha, você é mais forte do que parece, não é mais uma garotinha perdida no tempo. Mas agora ' Vou comer, vou comer, para ficar fortinha e crescer'" sorriu, pela primeira vez em muito tempo, e se sentou na mesa da lufa-lufa, sem se importar com o olhar dos outros.::

Hufflepuff First Squadron - Membros se Reencontram I

- Fala
:: Ação e Narração ::
" Pensamentos "
+ Fei t i ços +
/ off/

:: Nymphadora tinha chegado confusa do lago, como aquele garoto poderia gostar dela, e ao mesmo tempo querer maxuca-la? Ela não entendia, se sentou em um sofá laranja tirou kurt do ombro, e o colocou sobre a mesa, que ficava em frente ao sofá, olhou para os lados, o salão comunal estava vazio. " Assim é melhor, ninguem enche o saco." olhou para Kurt, e ficou pensando em seus pais, tirou o pergaminho que eles lhe mandaram junto com Kurt, do bolso e junto dele veio a foto deles que a garota caregava para todo o canto que ela fosse.::
- Por que teve que ser assim em? A gente tão distante pelo corpo, e ao mesmo tempo tão unidos pelo coração, pelo sangue.
:: Lagrimas brotaram dos olhos de Nymphadora, aquele dia, não era o melhor para que ela saisse do salão comunal, mas mesmo assim ela foi idiota e saiu de lá. Olhou para o ratinho, que estava em pé fazendo algumas 'palhaçadas' para deixar ela mais feliz.::

- Não adiante Kurt, eu não sei o que eu tenho, sempre fui problematica, metida a doida, ea corajosa, mas no fundo, eu sempre quiz alguma coisa a mas, eu não sabia o que eu queria, mas agora eu sei, eu sempre quiz ser mais eu, não ter que me finguir de forte, nos momentos mais dificeis da minha vida.
:: Esticou a mão e o rato subiu em cima, ela estava gostando mas dele, não tinha medo.::
- Por que eles te mandaram? você vai fazer alguma coisa importante para mim, disso eu sei, só quero saber o que é.

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«<Eguor saira do dormitório masculino trazendo consigo seu esquilo, o Yuri. O esquilo como era um humano transfigurado podia falar tagarelamente mas graças a deus não fazia uso dessa virtude. Eguor estava num pisa-pé só. Estava apaixonado cada vez mais por Angelina Grynffindor e isso ao mesmo tempo que era bom era ruim. Ruim porque o garoto se deslgara do mundo e de seus outros amigos da Lufa. Bom porque... e é preciso realmente dizer?. hegara ao salão comunal e vira sentada com lágrimas no rosto Nymphadora, uma de suas melhores amigas dali. Ate hoje se lembra a maneira louca com que brincaram com o Feitiço asteroidus. Eguor não sabia o que ocorrera com a garota, mas queria anima-la trazer de volta a realidade da vida colorida. O mundo é um arco iris!!! Tirou a varinha do bolso e como não tinha sido notado pela linda moreninha chegou bem devagar pelou uma das almofadas que ali estava num sofá e murmurou bem alto:>»

ASTERÓIDUS

«<A almofada bateu na cabeça de Nymphadora, e eguor pôs-se a rir. Olhou para a menina que nada pelos olhos dissera e disse: >»

::#Nympha! Que cara é esta? Vamos lá se anime! Eu não gosto de te ver assim. Por falar nisto a quanto tempo a gente num se vê direito né? Só nas correrias! Desculpa pela almofada, mas é que quis lembrar daquele dia do grupo. Tempos bons aqueles.#::



«<Eguor estava e era uma tagarela. Só que não sabia quando usar este seu " dom". Sentara-se ao lado da garota e colocara Yuri no seu colo e com umsorriso largo no rosto esperou respostas...>»

--------------------------------------------------------

- Não Eguor, eu to bem... E que meus pais de verdade me mandaram esse rato... eu como a problematica de sempretinha medo de rato, desde o que eu tinha me mordeu, eu fiquei com trauma, mas é só juro. Oi Pippin ele se chama Kurt, foi uma maneira de fazer uma homenagem ao melhor cantor do mundo. 

:: Nymphadora passou a mão pelo rosto enchugando a lagrima, olhou para Eguor, e sentiu uma enorme vontade de abraçar o amigo, não resistiu, e o abraçou, fazendo o rato subir pela blusa e ficar em seu ombro.::

 - A Eguor... eu queria ser feliz, mas não consiguo, ta tudo tão confuso. Minha vida tá de ponta cabeça, e eu não sei o que aconteceu para ei ficar assim. Eu to com medo... meu avô apareceu hoje para mim, e pediu para eu cuidar do meu primo, que eu sempre achei que fosse meu irmão, minha prima, Jane morreu. Eu não sei o que tá acontecendo.

:: Lagrima brotavam dos olhos de Nymphadora, mesmo escondendo algumas coisas, ela falou para Eguor alguns de seus problemas. " Será que eu devo contar pra ele o resto? Vou falar, eu preciso desabafar." ::

 - Eguor, tambem conheci um garoto, o nome dele e Haru, ele quer me matar. Meu avô soltou uma avada no dele, e ele vem se vingar de mim, além de tudo eu acabei com o Phyrus, e acabei me envolvendo com um garoto da sonserina, o Enzo Huphset, eu não sei por que, mas ele sumiu, desapareceu, desde que eu entreguei uma carta da avó dele.


:: Nymphadora chorava desesperadamente, a blusa de Eguor estava ficando molhada, Nymphadora soltou Eguor, e pegou um lenço para limpar o rosto, se Phyrus entrasse ali, poderia pensar que ela estava chorando por ele.::


- Mas me conte de você, e da Angelina, da para ver nos seus olhos que vocÊ ta gostando dela, tem o nome dela escrito em sua testa.

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«<Eguor olhou para Pipin que chegara quase na mesma hora do desabafo de Nymphadora. Ele olhou para o garoto e acenou com a cabeça. Escutara o desabafo de Nymphadpra sua amiga e como ela gostava do cantor trouxa Kurt. A menina o abraçou, guor estava precisando da mesma maneira que ela de um abraço amigo. Eguor a abraçou e pediu com o olhar que o Pipin se afatasse neste momento que depois falava com ele.>»

::#Oh minha querida não fique assim não. Tudo isso vai passar é só uma fase dificil.#::

«<A garota com seu abraço esantara o seu próprio rato e o esquilo de Eguor. Ela tornou a desabafar e fez Eguor raciocinar.>»

))Eu pensando que era o unico a ter problemas. Coitada da Nympha!!!((

::#Nossa! Realmente este são motivos fortes... Bem mas não fique assim. Veja só. Como eu achoq ue você sabe minha vida é um caus também e veja como eu superei tudo. Nós superamos tudo pois somos lufanos justos e nós sempre conseguimos.#::

«<Eguor sentiu realmente pena de Nymphadora. Coitada. nem estava preparada para viver isto tudo. Tudo be que Eguor tinha quase a mesma idade que ela mas o garoto amadureceu bastante vivendo em Londres. Eguor estava preparado mesmo como finalde semana revelador que teve, pra consolar uma amiga. Pior se ou Angelia ou Satura entrassem ali naquele momento. Angelina porque talvez interpretasse mal e Satura porque tiraria Eguor do sério novamente. Novamenete a lufana adorável e sofrida tornara a falar. Uma leve brisa fria entrou na sala agitando os cabelos de Eguor. A menina como ele estava passando por uma fase de paixão perdas e ganhos de desafios a serem superados.>»

::#Como assim esta cara quer te matar?#::

«<Eguor ficou perplexo com tudo que a menina dissera. E sua blusa estava começando a se enxarcar de lágrimas. Ela se afastou e pegou um lenço para limpar as lágrimas. Eguor continuou perplexo. Como alguém poderia querer matar a menina? Como alguem poderia fazer isto. E numa tentatica de mudar de assunto ela começou a falar dele.>»

::#Não me venha com essa não! Nem pense de mudar o assunto do pau para o cassete. Vamos me explique o porque este cara quer te matar? Eu já estou aqui com meus nervos aflorados e você ainda me vem comessa. Sobre a Angelina...gosto mesmomdela mas isto não vem ao caso de jeito maneira agora! Vamos me fale tudo! Quem e esse cara e o porque ele quer te matar?#::

«<Eguor mudou de rosto. Ficou abismado com tudo o que a amiga estava passando. E por mais que ele agora estivesse numa situação um tanto pior deixou seu peso de lado e foi ajudar a amiga.>»

Enterro!

~#Capitulo 13#~

~#Flash-back on#~


«<Domingo, nove meia da manhã. aquele menino abatido com olhar para o longe e fusco saíra do seu quarto no porão da casa. Estava vestido de terno negro e uma gravata bem chamativa vermelha. Sua aparência era terrível. Realmente não estava bem. Mas também sua mãe morrera dois dias antes e hoje seria o enterro. Ele estava fora de si era um zumbi ambulante. Andava pela casa como se esta fosse feita de ovos. Subindo as escadas para ir à sala de estar encontrou Nainf, o seu elfo-irmão. O único ser que depois de sua mãe e seu avô se importava com ele.>»

--Anjo Fênix! Oh meu amiguinho, não fique assim. Isso mata Nainf por dentro.--

«<Anjo Fênix era a linda maneira que o elfo se acostumara a chamar seu dono. Depois que Eguor o salvou da morte com sua lágrima da fênix. os dois tinham um relacionamento lindo de amizade e companheirismo.>»

::#Se isto dependesse de mim Nainf. Mas foi minha mãe que aquele monstro matou.#::

--Falando asneiras novamente Eguor? Olhe aqui garoto a sociedade mágica vai estar em peso neste enterro e se você ousar falar alguma coisa que aconteceu naquele dia eu juro que lhe extermino da mesma maneira que fiz com sua mãe. Agora....--

«<PAFF!!! Uma tapa soara na sala. O homem que chegara na sala naquele instante era Vigor, pai de Eguor, assassino de sua mãe e tantas outras mortes. Ele dera um tapa que fez com que o garoto desmaiasse. Sem saber quanto tempo depois, Eguor acordara numa carruagem e notara estar de frente a um cemitério. Uma névoa branca sobre corria por este local e dava um aspecto triste. Olhou pra fora e vira uma reunião de pessoas já fora do cemitério com uma cara de tristeza e lágrimas nos olhos. Um homem velho de aspecto meio biruta apareceu na frente do móvel e olhou para o garoto.>»

--Oh meu neto querido. Sinto muito, mas você perdeu o enterro. Dormiu demais. Seu pai disse que você tinha se levantado e quando chegou na sala desmaiou. Nós o trouxermos na esperança de você acordar mas infelizmente...Mas o que vim falar é sério. Você sabe que seu pai não tem nada haver com a morte de sua mãe...Ele estava sobre o efeito da impérius e você sabe o que é isso! Então Eguor pare com esta história maluca de dizer que seu pai fez por querer. Ele está preocupado querendo levá-lo ao St. Mungus por isso. Então para não piorarmos nossa situação, pare com isso.--

«<Eguor ouvira tudo olhando para o longe e começa a chorar. Como não acreditavam nele? Estava tudo na cara. Sua mãe tinha as provas que o seu pai queimou antes de matá-la.>»

::#Vô Phoenix, Ele disse que estava fazendo aquilo por ser um dos servos do herdeiro de Salazar Slytherin! Que deveria honrar o nome da casa que o ensinou a ser o que era. Uma tal de Salsarina. Não me lembro direito...#::

«<O velho mudara seu aspecto. Estava mostrando -se raivoso.>»

--Chega Eguor! Você não entende mesmo! Não é Salsarina é Sonserina e é uma das casas de Hogwarts uma escola que nossa família sempre esteve presente e se você não tiver cuidado com sua língua não vai ter o prazer de conhecer!--

«<Eguor olhara para fora da carruagem. Sempre escutara a mãe falar da escola de magia mas só mencionara a Lufa-Lufa e a Grifinória, nunca esta outra. A mãe sempre lhe contava suas aventuras e romances que tivera na escola e nisto nunca incluíra seu pai, o Vigor. Eguor nunca entendera. Realmente havia muitas e muitas pessoas ali. Sua mãe, Alica, era adorada por todos. Uma curandeira de sucesso, responsável e educada. E todas as qualidades mais puras que podia-se ter. Duas senhoras passavam do outro lado da carruagem olharam para o garoto e disseram.>»

--Veja que desrespeito! A mãe morre e o filho não vai ao enterro e ainda acusa o pai de assassinato por livre-arbítrio. Que garoto mais rebelde. Eu o deixaria de castigo por semanas. Mas é impossível o querido e fabuloso Vigor com aquele coração de ouro maltratar o próprio filho.--

«<Eguor deixou suas lágrimas caírem e escutava distantemente o avô dar mais conselhos e recomendações. E olhara para dois bruxos que estavam a um canto escondidos. Os dois se consolavam, choravam com alma diferente de todos que estavam ali. Eguor olhou para um deles que tinha o rosto descoberto e mostrava-se realmente abatido, e sofredor com a perda da mãe do garoto.>»

::#Quém é aquele vovô?#::

«<Falara apontando para os dois semblantes ao longe. O avô investigara e balançara a cabeça negativamente e olhou para o garoto e disse. >»

--Aquele de cabelo de tons meios roxos é Merlim Husphet, amigo se eu não me engano de sua mãe. E o outro...bem...não dá pra ver. Está muito distante e ele está de costas. Mas deve ser algum outro Husphet num sei nunca conheci amigos de sua mãe.--

«<Eguor olhara para outros semblantes, mas gravou o nome: Merlim Husphet. O seu avô saíra de perto dele e fora falar com mais algumas pessoas. Eguor admirou de longe e escondido todos que ali estava. Ficou encucado com o que as mulheres que passaram disseram e achou que todos presentes achavam o mesmo dele. Estava humilhado pela milésima vez pelo seu pai. O seu fingido pai.>»

::#Prometo Husphet um dia lhe agradecer por suas lágrimas...Prometo odiar de coração cada ser que ouse ter orgulho de ser desta tal Sonserina. Pois por causa deles minha mãe morreu!!!#::

~#Flash-back off#~


«<Estas lembranças agora faladas para Angelina doíam muito. Perdera como a velha disse. O enterro de sua mãe. Por causa de um monstro que ousou morar no mesmo teto que ele. Mas que agora já não estava mais graças a Deus. Angelina no entanto tinha uma outra preocupação agora nos olhos. Eguor percebeu isto de cara. mas ficou calado por um tempinho enquanto pegou um pergaminho e uma pena que trouxera sem saber pra que. E começou a escrever intuitivamente. O que sentia quanto àquele dia, aquele terrível dia.>»

--~#Pergaminho#~--

Eu nunca disse que deitaria e esperaria para sempre
Se eu morresse, estaríamos juntos
Não posso simplesmente esquecê-la sempre,
Mas ela poderia tentar.

No fim do mundo,
Ou a última coisa que vejo
Você nunca está voltando pra casa, voltando pra casa
Eu deveria? Eu poderia?
E todas as coisas que você nunca me contou
E todos os sorrisos que sempre estão...

Sinto que você nunca esteve
Completamente sozinho e eu lembro agora
No auge do meu suspiro, nos meus braços ela morre.
Ela morre...

No fim do mundo,
Ou a última coisa que vejo
Você nunca está voltando pra casa, voltando pra casa
Eu deveria? Eu poderia?
E todas as coisas que você nunca me contou
E todos os sorrisos que vão sempre me perseguir
Nunca voltando pra casa, voltando pra casa
Eu deveria? Eu poderia?
E todas as feridas que nunca vão me deixar cicatrizes
Por todos os fantasmas que nunca vão me pegar

Se eu cair...
Se eu... cair...

No fim do mundo,
Ou a última coisa que vejo
Você nunca está voltando pra casa,
Nunca voltando pra casa,
Nunca voltando pra casa,
Nunca voltando pra casa,
Eu deveria? Eu poderia?
E todas as feridas que nunca vão me deixar cicatrizes
Por todos os fantasmas que nunca vão...

--~#Pergaminho#~--

«<Chorou ao terminar de escrever enquanto ao mesmo tempo Angelina terminava de ler. Notou que a menina estava com um outro rosto. De talvez preocupação>»

::#Então...#::

«<Tempo pra terminar a frase não teve. Angelina o cortara lhe pedindo com uma fala meio triste duas coisas, uma totalmente fora de cogitação. E a outra um tanto relevante. Eguor estava mesmo cansado e o dia foi forte e cansativo. talvez no caminho ele perguntasse, não ele iria perguntar agora. Pegou o copo de suco já quente e tomou metade do conteúdo, tendo um pouco de dificuldade para engolir.>»

::#Foi o que lhe disse Lina, depende da Satura se vai ou não ser minha amiga. Por mim eu a carregava para vir aqui conosco. Mas sinto medo. E se ela for igual a ele. Mas vamos deixar isto pra depois. Eu mesmo vou procurar ela depois de amanhã quando ela já tiver sido selecionada e falarei com ela. Só porque foi você quem pediu viu. E por favor...Vamos embora daqui. Deixe eu pagar.#::

«<Levantou e retirou da mão alguns galeões e pagou a mulher do balcão se nem se importar com o troco. se animara com a pista que tinha. Merlim Husphet poderia dizer que é seu pai. A pessoa que mais admirava no mundo tinha algo a lhe revelar. E isso ele buscaria. A dúvida da opinião de Angelina veio à tona novamente. Quando o branquelo magro chegou na mesa olhou pra garota com os olhos ainda vermelhos e sem hesitar, perguntou:>»

::#O que você tem e o que você achou da minha lembrança?#::

«<E antes que a garota se levantasse, ele se sentou novamente deixando claro que só sairia dali com uma resposta convincente. Eguor adorou o anglo que pegou do rosto de Angelina nesta hora. Mostrava bem seu olho verde esquerdo e dava um ar de mistério no seu direito.>»

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...:::Como alguém é capaz de raciocinar num dia como este?:::...

Esta era a pergunta que não saía da mente de Angelina. Em questão de horas, havia feito descobertas que poderiam mudar a vida de qualquer um. A menina sentia que mudara um pouco e que Eguor, a seu lado, também estava passando por isso, porém com mais intensidade. Contudo, o garoto podia tocar no assunto que o afligia, mas Angelina não. Não poderia magoá-lo.

...:::Dizer o que estou sentindo só o magoaria... e me magoaria também:::...

A menina não sabia exatamente o que estava sentindo. Tudo o que queria era sair dali, voltar pra escola e pensar em tudo o que lera, vira e ouvira. Porém, Eguor estava decidido a ficar. Precisava da opinião da menina sobre a lembrança que tivera. Ainda nervosa, Angelina sentou-se, olhou para o garoto e disse:

—Com relação à Satura, a gente conversa depois, quando você estiver mais calmo. Agora deixa eu pensar por um instante...

Na verdade, aquela era uma tentativa de se lembrar exatamente de tudo o que o garoto dissera. Não seria fácil, já que a garota esteve, por algum tempo, perdida em seus próprios pensamentos, pensando e analisando os pedaços de jornais que encontrara. Ainda em silêncio, Angelina lembrou-se do momento em que pegou e, aos poucos, foi se lembrando de tudo o que Eguor lhe dissera. Depois de certo tempo de reflexão, Angelina pensou:

...:::Ele realmente está com problemas... tem um pai que não sabe quem é. É provável que o Vigor esteja procurando por ele... espero que não tenha encontrado como encontrou... :::...

Neste momento, Angelina sentiu os olhos se encherem de lágrimas novamente. Lembrou-se das palavras de Vigor e das pequenas notas de jornal. Rapidamente, a menina passou as mãos no rosto, voltou seus olhos para o amigo e sorriu. Pensou em tudo o que o garoto havia lhe dito, o quanto aquelas lembranças lhe eram dolorosas, mas o bem que lhe estavam fazendo naquele momento. Aquela lembrança poderia ser a chave para um mistério e, ao mesmo tempo, o grito de liberdade de Eguor. Por um breve espaço de tempo, Angelina se esqueceu de seus problemas e ficou feliz por Eguor.

—Desde pequena eu reclamava com meus pais, pois eles sempre me escondiam quando algo de errado acontecia comigo. Eu sempre os amei muito apesar de tudo, mas nunca como agora... Nós dois crescemos em ambientes muito diferentes. Eu cresci sob a eterna vigília da minha mãe, que sempre tentou me proteger do mundo, e sob os mimos do meu pai, que é Trouxa. Hoje, com essa sua lembrança, eu percebi que sempre tive uma vida perfeita, apesar de tudo o que vem acontecendo... Você sofreu muito em sua infância, perdeu a mãe e era obrigado a conviver com um assassino, seu próprio pai. Mas agora isso vai mudar. Há alguém nesse mundo que ainda não sabe da sua existência. Tenho certeza de que esta pessoa ficará muito feliz por conhecer alguém como você. Se Merlin estava lá, era porque conhecia sua mãe, podem até ter estudado juntos... isso pode levá-lo ao seu pai. Se Merlin sabe algo sobre tudo isso, você deve, sim, procurá-lo. Você merece ter alguém como pai e seu pai merece saber que há alguém especial na vida dele.

Após terminar seu discurso, Angelina voltou seus olhos para o amigo. Ele lhe parecia um pouco mais calmo, provavelmente pela possibilidade de encontrar seu pai. Neste momento, Angelina, achando-se o ser mais egoísta do mundo, voltou para seu mundinho. Baixou os olhos e observou os bolsos de suas vestes, onde os dois pedaços de jornal estavam guardados. Eguor voltou a falar. Angelina ouviu o que ele tinha a dizer, mas estava exausta. Eguor parecia um pouco melhor, apesar de manter os olhos vermelhos.

...:::Assunto de família é sempre muito delicado... Acho que vou ficar mais tranqüila sabendo que minha mãe cuidará bem do meu pai:::...

Ao olhar para a mesa, Angelina nota que há um pedaço de pergaminho. A menina o pega e, observada por Eguor, começa a ler. Inconscientemente Angelina sorriu. Não que estivesse feliz, mas apesar de tudo, apesar de desconfiar que o homem que criou seu melhor amigo poderia ter atacado seu pai, a menina, por um breve momento, sentiu-se segura e feliz, afinal, Eguor estava se mostrando uma pessoa realmente especial, mesmo que sua atitude com Satura não tenha sido muito amigável.

—Isso é sobre a sua mãe? É muito bonito!

Então, aproximou-se de Eguor, e beijou seu rosto. Surpresa com a própria atitude, a menina perguntou:

—A-A-A-A gente po-pode ir, agora?

Angelina permaneceu ali, vermelha, esperando que o garoto, que também parecia envergonhado, falasse qualquer coisa para quebrar o gelo.

----------------------------------------------------------------------------------

«<Eguor ficou parado o tempo todo olhando para os belos traços de Angelina. Quem o olhasse viria que ele e ela estavam num drama só. Se bem que os dois não tinham motivo de agir assim, o Eguor que tinha. O garoto colocou a folha que escrevera na mesa e ficou olhando para a garota. Tudo que ocorrera com ele neste dia terrível que ficou definitivamente para a história estava se dissipando. Eguor tinha sentimentos momentâneos e desabafar com a Angelina era perfeito. A garota depois de disfarçar bastante escondendo seus pensamentos num rosto confuso. Eguor passava seus pensamentos aleatóriamente, Vigor, Satura, Angelina, seu pai, Merlim. Estava com medo de enlouquecer ali. A lembrança do enterro lhe balançou demais. Pois com esta lembrança lhe trazia alguns flashs da morte de sua mãe. A garota sentou-se e começou a proferir as palavras mais belas com aquela linda voz. Ela parecia confusa e falara algo que não chegara aonde Eguor esperava. Angelina era mais profunda, mas o dia foi quente e Eguor relevou a situação inerte que meteu a garota. Tudo estava se encaixando aos poucos na cabeça de Eguor. Por mais que o dia fosse de quebrar tudo por dentro do garoto. A esperança se aflorara no seu peito. Eguor estava se acalmando gradativamente. A menina era um anjo que nunca tinha podido aparecer em hora mais exata. Ela com certeza era tudo o que Eguor sonhava, mas que agora em um momento de reflexão em segundos a fio, Eguor percebeu que não podiam ficar juntos como namorados agora. Ambos tinham problemas, ambos eram muito novos, ambos se amavam de uma maneira linda e pra que mudar isto? Eguor finalmente depois de horas concordou com o que Angelina tinha dito no momento de declaração. Ele sorriu neste momento. Como era devagar nos pensamentos! Não na verdade não estava preparado para o que lhe aguardava depois de sua declaração. Depois de alguns segundos em silêncio, Eguor passou as mãos no rosto para limpar as lágrimas que ainda se instalavam lá. Tinha em mente tanta coisa pra falar. Nem sabia como começar. Estava com esperança mesmo assim ainda receoso. Pois Vigor ainda existia e podia fazer tudo o que quisesse com o garoto pois perante a lei, ele era seu pai.>»

::#Estou feliz, e ao mesmo tempo com medo. você mesmo viu, o Vigor disse que já tentou me matar. Como já matou e feriu milhares de pessoas. Eu sei que poderia acabar com tudo isso. Simplesmente me matando...Mas não posso. Encontrei você. Encontrei um objetivo. Encontrei a mim mesmo. Encontrei algo que me motivasse a viver. Eu seriamente quando cheguei aqui pensei em me jogar de uma das janelas da torre norte. Seria rápido e ninguém sofreria com isso! Mas tudo mudou. Eu mudei. Eu era desajeitado, tinha fúnebres defeitos. Mas venci a isto. Tinha uma grande sensibilidade adquirida desde o trauma de ver minha mãe ser assassinada. Mas venci a ela aos poucos. Agora eu sou liberto de certa parte do meu passado e quero vencê-lo custe o que custar. Tenho que vingar a morte de minha mãe. Isto eu devo à ela principalmente agora que sei que também sou um dos motivos de sua morte. Agora pensando eu vi que eu tenho que fazer bilhões de coisas antes de morrer. saiba que você me ajudou em tudo isto Lina. Saiba que nunca mais nunca mesmo, vou deixar de confiar em você. Mesmo se você me trair o que acho difícil. hihihi! #::

«<Angelina percebe o pergaminho em cima da mesa e o leva nas suas mãos. Eguor até pensou em escondê-lo, mas já era tarde. Ela leu tudo o que escrevera e acertou bem no alvo quando perguntou se era sobre a mãe de Eguor. O garoto fez que sim com a cabeça. Tinha muito o que falar sobre aquele momento terrível ainda. Mas isso seria em outra hora. Eguor queria ir embora. Dormir, sonhar, ter pesadelos. Queria ser livre novamente. Angelina se aproximou do garoto de súbito e beijou sua face branca que logo se tornou púrpura. A menina envergonhada perguntou se poderiam ir embora. Eguor parou por segundos mínimos e disse nervoso e envergonhado.>»

::#Cla-claro. Eu tô cansado quero dormir, pensar. O dia foi cheio. Bem hihi, vamos.#::

«<Levantou-se pegou no braço da garota e cruzou com o seu como se os dois fossem acorrentados uma ao outro. Não queria que ela se envergonhasse a cada carinho que os dois trocassem e nem ele queria se sentir assim. Fechou os olhos e abriu um sorriso. Iriam para Hogwarts, pra casa, para amanhã terem um outro dia de cão!!!>»

Tres Vassouras

~#Capitulo 13#~

Angelina e Eguor entraram no Três Vassouras e procuraram um lugar calmo para se sentar. O lugar estava repleto de alunos de Hogwarts e a menina não gostaria que nenhum deles sequer desconfiasse do que ocorrera há pouco. Eguor estava da mesma forma que saíra da discussão com o pai. Sua aparência indicava que o garoto estava transtornado, contudo, ele permanecia em silêncio.

...:::Até quando ele vai ficar assim? É muito triste... :::...

Angelina não estava feliz por vê-lo assim. Há poucos instantes estavam bem, apesar da timidez de ambos, e agora o garoto estava frio, um tanto perdido e envergonhado. Angelina pediu à Madame Rosmerta dois copos de suco, mas nenhum foi consumido. Eguor não se movera e Angelina não tinha coragem de fazer nada enquanto não tivesse a certeza de que o garoto estava bem.

—Tudo bem, se você não quiser falar. Não sei se você está com vergonha ou algo assim, então, eu vou falar.

Eguor, que aparentemente estava olhando para o nada, voltou os olhos à menina.

—A gente não escolhe ser quem é. A gente simplesmente é. Não estou dizendo que seu pai é inocente, não é isso. Mas ele é assim, perverso, e dificilmente vai mudar. Não acho que você deva voltar lá e pedir desculpas, porque ele não merece pelo que fez à sua mãe.

Angelina percebeu que os olhos do garoto se encheram de lágrimas.

—Não importa o que ele diga, Eguor... E eu não acho que ela tenha cometido nenhum erro, o casamento dos dois foi arranjado, foi tudo uma farsa. Você deve ter orgulho dela, pois ela não deixou que você....

Angelina parou por alguns instantes. Não que o que fosse dizer fosse algo revelador, mas porque, na mesa ao lado, havia um pedaço velho de jornal dobrado. A menina continuou a falar, mas, ao mesmo tempo, levantou-se para pegá-lo.

—...que você tivesse um pai como aquele! Até eu fico feliz por isso.

Angelina parou por alguns instantes para observar o pequeno jornal. Ao desdobrar, descobriu que se tratava, na verdade, de dois pedaços de jornal: um era bruxo, o outro Trouxa.

Angelina observava Eguor, que agora lhe dava algumas explicações. Mas num momento de distração, abriu os pequenos pedaços de jornal em seu colo. O jornal Trouxa era uma nota de rodapé datada, em que estava escrito:

...:::Hei, o meu pai escreve para esse jornal:::...

"Nosso correspondente internacional, Alfred Samuel Cortez, decidiu trazer à tona um caso jamais resolvido pela polícia: o assassinato do casal David e Anne Gryffindor. De acordo com investigações do próprio Alfred, genro das vítimas, o casal Gryffindor mantinha em sua residência um objeto de muito valor, o qual provavelmente não estava na casa na trágica noite do assassinato. Um dos principais suspeitos é Vigor Earthy, o qual mantinha uma inexplicável implicância com o médico David. Sabe-se qu"

O rasgo terminara bem ali. Angelina notou que havia círculos imensos que se moviam ao redor do nome de seu pai. A menina voltou os olhos rapidamente para Eguor, que, até o momento, não havia percebido nada. Pelo menos era o que parecia. Inconformada com o que leu, e tentando esconder de Eguor o que estava fazendo, a menina decidiu ler o outro pedaço de jornal bruxo.

"A bruxa Carol Gryffindor sofreu, nesta tarde, um ataque no Largo Grimmauld, diante de diversos Trouxas. No entanto, para a surpresa de todos, seu marido, que é Trouxa, parou em sua frente recebendo todos os efeitos da maldição Cruciatus. Acredita-se que este ataque está ligado aos antigos Comensais da morte e ao ataque realizado a David e Anne Gryff"

...:::Então essa era a doença do meu pai? Se os dois pedaços estavam juntos, então... o pai do Eguor pode mesmo ter algo com isso?:::...

Esse jornal também estava rasgado. Angelina já estava com os olhos marejados quando Eguor se deu conta de que a menina estava em silêncio e que Angelina olhava insistentemente para os próprios pés. Antes que o garoto pudesse perguntar algo, Angelina respondeu prontamente:

—Eguor, eu só gostaria de te pedir duas coisas. A primeira é que você dê uma chance à Satura. Ela não tem culpa do pai que tem. A segunda, é que a gente volte pra escola, já tá ficando tarde.

Após reclamar sobre o primeiro pedido de Angelina, Eguor concordou em voltar para Hogwarts. Contudo, Angelina notou que ele lhe lançava olhares desconfiados.
A menina, então, pegou as flores, olhou para o garoto e os dois seguiram rumo à saída, dem nem ao menos tomar o suco. Para os dois, o dia foi repleto de surpresas, tanto agradáveis como desagradáveis.
Para Angelina, as surpresas desagradáveis estavam apenas começando.

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«<Os passos que o garoto estupefato magricela dava eram quase sem direção e sem rumo, sem força. Eguor estava em algum lugar bastante distante dali. Estava no seu passado obscurecido. Os personagens que fizeram-no de protagonista numa novela bruxa dramática, voltaram com cada frase que lhes dizia na cara que ele num era filho do Vigor. "Que garoto esquisito, se não fosse branco como o pai eu diria que era filho de outro.", "Anjo fênix, tem uma nobreza tão grande. Um coração de ouro. Nem parece ser filho de quem é.", "Sua mãe Eguor, não sabia o que fazer da vida. Era tão maluca que teve você nas situações que estava."

Como fora idiota! Sofrera, mas como sofrera, na mão de um estranho que nunca na vida ganhou seu amor nem lhe ofereceu amor. Eguor queria morrer. Estava sentindo ódio, perdição, confusão, e tantos "ãos" a mais. A única coisa que segurava ele ali. Era o fato de estar do lado da pessoa que amava. Angelina tinha se tornado tudo o que Eguor tinha de mais precioso. Fechou os olhos. Estava passando na porta do Três vassouras, para de repente e olha para a Rua e vê que Satura ainda estava lá. Em relação a ela Eguor sentia mesmo era inveja. Está certo que ouviu mais do que tudo na discussão, mas não ouviu nada de que a mãe dela estivesse morta. Então secretamente ela tinha tudo que o Eguor sempre sonhou. Uma mãe, um pai que lhe dê amor, exemplificando uma família. Estava com raiva daquele jeito meigo que ela lhe dava. E num se arrependeria de jeito nenhum de falar o que tinha falado. Procurou com Angelina um lugar vago para que os dois sentassem. Eguor não reagia a nada. Imagens de sua infância passavam na sua cabeça. O momento que se envenenou, e foi salvo pela lágrima da fênix. O momento que tentou pular do teto da casa e foi salvo por uma das fênixs de seu avô. Como lembrar disso doía. Como ficar imóvel ali o incomodava e estava com certeza incomodando a Angelina. Sentia ódio com uma mescla de todos os sentimentos que já sentiu. Mas seu rosto, sua face era de alguém com bastante rancor e era isso que Eguor era. Se tornara uma pessoa rancorosa e que guardava os sentimentos até que eles o matassem. Respirava periodicamente. A qualquer hora iria desabar em lágrimas ali. Queria um pote para depositar suas lágrimas. Pois estas com toda certeza tinham seu dom. Essas lágrimas eram as culpadas disso tudo? Nunca talvez saberia. Queria chorar ali. mas não queria parecer fraco na frente de Angelina. Estavam todos em silêncio. Eguor por não saber como desabafar a dor que sentia. Por onde começar. Mas Angelina talvez confusa Eguor achou, deu o primeiro passo, vendo que ninguém tocara nos sucos que a mesma pedira Eguor não saberia dizer quando. Ela era tão meiga. Tão cuidadosa com suas palavras. Era inteligente e 100% amável. Eguor realmente estava apaixonado. E como se saísse de uma piscina sem fim, foi quando Eguor ouviu a voz linda de Angelina. Ele voltou seus olhos vermelhos de impedir as lágrimas de caírem e verdes por natureza, para aquela que roubou seu coração. Onde ele não tinha medo de depositar todo seu amor. >»


::#A gente não escolhe ser quem é. A gente simplesmente é. Não estou dizendo que seu pai é inocente, não é isso. Mas ele é assim, perverso, e dificilmente vai mudar. Não acho que você deva voltar lá e pedir desculpas, porque ele não merece pelo que fez à sua mãe. Não importa o que ele diga, Eguor... E eu não acho que ela tenha cometido nenhum erro, o casamento dos dois foi arranjado, foi tudo uma farsa. Você deve ter orgulho dela, pois ela não deixou que você...que você tivesse um pai como aquele! Até eu fico feliz por isso. #::

«<As palavras iniciais, por mais que Eguor já tivessem consciência delas em sua mente perturbada, doeram-lhe na alma. Ficou, a partir deste momento, impossível esconder por trás de seus cílios as lágrimas que queriam se libertar. Estava ferido por dentro. Angelina querendo consolá-lo e ele, com seu jeito maluco e egoísta de ser, não aceitava esta ajuda. Mas ficou impossível esconder aquelas lágrimas quando a garota começou a olhar um pedaço de papel que Eguor nem fez o favor de olhar. »

))Eu tenho um pai!!!! Um pai que me amaria, se talvez me conhecesse. Oh meu Deus do céu!! Ma ajude, me mostre que é este ser. Eu to cansado. Estou cansado de sofre. O que fiz meu deus? O que fiz?((

«<Numa súbita movimentação de corpos por trás de seu semblante, Eguor tomou um pouco de coragem que tinha. sabia que iria falar coisa sem coisa. Mas tinha que falar as lágrimas que embaçaram sua visão por alguns segundos, em milésimos percorreram sua face e caíram na borra da camiseta negra com um desenho de um unicórnio que comprara em Madame Molking dois meses antes. Sem mais demoras falou com uma voz rouca de tanto tempo em silêncio:>»

::#Nunca...Nunca pensei que pudesse fazer alguém sentir tanto ódio de mim do jeito que ele sente. Desde criança ele me maltratava, me deixava num leito de morte se fosse possível. E eu nada fiz para com ele. Eu não tenho culpa se nasci de uma relação fora daquele teatro, que ele ousa chamar de casamento. Não tenho culpa se nasci com a lágrima da fênix. Não tenho culpa de nada. ele não percebe ou não que perceber que eu sou a conseqüência de todas as ações que ele e minha mãe fizeram. Eu e a Satura. Somos s reparos dos erros deles. Seremos sempre...os últimos Earthy, serei talvez o ultimo Phoenix, já que meus tios não adotaram este nome. Num sei porque agi daquele jeito com a Satura. Sinto...ciúme, inveja do jeito que o Vigor chegou e a tratou. Queria do fundo de minha alma que ele fizesse aquilo comigo. Eu também tenho medo de dar uma chance à ela e ver depois que ela é uma pessoa idêntica a ele. Tenho medo. sinto-me inseguro que se por um acaso ele morrer, ela se torne uma inimiga minha...Meu deus isso não é uma vida. Só você Lina que pôde me dar vida. Desde o dia em que lhe vi. Mas isso não vem ao caso agora. O que vem ao caso é que sei que meu passado não é verdadeiro e que vou buscar nem que seja no fim do mundo...Meu verdadeiro pai.#::

«<Seu rosto estava farto e cheio de lágrimas. Todas suas marcas das primeiras espinhas saiam de seu rosto quase que instantaneamente. Eguor estava certo eram as belas lágrimas da fênix. Eram as culpadas da morte de suas mãe. Eram as culpadas por este casamento teatral. Sentia ódio, dor, pena de si mesmo, pena de Satura. O que estava fazendo ali? O que fazia sentado na frente da garota que amava com uma irmã que talvez lhe queria bem? O que fazia ali que não fora procurar nos registros do ano em que sua mãe estudou na escola, e com seus amigos ainda vivos, os nomes...os benditos nomes que lhe dariam uma direção para encontrar seu pai? Ele não fazia esta ultima, porque tinha em sua mente o arquivo, e um nome que poderia ser o nome. Ele tinha na mente o dia do enterro de sua mãe. Que por um motivo desconhecido veio a sua mente em meio a um duelo. >»

::#Lina! Escuta isto! Eu me lembrei nesta semana do enterro da minha mãe. Eu pensei que tinha me lembrado porque simplesmente respondia uma pergunta minha naquele momento, mas não. Ele diz uma pessoa que pode ser meu pai...Escuta como foi.#::

«<Falara isto com uma energia tremenda. Mudara sua face. Estava agora com um passo andado. Estava com uma pista de quem era seu pai. Neste momento que se danasse Satura, Vigor e o resto do mundo. Pois com o consolo de Angelina ele se lembrou...>»

Continua...

Hogsmead - Parte II - O Ódio

~#Capitulo 12#~
 
))Narração e Ação((
#]]Fala dos Personagens[[#
FEITIÇOS
§§/Pensamento\§§
££/off\££

))Satura estava caminhando, quando avista Eguor, seu irmão.
É lógico que o garoto não sabia de nada de seu passado complicado.
Ele não sabe que o seu pai teve uma filha com outra mulher, e essa filha era Satura.
Ela admirava de longe o garoto conversando com Angellina, e sabia q ele nem imaginava qual era o seu passado, e da existência dela.
A garota ficava endecisa se iria ao encontro do irmão, porque tinha medo da reação dele ou de rejeitá-la, e de até pensar que era uma brincadeira.
Daí ela percebeu que Eguor iria se encontrar com o seu pai hoje, pois o mesmo estava vindo se encontrar com Satura, e que talvez pudesse ocorrer a catástrofe inesperada naquele dia, porque a menina pálida, de olhos castanhos e cabelos rosa avermelhado sabia do ódio entre os dois, e que Eguor iria odiar o pai mais ainda, por ter escondido um segredo tão sério como esse.
Daí, ela seguia cada vez mais tensa, com os seus pensamentos confusos, sem saber o que fazer, então ela se sentou numa pedra, e ficou á espera do seu pai.((


§§/Cadê Painho?\§§

))A menina ajeitou sua saia preta enquanto esfregava os dedos em pleno nervosismo, pois hoje ela chegaria em Hogwarts para estudar e morar. Esperava que com isto conquistasse a amizade de Eguor, e talvez outras...((
 
))Satura vira Frodo se aproximando e então se levantou para receber o abraço que seu melhor amigo queria lhe dar. O garoto perguntara como ela estava. E ainda abraçada com Frodo disse:((

#]]Eu estou ótima. E você? Olha num fica olhando muito pra ele não, porque o meu pai tá já chegando e se ver a gente olhando, pode me dar uma bronca. Como você sabe, o Eguor não sabe de nada. E se ver, Painho com quase toda certeza vai saber. [[#

))Se separaram do demorado abraço, pois de longe já dava para ver o corpo escuro, com aquela névoa de terror de Vigor Earthy Phoenix, pai de Satura e Eguor...((
 
-----------------------------------------------------------
 
§§§§ § §§§§§ @ §§§§§ § §§§§
«<Narração e Ação>»
::#Fala dos Personagens#::
-Falas do Vigor
FEITIÇOS
))Pensamento((
off"off"off
§§ §§§§§§ §§@§§§ §§§§§§ §

«<Eguor estava gelando por mais que fizesse um certo mormáço naquele dia. Ele estava quase correndo dalí não sabia o que Angelina diria e faria. Eguor olhava para ela com as lágrimas no olho que ainda não cairam. A menina sentou-se na calçada e pediu pro garoto fazer o mesmo. Eguor sentou e baixou a cabeça e Angelina pegou em suas mãos mais pálidas que nunca e proferiu palavras que o alíviaram. >»

))Ela é demais. Mesmo assim num me magoa!!((

«<Eguor permaneceu de cabisbaixa até que um erto momento levantou os olhos e a garota disse que não poderia ser sua namorada. Ele pensou em imédiatamente dizer "Porque?", mas resolveu continuar calado e abaixar os olhos novamente. a doce e linda garota novamente levantou seu rosto e disse docemente com aquela voz de musica clássica, que não se afastaria dele com aquele jeito brincalhão dela que Eguor conhecia a tão pouco tempo. A menina se aproximou dele e cochichou ao seu ouvido que sentia-se segura com ele. Isso o deixou feliz, e o fato da menina falar ao seu ouvido fez Eguor se arrepiar por inteiro. Era sua parte mais sensível e a voz e a quintura do corpo de Angelina próximos a ela dispertavam em Eguor algo que ele nunca imaginou sentir: Paixão, amor, ternura, amizade, compreensão e tudo que ele não mais conhecia.>»

::#Você é perfeita Angelina, Perfeita...#::

«<Disse Eguor sem pensar duas vezes. A menina ficara de cabeça baixa e aparentemente sem saber o que dizer. O que deixava ela mais linda e mais humana. Eguor estava apaixonado e não tinha nada nesse mundo que o fizesse sentir outro sentimento neste momento. Alguns minutos em silêncio e uma situação terrível em que os pensamentos fugiam de sua mente. Eguor tentou se levantar mais Angelina novamente falara. A menina então proferira de maneira linda que Eguor tinha esperança ainda. Ela se levantou e lhe ofereceu a mão. Eguor segurou firme e as lágrimas dos seus olhos finalmente caíram. Os dois de pé, Angelina pedira para continuarem o percurso. Eguor todo feliz disse que sim mas quando olhou para o caminho oposto para o qual ele seguiria ele viu a ultima imagem que ele quis ver. Seu pai, Vigor Earthy Phoenix. O homem que matara sua mãe e talvez tivera muitas outras mortes nas costas estava vindo numa névoa de escuridão. O homem que transformou seu melhor amigo em esquilo estava se aproximando. Yuri ao ver ele pulou do ombro da senhora que manteve uma conversa frurtifera com ele e foi até Eguor se escondendo no bolso do garoto.>»

::#Angelina...Aquele, aquele é o meu pai!!!#::

«<Eguor parara no tempo e só ficara olhando para o homem tenebroso. Que graças a Deus nada tinha em comum com o garoto. Senã a cor da pele mas isso era porque os dois não saiam muito ao dia e ficaram com a pele branca mesmo, mas com certos tons diferentes. Eguor ficou parado junto a Angelina vendo ele se aproximar de uma garota de cabelos rosa avermelhados e um garoto baixo e de aparêcia dócil. Eguor viu que Vigor beijou a menina e a tratou com carinho coisa que nunca fizera com ele. Eguor sentiu ódio do pai. Quer dizer que agora ele era um pedófilo...>»

::#Angelina...Se você quiser vir venha, mas eu vou falar com o demônio em pessoa...#::

«<Eguor olhou por alguns segundos Angelina que parecia indecisa. Pelo pouco que Eguor falara do Pai dava pra perceber que ele era o pior pesadelo do mundo.>»

::#Eu fui...#::

«<Eguor saiu em disparada sendo seguido por Angelina e chegando perto daqueles tres semblantes que nem notaram sua vinda e disse colocando a mão no bolso emque depisitara a varinha:>»

::#Se afaste deles Vigor!! Seu pedófilo. Não tem vergonha de se enxirir para uma garota talvez mais nova que eu!!!#::

-Ora, ora, ora. Se não é Phoenix, meu querido filho odiado. AHAHAHAHAHAH. Cale a boca se não sabe do que está falando seu enxirido de uma figa!. Sabe como eu odeio enxiridos. Fique com o exemplo de sua mãe.

«<Eguor odiava quando o maldito do seu pai ousava comentar a sua mãe seja o que fosse.>»

::#Não ouse falar de minha mãe. Você não tem essa virtude seu assassino!!#::

-Ah! Se sou assassino porque não tenta provar?

«<Eguor não odia comentar que tinha em suas mão Yuri uma das maiores provas e testemunhas que ele já conseguira então decidiu ficar calado.>»

::#Saiba que esta é minha meta de vida depois de vingar a morte de minha mãe seu maldito! Saiba que isto não será dificil depois de seu ataque na casa dos Walkers#::

KKKKKKKKKKK!!!! Daqueles medrosos!!! Faça me um favor... Ah não sei se você sabe, mas seu amiguinho Yuri deve agora estar comendo Nozes e damascos. Não sei quem foi que o transformou em um esquilo. KKKKKKkkkkk!!!!!

«<A gargalhada de Vigor eixou eguor com tanto ódio que fez o garoto puxar a varinha. Os que estavam ao seu redor, Angelina e a menina de cabelos avermelhados e o garoto se afastaram e no mesmo momento Vigor mudou sua face. Enquanto Eguor apontava a varinha para sua cara.>»

-Eu já lhe disse para nunca fazer isto ou você fará compania a sua mãe no céu dos idiotas!!!!

::#Não tenho medo de você! Pra que ter medo se o destino é a morte. E se eu morrer lutando com você vai ser a morte mais honrosa que eu poderei ter.#::

-Quer dizer que agora tah dando uma de atrevido né? É bom ver isto é bom ver que meu inimigo está crescendo em você! È bom ver que você me odeia tanto que tem corajem necessária para me matar é bom ver que tem um sentimento maligno em você Eguor.

«<Nunca sentira tanta raiva deste jeito. Queria ser forte queria fazer algo para destroir e rasgar a face deste demônio em forma de gente.>»

::#Quem são eles? E o que você está fazendo aqui?#::

-Olhe aqui! não é porque você aprenderu alguns truquezinhos que vai me dar ordem. Posso te matar aqui mesmo e ninguém vai perceber. E esta é a sua irmã Satura Earthy Crow. E este outro é...sei la´quem é este.

«<Eguor ficou confuso. Completamente confuso. Tinha uma irmã? E nem sabia disso. Queria explicações. Teria explicações.>»

::#Como assim minha irmã. Eu sou filho único.#::

-Exatamente! Mas existe uma parte da sua própria história Eguor que você não conhece. Você só conheceu o lado da História Phoenix se esquecendo da parte dos Earthy.

«<Está certo que tudo que Vigor dissera era verdade. Nunca quis saber o lado sombrio da sua história mas nestas circunstancias... Abaixou a varinha olhou para Angelina, para Satura e para o garotoe novamente olhou para seu pai.>»

::#Vamos diga logo. Desembucha!!!#::

Se prepare pois a história é longa e vai durar uma certa média de tempo...

Antes de me casar com sua mãe, um vidente mutio poderoso leu minha mão e disse que eu deveria destruir a dinastia Phoenix e seu bobo dom da lágrima da fênix ou toda família Earthy se dessiparia. Eu e meu pai fizemos tudo para me casar com sua mãe e depois de roubos contra seu avô imbecil, nós conseguimos. Demorou para sua mãe se entregar para mim. Tinha uma paixão antiga por algum amigo da escola e eu já estava perdendo a paciencia. Fiz uma magia divinatória antiga em que eu passaria todos os meus genes destruindo os da sua mãe com o NOSSO, EXCLUSIAMENTE NOSSO primogênito. Mas ela me traiu com a sua antiga paixão e daí você germinou nela... Eu finalmente consegui ter sua mãe em meus braços mas não adiantou de nada, a magia falhara. Fui visitar novamente o vidente que disse que sua mãe estava grávida de outro homem e se eu não tivesse um filho, a família Earthy teria um fim naquele momento. Fui à um bar e conheci Sarah Crow e tive ela por uma noite onde surgiu a Satura, é lógico que ela não teria meus genes, pois a magia já se dessipara mas era a minha ultima esperança. Desde então comecei a odiar sua mãe e você que nem nascera ainda. Mas minha fé no vidente não era tanta e ainda tive a esperança de você ter nascido com meus genes,mas depois que você nasceu e salvou aquele maldito elfo da morte com a lágrima da fênix e com o tempo escapou de envenamentos meus, eu vi que você era um Phoenix. Criei então você com todo odio que pude lhe dar e criei a Satura com o pouco de amor que eu tinha. Ufa ! Cansei! Com essa história espero que você tenha concluido que:
1. Eu graças a Deus não sou seu pai!
2. Que sua mãe não é tão santa quanto você pensava.
3. Que Satura é só sua irmã por causa do nome que você não honra ter.
4. Que tem um pai por ai que nem eu nem ninguém sabe quem é.
5. Que eu te odeio e tentei te matar. Ah isso você já sabe!!! HAHAH

E antes que você me pergunte eu não lhe disse isso tudo antes por ter esperança de te matar antes de você chegar a Hogwarts. Mas falhei e como Satura sempre quis estudar e Hogwarts e não pôde continuar na Escola Raldiquileres, da Colômbia tive de transferi-la para cá e apresentá-la a você. Bem vamos se cumprimentem.


«<Eguor nunca sentira tanto ódio de seu pai assim. Tinha um verdadeiro pai que poderia amá-lo e nem sabia. Quantas noites Eguor se martilizava, chorava e até pensava em se matar com nojo do sangue que corria em suas vezes. Estava com uma cara boba e quando Vigor com aquele sorriso sombrio e forçado na cara o tocou no ombro para aproximá-lo de Satura, Eguor pulou longe e disse:>»

::#Se afaste de mim seu monstro!!! Eu tenho nojo de você! Nojo de tudo que vem de você e não espere que eu vá tratar esta...garota como minha irmã que eu não vou seu, seu, seu... Eu te odeio Vigor. Te odeio do findo de minha alma. Nunca, nunca vou te perdoar por isto. Eu te odeio. E ordeno que você Saia da casa da minha mãe e do meu avô seu desgraçado!!#::

-Não se preocupe Eguor. Já saí! Depois que ataquei os Walkers tive de fugir de Londres...Estive viajando e fazendo alguns serviçinhos por ai com alguns amigos. E sabe o que eu acho deste ódio que você sente por mim? Prazer! Pois sei que de você sairá tralvez a única pessoa capaz de me destroir e ter uma luta honrosa comigo. Porque sei que seu ódio nos manterá vivos até o dia decisivo, porque novamente no mundo bruxo...nenhum poderá viver enquanto o outro viver!

«<Eguor notara que ele mencionara "serviçinhos com amigos" e isso significava que ele matara alguém com outros comensais da morte.>»

::#Quem foram as vítimas desta vez em seu monstro?!!!#::

«<O homem na sua frente começara a dar suas gargalhadas horríveis. Eguor olhou para Angelina e com uma cara nervosa e ao mesmo tempo de vergonha pois agora a menina sabia quase sua vida toda deveria estar abismada. Vigor notou a olhada de Eguor para a morena e sorrindo disse:>»

-Bem apresentei meus amigos, que dzer minha filha porque deste garoto ai nem sei de onde ele é! Mas vamos Eguor me diga quem é esta garota linda hein? Se for sua namorada, meu filho, que bom gosto!

::#Deixe de ser ridículo. Monstro. E não é de sua conta quem é ela! Fique com seus conhecidos nojentos que eu fico com os meus.#::

-Deixe de mal-criação! Vamos lá moreninha, com o perdão da expressão, me diga seu nome.

«<Por um tempo a menina ficou calada mas logo pronunciou seu nome. Vigor fizera uma cara de espanto a principio. Depois dera um largo sorriso. Eguor odiava quando o pai fazia isto. Olhara para Angelina que menteve-se quieta depois de falar com o monstro.>»


::#Porque o riso monstro?#::

-Bem eu não sei se é conscidência, mas conheci uns Grynffindor à umas semanas atrás eu acho...Nos divertimos muito juntos. Bem terei de ir agora. Espero que saber sua história por inteiro tenha lha ajudado aberração! Satura querida não irei na escola com você pois não quero atritos com alguns antigos amigos de lá. Se o Eguor quiser lhe ajudar ele lhe levará para a escola. Procure Julliard Fellegond e entregue isto a ele. Se o eguor não lhe ajudar siga alguns alunos que estiverem voltando para a escola. Tenho que ir. Até mais querida. Até mais garoto sem nome. Até mais srt. Grynffindor. Até o nosso próximo encontro Eguor. Até mais...

«<Com um estalar de dedos Vigor Earthy Phoenix desapareceu aos olhos dos garotos. Eguor olhou para Satura com um olhar perverso diferente do que o garoto tinha. Respirou fundo e disse:>»

::#Olhe aqui garota! Se você quiser realmente minha amizade, ou pelo menos meu respeito. Fique na Lufa-Lufa ou Grifinória e prove ser o oposto do Vigor como eu sou...Mas por enquanto por favor longe de mim...Até os corredores ou sabe-se lá onde. Vamos "Lina"!!!#::
 

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Ainda meio confusa quanto ao que estava sentindo naquele momento, Angelina decide continuar o passeio ao lado do amigo. Contudo, poucos passos foram dados. Eguor parou para observar um homem que se aproxima de um garoto e uma garota. Antes que a menina pudesse dizer qualquer coisa, o amigo a informa de que aquele ser que acabara de se aproximar era ninguém menos que se pai.

 
::#Angelina aquele é meu pai#::


—Seu pai?

Angelina sentiu um calafrio percorrer-lhe a espinha. Eguor já havia mencionado seu pai, por isso Angelina sabia que sua presença não indicava boas novas. Eguor mudara sua fisionomia e decidira ir de encontro àquele homem.

—Eguor, não sei se isso é uma boa idéia...

Pelo visto o garoto não concordou. Foi em direção àquele homem que trazia consigo uma aura negra como a noite.

...:::Se ele tá pensando que vai se meter nisso sozinho, ele tá muito enganado:::...

—Espera aí! Eu vou também!

Seu pai estava acompanhado de uma linda menina de cabelos vermelhos. O garoto aproximou-se de seu pai por meio de insultos. Angelina nunca o vira tão descontrolado. Os dois se odiavam e aquilo era nítido. A menina estava muito surpresa com a cena, jamais imaginara que o amigo pudesse agir de tal forma. Mas tudo estava apenas começando... O pai de Eguor tocou no nome de sua mãe, e este mostrou o quão vingativo poderia ser, apontando a varinha para aquele que, neste momento, era seu oponente. Junto aos outros dois, Angelina afastou-se alguns passos. Eguor e seu pai trocavam ameaças.

...::::Pronto, ele enlouqueceu:::...

—Eguor, abaixa essa varinha!

Angelina tentou uma, duas, três, vinte vezes, mas parecia que ele não via mais nada ao seu redor além daquele ser que tanto desprezava, por quem alimentava um ódio profundo. Os dois continuaram a trocar insultos. Tanto Angelina como os outros dois garotos pareciam assustados. Angelina tentava não ouvir a conversa entre pai e filho, mas não pôde deixar de escutar quando Vigor disse que Eguor não era seu filho legítimo e que a menina de cabelos vermelhos era sua irmã, graças ao nome Earthy. Angelina olhou para a garota e disse:

—Uou...

Os dois continuaram trocando ameaças. Angelina, ao notar que Eguor baixara sua varinha, deixou cair o buquê, pegou a sua e escondeu-a nas costas, inconscientemente. Repentinamente, ela nota que os olhares voltam-se para ela. Ela olha para os lados e pergunta a si mesma:

...:::Que é que tá havendo agora?:::...

Vigor estava perguntando se Angelina era namorada de Eguor. Ele não respondeu, então seu pai decidira dirigir-se à menina e perguntar seu nome.

...:::Ai, Eguor, que eu faço?:::..., perguntou a menina em pensamento. Vendo que não tinha alternativa, Angelina respondeu secamente:

—Angelina Gryffindor.

O falso sorriso de Vigor desaparecera e logo tornara-se um sorriso irônico. Ele repetiu seu sobrenome e disse que tinha se divertido com alguns há pouco tempo.

...:::Angelina, não pense nisso, não pense, isso só vai te magoar...:::...

Mas não era mais possível. Angelina associara as palavras de Vigor à doença de seu pai e aos segredos que sua mãe vinha escondendo a certo tempo. Mas não ia comentar nada com o amigo. Pelo menos não por enquanto.
A discussão entre os dois finalmente chegara ao fim. Eguor ainda estava muito nervoso, por isso, dirigiu-se à irmã de forma grosseira e, em seguida, tentou arrastar Angelina dali. A menina, tentando melhorar as coisas, pegou o buquê que deixara cair ao pegar a varinha e deu algumas flores à menina. Em seguida disse:


—Ele vai mudar de idéia, não se preocupe.

Angelina achava que Eguor não podia ter tratado a menina daquela forma. Contudo, sabia o quanto ele estava magoado. Então, pegou uma das mãos do garoto e continuou andando ao seu lado, silenciosamente. Um pouco mais adiante, disse:

—Eu sei que você está nervoso. A gente precisa sentar e conversar, daí você pode falar tudo o que quiser. Se não quiser falar nada, também está tudo bem. Vamos entrar no Três Vassouras. A gente toma alguma coisa e volta pra escola depois. Daí você conversa com a sua irmã. E não me olhe assim!

Eguor não fez uma cara de muita satisfação quando Angelina disse que ele deveria conversar com Satura, mas concordou em entrar no Três Vassouras para se acalmar.
 

Hogsmead - Parte I - O Amor.

~#Capitulo 11#~
 
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«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
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«<Nos dias seguintes da aula de Poções em que Eguor e Angelina realmente se conheceram os dois se encontraram no salão da Lufa-Lufa. Eguor com uma cara de sono terrível e Angelina com seu rosto decisivo e corajoso que era a marca dos Gryffindors. Angelina colocou logo as regras que Eguor deveria seguir para irem a Hogsmead. O garoto tinha de estar na frente do castelo em 20 minutos senão...Eguor voltou para o dormitório masculino. Olhou triste para sua cama que ainda o chamava, mas ele resistiu e foi fazer seus rituais matinais e se arrumar. pegou todos os galeões que seu avô lhe dera. Não sabia o que poderia encontrar em Hogsmead que lhe desse a graça para ser comprado. dEpois de uns 25 minutos Eguor chegou na frente da escola onde uma Angelina impaciente o esperava. os dois se cumprimentaram vergonhosamente e foram para o Vilarejo Bruxo. Eguor e Angelina passaram todo o caminho conversando sobre bobagens como quadribol e aulas e até tocaram no assunto dos ultimos acontecimentos.>»

::#E o que você acha desse cara e tudo que está acon... Olha que lindas!!!#::

«<Eguor estava bem proximo de Angelina quando avistou um buquê de rosas lindo. Ele pegou no braço da garota e à puxou velozmente até chagar na loja.>»

::#Eu quero este aqui, senhora!#::

«< A dona da loja nem os olhara direito. Eguor puxou duas moedas de galeões do bolso e já estava querendo pegar no buquê de lindas lavandas beijoqueiras. A dona do floricultura olhou para os dois. Eguor ainda estava segurando o braço de Angelina e a senhora os olhou com um ar de carinho e disse:>»

::#Que casal mais lindo. E que rapaz mais romantico, comprando flores!!#::

«<Yuri, o esquilo saira do bolso de Eguor e subira até seu ombro com velocidade e murmurou para a velha:>»

::#Concordo plenamente Sra. Eles parecem o casal mais lindo daqui. Não é?.#::

«<Eguor ficou vermelho e nem quis olhar para a cara de Angelina que deveria estar a mil. Eguor pegou e pagou o buquê e sem se mexer direito nem olhar para a garota disse:>»

::#Pra você.#::

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À porta do castelo, Angelina esperou, ansiosa, por Eguor, para que os dois pudessem sair dali. Há muito tempo a garota não apreciava o azul do céu como aquele dia. Saber que o pai se recuperara foi algo que realmente mudou o humor da garota. No fundo, ela sabia que muitas coisas foram mal contadas, mas nada daquilo importava naquele instante. Tudo o que ela queria era sair com aquele que estava se tornando seu melhor amigo.

...:::Cadê ele? Só falta ter mudado de idéia:::...


Eguor demorou um pouco, mas logo apareceu e os dois finalmente saí­ram rumo ao que parecia ser um agradável passeio. No caminho, os dois falaram de tudo, das aulas, dos professores e até mesmo de quadribol. Angelina não conhecia muito bem o esporte e Eguor tentava lhe explicar as regras. Já estavam falando até dos jogadores da escola quando Eguor pára de falar subitamente e arrasta a menina pelo braço para dentro de uma loja.

—Ei, espera aí, pra onde a gente está indo?


Ao entrar na loja, Angelina se deu conta de onde estavam. Era uma loja muito semelhante a uma floricultura de trouxas, mas as flores dali eram ainda mais bonitas do que as que já havia visto. O perfume era muito agradável, lembrava uma tarde de primavera em um grande parque.

—Eguor, o que a gen...


Aparentemente Eguor não ouvira a pergunta da menina. Já estava fazendo o pedido para a vendedora.


...:::O que é que o Eguor vai fazer com um buquê de flores, afinal?:::...

A vendedora finalmente se virou. Olhou para os dois, que estavam praticamente de mãos dadas naquele instante, e disse algo que Angelina não entendeu.

...:::Casal? Do que é que ela tá falando?:::..., pensou a menina, estranhando a reação da vendedora. Angelina percebera que algo saíra do bolso de Eguor e fora parar no ombro da vendedora. Tentou descobrir de que se tratava, mas Eguor, sem olhar para a menina, ofereceu-lhe as flores.
Angelina não sabia o que dizer. Apenas ficou parada alguns instantes, observando Eguor de costas e o olhar singelo da vendedora. Sentindo seu rosto queimar e as mãos mais geladas do que já estiveram em um dia de inverno, a menina pegou as flores, aproximou-se de Eguor e disse em voz baixa:


—A-A-A-A gen-te preci-ci-ci-sa conversar-sar, ma-mas fora daqui.

Angelina pegou braço de Eguor e puxou-o para fora da pequena loja. O garoto permanecia cabisbaixo. A menina parecia séria.

—Eguor, as flores são lindas, obrigada... Mas eu queria entender por que você deixou que a vendedora dissesse aquilo sem dizer nada.


Angelina olhou para o garoto, que ainda não havia lhe respondido.

—Ei, olha pra mim! – disse a menina, levantando delicadamente o rosto de Eguor —Eu não vou ficar brava com o que você disser. Vou ficar se você não disser nada. Nós somos amigos, você está se tornando meu melhor amigo. Sabe que pode me contar qualquer coisa...

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«<Eguor novamente perdera todos os seus sentidos neste ano. Saíra de si. Estava caindo em um buraco sem fim. Deveria estar mais branco que já era. Eguor só sentiu sendo puxado pela mão de Angelina, que estava gaguejando. A garota então se mostrou mais que sua amiga. Tentou compreende-lo neste momento em que ele estava na maior saia justa que podia imaginar-se. Eguor ficou de cabeça baixa e respirava intuitivamente. Com certeza pelo nevorsismo iria ficar falando por horas. Já que tinha a crise das palavras. Não sabia se se declarava ou disfarçava. Mas ele não podia mentir para Angelina. Aqueles olhos verdes que confiavam inteiramente nele não aceitariam de maneira nenhuma uma mentira. Eguor não podia mentir. Então disse toda verdade arriscando sua amizade com sua melhor amiga nos ultimos tempos.>»

::#Bem, e-eu num di-disse nada po-porque...Por que eu gosto de você e realmente gostaria que o que aquela senhora achou fosse verdade. Aí está agora sei que você vai jogar estas flores na mina cara e vai sair daqui e nunca mais vai me olhar na cara. Me desculpe por desáponta-la. Mas se for possivel eu gostaria realmente que você não deixasse essa amizade acabar, porque eu acho que morreria de vez se isto tudo que ocorreu nestes ultimos dias acabasse.#::

«<Eguor Ficou admirando a garota com os olhos cheios de lágrimas. Esperando que a garota o perdoasse neste momento de confissão.>»

---------------------------------------------------------------------------

Do lado de fora da loja de flores, Angelina ouvia atenciosamente as explicações de Eguor. Aquilo estava longe da resposta que a menina esperava ouvir.

...:::Ele gosta de mim??? Isso explica muita coisa:::...

Angelina sentou-se na calçada e pediu ao garoto que fizesse o mesmo. Eguor exitou um pouco, ainda parecia constrangido com tudo o que acontecera, mas sentou-se. Angelina tentou manter-se calma para que assim pudesse acalmar o garoto, segurou suas mãos e começou a falar:

—Eu disse que gostei das flores... –disse ela olhando docemente para o buquê. —Não vou jogá-las na sua cara. O que você fez foi muito doce...

...:::O que é que eu posso dizer agora?:::...


A garota estava confusa. Não sabia exatamente o que sentia naquele momento. A declaração de Eguor a pegou de surpresa. Ela nunca havia parado para pensar que a amizade entre eles poderia se tornar algo mais. Na verdade, ela nunca havia pensado em nada disso com relação a nenhum outro garoto. Não estava chateada, apenas não sabia exatamente o que dizer. Ainda assim, continuou:

—Mas eu não posso ser nada mais que sua amiga agora.


...:::Ai, falei bobagem:::...


Eguor baixou os olhos novamente. Angelina levantou seu rosto mais uma vez. Com um olhar singelo e a voz doce, a menina voltou a falar:

—Agora, o senhor vai levar uma bronca... Que tipo de pessoa você pensa que eu sou, hein? Acha que eu ia me afastar de você porque você disse que gosta de mim? Eu nunca faria isso. Na verdade, ter alguém como você por perto é sempre muito bom e, nessas circunstâncias...

Angelina sentiu um calafrio no estômago acompanhado de fortes batidas em seu coração. Estava começando a ficar nervosa, sem jeito com as palavras. Não sabia exatamente o que dizer, por isso, fez o que seu coração mandou. Com a face ruborizada, a menina aproximou-se do ouvido de Eguor e cochichou:

—... eu me sinto segura com você por perto.

Angelina já estava vermelha. Eguor, aparentemente, sentiu-se mais confiante e voltou seus olhos para os da garota. Agora era ela quem estava cabisbaixa.

....:::Falo, ou não falo? Falo, ou não falo? Falo, ou não falo? Falo! Caramba, nunca imaginei que uma coisa dessas pudesse mexer comigo desse jeito:::...


Angelina exitou. Abriu a boca duas vezes, mas as palavras não saíram. Os dois permaneceram alguns minutos em silêncio. Eguor fez menção de se levantar.

...:::Melhor falar agora. Eu fico com a alma mais leve e talvez ele nem me ouça:::...

—Quan-do-do eu... bom, quando eu disse que não poderia ser sua namorada, eu não quis dizer que não queria... só não posso fazer isso agora...


...:::Bom, já disse, não sei por quê, mas disse. Ai, meu pai, por que eu disse isso?:::...

Ainda meio sem jeito, Angelina levantou-se, pegou seu buquê de flores e ofereceu a mão a Eguor para que ele também pudesse se levantar.

—Vamos continuar? Ainda tem muita coisa por aqui que eu quero ver... , disse a menina, sentindo algo que jamais pensara que pudesse sentir antes.


 

O Novo Professor e a Nova Amizade

 
~#Capitulo 10#~
 
 §§§§ § §§§§§ @ §§§§§ § §§§§
«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
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«<Eguor estava ainda fazendo seus rituais matinais quando olha para o relógio e vê que se não se atrasar ele perderia a primeira aula que seria um pouco bem cedo. Eguor saiu rápido do banheiro se chocando com o Shido que entrara no banheiro no segundo depois dos dois se cumprimentarem e rirem juntos do incidente. Eguor pegou sua bolsa pesada e ajogou nas costas despidindo-se dos que ficaram para trás, colocou comida para o Yuri (esquilo) que se despidira e foi correndo para a saida do dormitório em seguida a do salão comunal. Chagando aos corredores do sub solo e correndo um pouco estava Eguor, deixando voar com o vento pouco que percorria por ali. A escola estava acabando de acordar e ainda estava muito silenciosa e desocupada o que dava a ela um ar de solidão, que era sentido bem por Eguor que tinha uma sensibilidade aguçada. Ainda correndo Eguor chega as escadas das torres e pensa em qual delas seria a sala de feitiços. Esqueceu a dúvida e seguiu uma sonserina que nem queria lembrar do nome de tanta raiva que caminava e com erteza tinha o mesmo rumo que ele já que os dois eram do primeiro ano. Eguor se mantinha bem atrás para evitar atrito entere os dois e com isso nem foi notado pela garota que estava mais preocupada com seu mundinho ambicioso.>»

::#Ai raiva que eu tenho dessa garota!!!#::

«<Chegando à sala de cara Eguor teve uma surpresa. Pensando que iria encontrar os olhos verdes azulados do professor Haven Ricewind, encontro um semblante diferente e pouco visto na escola. O vice-diretor Fellagond. Com passos ligeiramente lentos, Eguor caminhou até uma banca olhando para a cara do professor que o encarou alguns segundo sem nenhum sinal de familiarização. Talvez pelo fato de Eguor o olhar como se estivesse vendo um trestálio. O branquelo sentou-se com certa voluptuosidade e continuou a encarar o professor. Quando a sala se silenciou o professor começou a falar...>»

::#Bom dia!#::

«<Respondera Eguor assim que o professor lhes cumprimentara e começara a dar a aula.>»

))Onde está o Haven? Acho que num vou perguntar não. Esse ai parece ser pior que o Naner!((

«<O professor, Julliard Fellangon citou várias coisas importantes para se lembrar antes de executar pela primeira vez um feitiço. Eguor pegou logo da bolsa seu exemplar do livro de feitiços e o colocou na banca achando que o professor futuramente iria usá-lo já que tinha um certo ar de ética. Sem mais demoras o professor pediu que eles tivessem nas mãos o exemplar. Eguor sorriu para si mesmo, puxando assunto com uma lufana que sentou-se ao seu lado. Mas o papo foi cortado pelo reinício da voz cortante do professor. Eguor fez um aceno de espera para a garota e se voltou para aula. Logo depois uma folha de pergaminho chegou à sua banca assim que o prosfessor murmurou algo esquisito. eguor pegou uma pena que estava em seu bolso e um tinteiro no seu estojo de pele de salamandra. Quando o professor iniciou seu discurso Eguor copiou tudo com velocidade e distreza. Depois de encerrado o assunto ele se viro novamente e começoua chavecar a menina. Que só fazia rir. O professor ovamente ensinou um feitiço muito bom chamado Alohomora que servia para abrir as portas lacradas. Eguor pensou em testar os feitiços mas desistiu ao se lembrar de uma aula passada onde ele utilizou o feitiço expelliarmus em um outro aluno e teve uma detenção. Mas o professor mandou e ele fez. Pegou a pena recém usada e colocou na mesa. Se concetrou e focalizou a pena até só restar ela na sua frente e murmurou bem audivelmente:>»
 
|Wingardium Leviosa|

«<A lufana ao seu lado o aplaudio. Eguor sorriu e olhou ao seu redor, vários sonserinos tiravam onda de sua cara cantarolando aquela musiquinha odiosa "tá namorando! tá namorando!>»

::#Vocês são imbecis!#::

--Sai dessa pocotó! Michel Jackson!--

«<Eguor sentiu uma raiva imensa ao ouvir os sonserinos falarem seus apelidos. Apelidos que eles mesmo criaram. Eguor os observou com um olhar cetralizado e quando iria perder as estribeiras tirando a varinha para enfeitiçá-los e novamente se ferrar em uma aula de feitiços a garota segurou seu braços e fez que não com a cabeça.>»

::#Mas esse idiotas...#::

«<Tentou continuar a frase mas a garota não deixou. O abraçou! Sem motivo nenhum aparente. Ela o abraçou!>»

--É bom saber que você também gosta de mim. Tanto que iria brigar com sonserinos para me defender!--

«<Eguor olhou para ela e disse alto em bom som.>»

::#Espera ai! Primeiro eu não gosto de você da meneira que você está pensando. Eu gosto é da Angelina Grynffindor.#::

«<EguorNão tinha a intenção de fizer isto para que a outra lufana que estava no outro lado da sala cuja a cor da pele o encantara ouvisse. Mas ouviu e junto com ela toda a sala. Eguor ficou vermelho purpura e queis sumir e depois falou mais baixo.>»

::#Segundo, se eu fiz você achar isto quando disse pra você devolver meu coração que você tinha roubado, me desculpe mas esta cantada é mais velha que minha tataravó Dillys que está lá na sala do diretor Dumbledore. Eu só disse isso pra contagiar a conversa. Terceiro, eu só iria lutar com eles por que ele me irritaram me apelidando de Égua pocotó, pela semelhança do nome, Michel Jackson pela minha aparencia que lembra um pouco, tenho que admitir, o cantor trouxa e dentre outros que nem me lembrar mais me lembro.#::

«<Eguor eram bom em fazer discursos e estava um pouco ciente de que talvez machucara a menina mas mesmo assim pegou suas coisas e se levantou.>»

::#Agora, com licença! Tenho uma tarefa pra fazer. Desculpe professor! #::

«<Eguor atravessou a sala toda até achar um lugar vazio. Esquivando o olhar de Angelina e encarando os sonserinos idiotas. No canto esquerdo tinha uma banca perto de Ruby D'Vonn, outra que ele queria distancia, e se sentou sem nem olhar pra cara dela que ria dele sem parar.>»

::#Era só o que me faltava!#::

«<Cochichou ao começar o seu texto. Em menos de sete minutos ele conseguiu terminar todo o texto e entregou ao professor. Voltou para o lugar onde sentara e viu Malton brincando com Yuri. Olhou em seguida para a porta e Viu Angelina Gryffindor na porta indo para a Lufa-Lufa. Pediu a Malton que ficasse com Yui enquanto resolvia um assunto e pôs-se a seguir a menina. Até o Salão da Lufa~Lufa onde a viu pousada num sofá.>»
 
-------------------------------------------------------------------------


Eram quase dez da manhã quando Angelina entrou no salão comunal. Estava desanimada, a aula de feitços não fora como ela esperava e, para piorar, encontrara, no meio de suas coisas, o bilhete da mãe notificando a doença de seu pai.

...:::Odeio quando ela fica assim, misteriosa, acho que aí tem muito mais do que ela quis me falar:::...


Era uma sexta-feira quente, por isso, a menina prendera os longos cabelos e decidira sentar-se em uma cadeira próxima a uma janela, a qual dava para o lago. Aquele era um dos lugares prediletos de Angelina, mas o calor fez com que o local estivesse cheio. A menina não estava em um de seus melhores dias, se estivesse lá fora seria uma má companhia.
Angelina permanecera ali por horas. Às vezes uma ou outra lágrima teimava em escapar de seus grandes olhos azuis. O silêncio pairava sobre o salão comunal até aquele momento. A menina estava distraída, olhando para o nada, quando, repentinamente, sente alguém tocar em seus cabelos.

CABUM

Com o susto, Angelina caíra da cadeira, de costas para o chão. No entanto, agiu com velocidade. Com a varinha em punho, mesmo de cabeça para baixo, ela apontava para a pessoa em suas costas, até que a reconhece. Ainda no chão, mas com a varinha nas mãos, Angelina esbraveja:


—Eguor!!!!!!!!!!!! Quer me matar de susto? Por que é que você entrou tão sorrateiro?
 
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«<Com sorratez, Eguor chegava da aula de feitiços. Que tinha sido um tanto animada quanto aos fatos. O salão estava com um ar de desanimação, sentido pela sensibilidade de Eguor log ao passo que ele entrou. Talvez fosse o calor que fazia, ou fosse uma simples alma desconsolada que estivesse com uma tristesa profunda no coração. E esta mesma fosse capaz de semear no ar do local a sua tristesa. Eguor fechou os olhos e respirou fundo. queria seguir a intuição que tinha. Esta intuição vinda junto com sua poderosa lágrima de fênix era doada pela mesma. Ainda com os olhos fechados, ele sentiu um impulso forte de ir, seguindo bem devagar para não bater em nada, até as janelas. Chegando finalmente ao ser que estava sentindo a tal tristesa e desanimo. Abrindo os olhos lentamente viu que era ninguém menos que Angelina, a garota que estava aos poucos com ações miradas de longe roubando seu coração. Eguor a reparava desde o primeiro dia e a cada passo da garota, ele sentia mais aquele aperto no coração que chegava a doer em sua alma a cada passo distante dele que ela dava. Queria proximidade dela. Queria lhe falar seus segredos, queria ouvir seus segredos. Estava apaixonado, realmente estava apaixonado.>»

«<A garota estava de costas e Eguor foi tão lenamente que ela nem percebeu sua presença. Conmo algo involutário a mão de Eguor subio à altura do pescoço da garota com os lindos cabelos cacheados amarrados pelo calor e tocou no seu pescoço.>»

Cabum

«<Um baque, um movimento rápido, uma varinha na cara de Eguor. Angelina tomara um baita susto e caira da cadeira. com muita velocidade apontara a varinha ainda que caida na cara de Eguor. Logo o reconheceu e deu berros para o garoto perguntando o motivo do silêncio.>»

::#Desculpa!!! Foi sem querer!! Eu te juro que foi sem querer!! Eu só, Eu só...deixa pra lá. Foi sem querer só que...depois com um tempo de explico é uma longa his´toria que vai te cansar e você está triste então deixa pra lá. Vamos falar de você. Você não está bem que eu sei. Não me pergunte como. Bem vamos, me diga o motivo de seu abatimento. Lhe conheço de longe e sei que você não é assim. E a popósito vim pedir desculpas pelo que houve na sala de aula. Eu não sabia como me livrar daquele chiclete e usei seu nome sinto muito.#::

«<O garoto não queria gastar o primeiro momento realmente à sós dos dois falando de si. e sim da garota que lhe dava muita mas muita inspiração>»
 
--------------------------------------------------------------------
 
Eguor parecia muito constrangido com o acidente que causara e com a situação na sala de aula. Angelina, que continuava apontando a varinha para Eguor, ouviu as explicações do garoto.

...:::Por que ele fez isso?:::...


—Não tô triste, não, impressão sua., respondeu a menina em um tom fraco, enquanto se levantava, ajeitava as vestes e a cadeira caída. Mas antes que pudesse dar continuidade, o garoto disse com segurança que ela tinha algo diferente...Angelina parou por um segundo. Olhou para o garoto e imaginou como alguém poderia estar tão seguro sobre o que ela estava sentindo. Há muito tempo ninguém lhe dava tanta segurança.

...:::Acho que já está na hora de confiar em alguém... não posso ficar a vida toda no buraco do texugo:::...

—Eu... bom...

Angelina não sabia como começar a explicar o que tanto a afligia. A melhor maneira era que o amigo visse com os próprios olhos. Sentou-se na cadeira e pegou a mochila que etava no chão. Eguor aproximou-se. O garoto mostrava-se verdadeiramente prestativo, inspirando a confiança que Angelina precisava naquele momento.

—Não se preocupe com o que houve aquela menina é chata mesmo. Olha, leia e veja o que vc acha. – disse a menina entregando a Eguor o último bilhete que recebera de sua mãe.

Enquanto Eguor lia o bilhete, Angelina explicava:


—Recebi um berrador há alguns dias. Ela não queria que entrasse para o clube de duelos, parecia com medo de que alguém pudesse me machucar realmente. Agora isso. Acho que ela tá escondendo alguma coisa... e que essa coisa tá ficando grave...

Os olhos da menina se encheram de lágrimas, mas ela as conteve. A lembrança do pai e a idéia de que algo poderia acontecer a ele a perturbavam muito.

...:::Nossa, foi bom contar a alguém:::...– pensou a garota, um pouco mais aliviada. Ela lembrou que ira para Hogsmead no dia seguinte e perguntou a Eguor se ele queria acompanhá-la. O lufano não hesitou e logo se ofereceu a ir junto com ela. Ela achou esquisita a ação do menino mas logo esqueceu. Lembraram da Aula de Poções que teria logo após este intervalo e foram juntos para a masmorras que eram logo ali do lado... Sem perceber naqula aula enorme e cansativa os dois iniciaram uma amizade imensa...
   

O Aniversário Negro e O Esquilo Falante

~#Capitulo 9#~
 
 §§§§ § §§§§§ @ §§§§§ § §§§§
«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
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«<Um mês depois do ataque...O alvorecer da manhã já encomodara o olhar seco e inchado de lágrimas do garoto magricela e pálido que estava ainda arrumando seus pertences para ir a sua aula. Sempre com o pensamento de que previnir é melhor que remédiar, ele enche a bolsa de coisas sem muita importancia num lugar como Hogwarts mais de segurança aliviadora para Eguor Earthy Phoenix. Havia deixado de andar desengonssadamente, passou a ser mais normal, mas a lembrança do dia que sua mãe morrera vieram à tona no dia de anivesário do fato do fato, muitos anos depois. Eguor tivera uma semana comotiva e cheia de fatos intigrantes. Saíra do dormitório usando um óculos escuro trouxa para esconder as olheiras já que não conhecia um feitiço para reverter isto. Falando em trouxas, a primeira aula de Eguor do dia seria exatamnete sobre eles. Atravessando os corredores do sub.solo da escola com velocidades passados por corredores e escadas sem fim com olhares para maneira esquisita que ele estava se vestindo hoje (o fardamento da escola, óculos trouxas, chapéu também trouxa que fora colocado assim que o garoto chegara ao salão principal, o chapéu mais conhecido como boné escondia todos os cabelos de Eguor só o dexando com uma franjinha sobrecaida nos olhos). Eguor chegara na frente da sala e já tirara o boné, mas continuara com os óculos nos olhos. Ele suspirou fundo e balançou a cabeça agitando o cabelo e fazendo se acentuar perfeitamente com um leve alizado. Entrara na sala e vira já alguns maus elementos que não queria ver. Cumprimentara com sorrsos forçados por causa da tristeza os conhecidos e melhores amigos e se sentara no fundo da sala num canto onde recostou a cabeça na gélida parede e sentiu uma lágrima cair de seus olhos e atravessar cada covinha causada pelas marcas da pubredade recém despertada, e cair em cima de suas vestes.>»

))Oh mãe! Porque fosse tão cedo embora? Porque não lutou com aquele monstro? Porque eu sinto muito sua falta!!!((

«<A aula começara e Eguor rezou para Abby não lhe ver com o óculos e pedir-lhe para retirá-los. A Abby hoje estava meio impaciente (talvez pela semana dela que também foi turbulenta, Eguor sabia) então para não arranjar confusão o garoto retirara os óculos e ficara com a cabeça baixa para ninguém ver seus olhos inchados e com olheras. A aula até que seria legal pelo que Eguor ouvira, mas ele não estava disposti a fazer nada hoje suas lágrimas não queriam arar de cair e ele já estava com medo de que alguém o visse chorando, um sonserino por exemplo!>»

))Fazer esta tarefa vai ser moleza! Já que eu jogo voleyboll lá em casa com o Yuri. Ops! Jogava já que o coitado agora num consegue segurar nem um palito de fósforo direito. Minha mãe que jogava este jogo o vovô dizia. Meus Deus acho que estou enlouquecendo se já não for doido. Estou falando comgo mesmo no meu póprio pensamento assuntos que eu sei de cor e salteado. Sou louco.((

«<Eguor foi o ultimo a receber a folha da professora e nem percebeu que ela se aproximara e lhe oferecia a folha.>»

::#Phoenix! Phoenix!...#::

«<A professora se agaixara um pouco para se aproximar do garoto que mantinha o rosto e a consciencia bem escondidos a ponto de ingonarem tudo que ocorria ao seu redor.>»

::#Eguor meu querido. Sua folha. Nossa por Merlin o que foi isso nos seus olhos?#::

«<O garoto levantara o rosto e mostrara sua face inchada e molhada de lágrimas para a professora sem intenção real.>»

::#Não é nada só uma semana do ano todo que me abala muito, mas muito mesmo.#::

«<A professora ficou intrigada com o jeito do garoto e novamente perguntou algo:>»

::#Quer que eu lhe dispense para poder descansar um pouco mais?#::

«<O garoto tinha este desejo no seu intimo mas preferio ficar e fazer a tarefa só asim poderia tirar da cabeça os pensamento que lhe deixavam deprimido.>»

::#Não é necessário fessora, obrigado mesmo assim. A senhora é como a mãe que me tiraram e eu nem pude aproveitar viu.#::

«<Novamente seus olhos se encheram de lágrimas e mais e mais seu rosto foi se encharcando de lágrimas. Ele não soube ao certo se a professora se comovera ou não já que novamente abaixara a cabeça para se olcutar dos olhares alheios.>»

::#Tenho que agradecer a Deus por ter a Senhora e o Professor Merlim comigo aqui na escola. Saibam eu amo vocês. Não importa o que aconteça, não importa o que digam ou façam, vocês tem um lugar reservadíssimmo no meu coração idiota e chorão. Eu os amo!!!#::

«<A professora passou a mão por seus cabelos e se afastou voltando a falar com os outros alunos com a voz firme e forte como antes. Eguor enchugou as lágrimas dentre os olhos e olhou para o semblante da professora disse antes de começar e fazer sua redação.>»

::#Eu te amo fessora! Te considero minha mãe, já que a minha se foi...#::

«<Eguor termnou as redações e foi entregar a professora após a Karen.>»

::#Tchau Karen, Beijos.#::

«<Eguor olhou novamente para a professora que sorria tristimente ao ver o garoto naquele estado.>»

::#Você está melhor?#::

«<Respirando fundo e com uma vontade de explodir ali e gritar para o mundo todo ouvisse que odiava seu pai que sentia falta de sua mãe e que tinha uma família nova em sua mente boba, uma família não, A família.>»

::#Um pouco... Tchau fessora. Tchau pessoal.#::

«<Pela primeira vez seguindo o exemplo de Karen ele se despidiu da sala. Quem sabe assim ele não conseguia mais amigos? Saiu da sala e foi direto almoçar e se preparar para outra aula.>»
 
«<Após acabar o almoço, o garoto pálido e de cabelos cor de ébano que atende por Eguor foi direto para a sala de Transformaçã que era sua segunda aula do dia. Ele que estava na sua pior semana do ano inteiro estava com os olhos cheios de lágrimas e inchadíssimos. Eguor trajava um boné trouxa e um óculos escuro também trouxa para esconder a gravidade de seu problema e para não chamar atenção. Mas isso com as roupas que ele vestia no momento era impossivel.>»

--Eguoooooooooooooooooooooooooor!!!!!!--

«<Era um lufano um pouco desesperado que trazia na mão Yuri, o esquilo de Eguor. Era Malton, seu melhor amigo que pro ventura ficara com Yuri.>»

::#O que houve?#::

«<Perguntou Eguor pegando o esquilo da mão do garoto. E do nada uma voz conhecida de Eguor mas que ele imaginava nunca mais escutar chegou ao seus ouvidos....>»

--Este idiota aqui ficou abismado ao me ver falar, Eguor.--

«<Yuri, seu amigo transfigurado em esquilo tinha voltado a falar com o mesmo jeito louco de falar. Eguor abismado com o que presenciara não teve demora de soltar o esquilo e se afastar. >»

--Ah não você também não né Eguor!! Você não ver que isto é um bom sina! Eu estou voltando a ser um humano dinovo!!--
 
«<Eguor aregalara com dificuldade os olhos inchados e aos poucos foi se aproximando do esquilo que estava no chão. E disse com a voz trêmula.>»

::#Co-co-como você-cê-cê vol-vo-voltou a falr hein?#::

«<O esquilo que agora o olhava com uma cara de como se o garoto tivesse falado que dois mais dois eram oitenta e cinco.>»

--1º - Eu só não falei antes por estar traumátizado.
2º - Eu estou começando a me transformar em humano dinovo.
3º - Pare de me olhar como se estivesse vendo um unicórnio namorando com uma mula!!!--


«<Eguor mudou sua fisionomia e olhou com raiva para o esquilo. Enquanto Alvo se despedio e entrou na sala.>»

::#Ingnorante como sempre num é Yuri. aprenda a falar com os outros.#::

--É porque num foi você que só comeu nozes e frutas por cinco semanas seguidas, levou nome de porco quando fazia as necessidades no bolso de certas pessoas e...--

«<Eguor enquanto o esquilo falava pegou a varinha no bolso e mirou no esquilo e murmurou:>»

|Silencio|

«<O esquilo tentando falar e nenhuma voz saia da boca dele. Ele foi até Eguor e lhe deu uma dentada no dedo polegar da mão esquerda com um pulo. eguor berrou de dor e segurou o esquilo e novamente o enfeitiçou:>» 

|Petrificus Totalus|
 
«<O esquilo ficou petrificado e Eguor o colocou no bolso e entrou na sala furioso e ainda um pouco triste mas já estava um pouco mais calmo. Eguor sentou-se ao lado de um de seus inimigos o Henzo Hasgaf, afastou um pouco a banca do outro garoto para evitar atritos entre os dois. Eguor não estava para nada hoje e era bom a professora tratar de dar uma aula facinha pois Eguor naum iria ficar trabalhando demais o dia todo não. ainda mais com esta triste dor de cabeça que tinha começado a bater no garoto.>»

))Completou tudo!!!((

::#Só era o que me faltava!!!#::

«<Depois das cumprimentações deu-se início a aula. Com uma zuada ao seu lado de Henzo,um sonserino que smepre implicava com Eguor junto de Ruby e sua galerinha, Eguor estava perdendo a paciencia. Resolveu usar uma técnica ensinada pelo seu avô de concentração onde ele excluia os sons e ruídos que lhe pertubavam. A técnica deu certo, e Eguor fez todos os pedidos da professora que era bastante neutra em tudo que fazia. Por incível que pareça o assunto da aula era concentração e Eguor pensou consigo mesmo um pouco alto.>»

::#Meu Deus acho que vou fazer N.I.E.M.S. para adivinhação!!#::

«<A voz de Yuri novamnete atravessou as barreiras de seus ouvidos...>»

--Você passou a noite toda chorando num foi?--

::#Quer me deixar prestar atenção na aula por favor e sim passei sim. e meus olhos estão inchados sim e se você estiver incomodado me ensine um método de transformação e anulação de olheiras para eu ficar mais apresentável.#::

))Meu Deus nem tirei os óculos e o boné!!!((

«<Com pressa Eguor retirou os adereços trouxas e novamente baixou a cabeça para ninguém o perceber suas olheiras e olhos inchados. Com isso as lembranças vieram a sua mente novamente, mas com poucos danos ao ânimo do garoto que estava nervosíssimo e concentrado. Eguor então como a professora disse começou a se concentrar com a varinha na mesa. E como ela disse ele perdeu o foco das coisas ao redor dela. Eguor sentiu pela primeira vez de verdade afeição pelo e com o jeito da professora ensinar>»

::#Adorei isto.#::

))Pelo meos um jeto de despistar pensamentos inconvenientes!!!((

«<Eguor leu quadro que surgio depois do exercício de concentração e se assustou. Odiava feijõezinhos de todos os sabores
e o por se não fizesse o feitiço direito iria se ferrar.>»


::#Não professora!!!! Isso não!!!#::

«<A professora Morganna virou-se para ele e disse:>»

--Isso sim Sr. Phoenix--

«<A professora voltou a sua aula da mesma maneira que tinha saído do raciocínio e continuou dando os movimentos e a fórmula-feitiço necessário para um feitiço que ao menos seja apresentável. Eguor pegou sua caixinha e retirou um feijãozinho amarelo mostarda dela.>»

::#Que a Nossa Senhora Protetora dos Bruxos Traumatizados, me protega nesta hora.#::

«<Eguor colocou o feijão no no centro da mesa da banca e se concentrou em chocolate.>»

|Sapore Accolate|

«<Com certo temor e nojo, Eguor pôs o feijão na boca e mastigou. O feijãozinho estava com gosto de vômito de chocolate. Eguor cuspiu de vez e sem demora. E nem percebeu que a esta altura já mostrara suas olheiras e olhos inchados. Pegou mais um e novamente foi amarelo, mas um amarelo transparente que o deixou realmente intrigado.>»

::#Minha Mãe que está no céu!!#::

«<Ele apontou a varinha novamente e utilizou o mesmo feitiço:>»
|Sapore Accolate|

::#Yuri já que você está falando de novo, tagarela, come isto e me diz do que tem gosto. #::

«<O esquilo que mantinha só a cabeça fora do bolso do garoto saiu e ficou ao colo do garoto dizendo...>»

--Vem cá triste, você me acha com cara de cobaia é?--

::#Como você adivinhou?#::

«<Respondeu Eguor rindo do esquilo.>»

::#Ou você come este feijãozinho ou não toma café hoje à noite.#::

«<Completou vendo que o esquilo já iria vir com outras acusações. Com estas palavras proferidas o esquilo parou pegou o feijãozinho e comeu. Demorou um pouco a responder e por final disse:>»

--Que delícia tem gosto de chocolate!!!--

«<Eguor abriu um sorriso enorme e deu um carinho no esquilo de agradeçimento.>»

::#Yuri a gente nunca brigou tanto em um dia só e você sabe disso. Me desculpa fiquei só assustado pensei que você tinha ficado totalmente mudo. Sem falar que estou numa semana péssima. Hoje é o anivesário da morte da minha mãe e você sabe disso. Então desculpa vai?#::

«<O esquilo o olhou de esgueira por alguns segundos com olhar 43 e por fim novamente deu um salto no garoto se esfregando em seu cangote.>»

--É lógico que te perdou louco!!! Também estrapolei com as palavras.--

::#Pelo menos algo feliz ocorreu hoje né. Agora volte pra o bolso que eu vou fazer a redação dos piores sabores.#::
 
«<Eguor ficou contente de voltar a falar com Yuri...Terminou sua tarefa e entregou-a e foi-se para a proxima aula.>»
 
«<Eguor saíra da sala de transformação já com outro astral. Tivera uma manhã terrível e agora tinha que enfrentar uma aula de Herbologia. Ele já tinha retirado seus apetrechos trouxas (boné e óculos escuros) com os quais escondera, as olheiras e os olhos inchados de tanto chorar já que fazia 8 anos que sua mãe morrera. finalmente depois do almoço ele já se poderia dizer bem melhor e mais calmo. >»

::#Agora como castigo vem o Spinet!!#::


«<Falara ao sair do castelo e ir em direção à estufa numéro 1 onde seria a aula de Herbologia. De repente aquela voz cortante e um tanto fria que pela manhã já causara muitos problemas novamente lhe chamava atenção.>»

--Oh Eguor! Porque você não gosta do Spinet? Para mim ele até que é muito legal.--


«<Era Yuri Walker o esquilo de Eguor, que na verdade era um garoto transfigurado em esquilo pelo pai de Eguor. nesta manha ele tinha voltado a falar depois de cinco meses calado por trauma do feitiço.>»

::#Não sei Yuri. Eu acredito em reencarnação e acho que ele me fez algo muito ruim na nossa vida passada. Ou talvez o contrário. Não sei.#::

«<O esquilo sentira necessidade de perguntar a dúvoda que agora lhe aparecera no ínfimo cérebro.>»


--Então quer dizer que vai surgir outro Voldmort e outro Dumbledore?--


«<Eguor dera uma sorriso pelo canto da boca e respirou fundo para responder ao mesmo tempo que alisava os cabelos para deixar amostra os olhos inchados verdes que davam ao garoto um ar de dopado.>»

::#Não yuyu, Eles tem um lugar especial para cada um. O Dumbledore pelo que sei deve estar em um lugar mais evoluido que esta terra de caniceiros. Enquanto o Voldmorte está num lugar bem parecido com o infervo que o cristianismo trouxa prega, entendeu?#::

«<Com um aceno da cabeça do pequeno roedor Eguor entrou na estufa com tudo e marcou sua presença derrubando um pote cheio de ervas. Por sorte não quebrou. Eguor o apanhou e se levantou vendo uma aguia linda entrar na sala e se transformar n professor spinet. Eguor não sabia que ele também era um animago, mas talvez isto seja uma coincidência entre todos os professores da escola. Eguor se encostou numa das paredes da estufa e ficou olhando a maneira de se apresentar de Spinet para os alunos. Ele já comecara com tudo. dizendo o assunto e mandando os alunod colocarem as luvas pois novamente iriam tratar da Arion. Eguor retirou com pressa as luvas de couro de dragão da bolsa pesada que trouxera consigo e as vestira.>»

::#Vamos agora pessoal, à mais uma aula chata com um professor insuportável.#::


«<Eguor falara baixinho mais muitos dos alunos que estavam ao seu redor olharam-o feio e viraram a cara.Daí Eguor percebeu que tinha ido longe demais. as aukas de Spinet até que eram legais e ele não era tão insuportável assim. Daí teve uma idéia e pensou alto demais para seu próprio gosto.>»


::#Preciso trocar umas idéias sérias com este professor para eu saber o que tenho contra ele.#::


«<Ficou imaginando ele mesmo chegar na sala de Spinet escancarar a portar e dizer "E ai professor qualé a tua?" Riu sozinho voltando a prestar atenção na aula.>»


«<O professor mandara-os colocar a mão enluvada nas plantas e as luzes das algas se acendiam frenéticamente. Depois de uma explicação ele mandou-os tirar as mãos deixando a sala numa penumbra que Eguor não acho razão de estar fazendo, mas oa unica fonte de luz era a da varinha do professor. Depois o professor ensinou a Fórmula-feitiço para cortar as plantas e inutilizar os métodos de defesa que a substancia Arion provoca em todos que lhe atacam corpo a corpo. Eguor surpirou e olhou fixamente para as algas e as focou como aprendera na aula antecendente a esta e mirara a varinha dele na planta dizendo audívelmente:>»
 
|Corticcon|

«<Um lampejo verde saiu da varinha de Eguor e o mesmo estrondo que a alga de spinet fez a dde Eguor imitou. O garoto se afastou da mesa para pegar um pergaminho na bolsa e uma pena para copiar a tarefa do dia. Eguor sentara-se no chão e começara a fazê-la depois se levantou e foi até o professor e com um olhar um tanto de desafio olhou para o mesmo como se quizesse marcar o encontro que ele planejara em sua mente maluca e atordoada. Foi embora apóz ter entregado a redação e foi pra o salão comunal onde lá deixou yuri nas mãos do HFS que nunca mais tinha sido o mesmo, todos se separaram foram cada um pra seus lados e a unica lembrança que poderia-se ter deles era a do primeiro dia de aula.>»

Os Segredos da Professora Abby

 
~#Capitulo 8#~
 
 §§§§ § §§§§§ @ §§§§§ § §§§§
«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
§§§§ § §§§§§ @ §§§§§ § §§§§

~#6:35#~

«<Eguor não durmira direito ontem à noite se bem que o garoto fora dormir bastante tarde em decorrer dos acontecimentos da noite anterior. Não se titulava um herói por ter encontrado o corpo do agora emfermo Profº Husphet, mas estava muito mais muito contente por ter perambulado pelo castelo a noite anterior e ter a sua curiosidade para com a vida do professor, pois se não fosse isto sabe-se lá o que ocorreria com o professor.>»

))O que será que aconteceu com ele mesmo hein? Como ele está minha nossa senhora do bruxos traumatizados. Obrigado pelo aviso de ontem viu?((

«<Era verdade que o garoto estava sentido algo esquisito ontem antes de encontrar o professor e não sabe, ele se foi pelo susto e preocupação ou utra coisa, mas depois de tudo a agonia que ele estava a sentir se passou. Agora que o garoto se trocara e estava a caminho do Lago onde sempre se podia ter as melhores imformações de tudo que ocorria no castelo ele até se esquecera dos sustos e do inesquecivel encontro com o herdeiro do maior bruxo do mundo, o Sr Dumbledore. Ao chegar nos portões do castelo, Eguor lembrou-se que deixara o pobre do Yuri na gaiola improvisada no seu quarto e continuou a caminhada sem ressentimentos.>»

::#Bixinho do meu fofuchinho!!#::

«<Sem mais demoras Eguor chegou ao lago e se sentou numa pedra às margens do lago e ficou lá pensando no que falarua assim que encontrasse o professor. Pensou tanto que se esqueceu de ouvir as conversas dos outros que eram tão interessantes, mas ao olhar ao redor viu que havia poucos garotos no lago e esperaria um tulmulto maior. E sem motivos nenhum, a sua bela LÁGRIMA DA FÊNIX, que tem o mesmo poder da original que é curar qualquer enfermidade caiu ao seus olhos e percorreu sua face branca como uma gota de chuva percorre uma vidraça...>»
 

[06:53 am]

Era realmente cedo demais na sua opinião, mas há coisas que
não podem esperar muito... Quando saiu de seu quarto, o céu
ainda estava enevoado e escuro. Uma paradinha rápida na cozinha
para matar a fome que a consumia fizeram apenas o céu se
mostrar mais claro e nublado, prometendo uma chuvinha fina
e impertinente pelo resto do dia.

Sabendo onde encontrar quem procurava, ela seguiu para o
tempo aberto e o verde do amplo terreno do Colégio. Não
tardou a avistar Eguor Phoenix sentado a beira do lago.

Sem, exatamente, pressa nenhuma, caminhou até o jovem
aluno lufano que se encontrava sozinho às margens.
Quando chegou perto o bastante, ela o chamou.


- Sr. Phoenix...
- ele a olhou. Tinha uma expressão triste no olhar,
mas Abby não se deixou levar. Contando o que o rapaz achará
não era de se esperar nenhum sorriso.
- Bom dia.

Ela parou perto dele. Esfregou os braços com o intuito
de se esquentar. Não fazia a mínima ideia do que lhe fizera
sair apenas com aquela blusa, sem nenhum agasalho.


- Eu sei o que você viu.... E é importante que não diga
a ninguém. Alias, não é pra dizer a ninguém! Não
queremos problemas, não é?
- disse olhando-o nos olhos.

Sua expressão era séria e não deixava dúvidas de
que aquilo era uma ordem e não um pedido.


- Tudo vai ficar Ok. Não houve nada sério... e continuará
sem haver contanto que você também se porte como
eu espero.Será melhor para todos se isso acontecer...
inclusive pra você.


Não haviam outros alunos por perto, quase não havia
aluno aquela hora, na verdade, e os poucos estavam
bastante entretidos para darem atenção a conversa.

Abby esperou até ver o compreendimento de seu aluno
aparecer em seus olhos e foi então que lhe deu um
pequeno sorriso, levantou e virou-se para partir em
direção ao Castelo outra vez.


- Tenha um bom dia, Eguor.


«<A chegada da Prof. Abby que já fora pressentida pelo garoto lufano, foi de certo aliviadora. Se eram duas pessoas que para o Eguor tinham a alma de verdadeiros pais, essas pessoas eram Abby e Merlim. Uma porque é a diretora de sua casa e leciona as matérias mais legais e tem um jeito maternal que Eguor não pôde disfrutar bem com sua mãe ligítima, já o Merlim é como se fosse seu pai, talvez pela idade um irmão mais velho. O professor pelo minimo de contato que tenham já lhe deu o maior presente que um bruxo adoslescente pode querer: uma firebolt.>»

::#Pode deixar fessora, depois de ontem aquelas imagens só viveram na minha mente como tantas outras. Da minha boca nenhuma palavra sairá a não ser que me seja autorizado.#::

«<Eguor vira que a professora só procurava o melhor para ele e concordou com o pedido da mesma. Por mais que estivesse triste pelos fatos decorrentes ele não poderia se deixar levar pelo instinto fofoqueiro que tinha e sair espalhando a hisória trágica que foi a noite anterior. Ao que a professora se despidiu de Eguor que lhe retribuiu com um leve sorriso no rosto o garoto disse:>»

::#Que a Sra. também tenha um bom dia professora e...A senhora está linda hoje só precisava se agasalhar para não pegar uma gripe.#::

«<O garoto sorriu e virou sua face de volta para o lago que agora era onde ele estava afogando suas mágoas e lembranças terríveis. Pensou que novamente as forças das trevas iriam tiram alguém que ele amasse e isso o impulsionou para realmente lutar contra ela sweja da maneira que for. E na beira do lago, ollhando para as márgens que faziam flutuar as folhas que caíram com a força das brisas da noite, Eguor jurou combater as forças das trevas e vingar a morte de todos os inocentes. Ali naquele instante a fênix viva aumentou sua chama e fez viver a dor de sua lágrima...>»

«<Eguor ficou sentado lá na margem do lago colocando seus pensamentos em organização. Virou-se com uma expressão de lágrimas nos olhos e viu uma das lufanas que queriam ajuda no trebalho de trato de criaturas mágicas do outro lado. Era a morena Angelina Grinffindor. Eguor tinha uma admiração pela cor negra e sentiu uma leve totoação de sinos ao ver a linda menina caminhar pelo lago. Se levantou e agitou como de costume seu cabelo para que ele ficasse assanhado, esfregou a mão pela superficie de sua face e se aproximou da menina. Que estivera lendo jornais mais deu um salto e saiu correndo enquanto Eguor gritava:>»

::#Agelina!!!! Angelinaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!#::

«<E foi seguindo correndo a garota que ao correr tinha o encanto de uma veela. Se perdeu dela mas teriam outro dia para conversar.>»

 


O Ataque ao Professor Merlim Husphet

 
~#Capitulo 7#~
 
 §§§§ § §§§§§ @ §§§§§ § §§§§
«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
§§§§ § §§§§§ @ §§§§§ § §§§§
 
«<Os dois primeiro meses em que Eguor viveu na escola passaram quase despercebidos. Primeiro entrara no HFS mais um membro, Karen Bosschaert, mais uma lufana que se aproximou dos meninos, quanto a Tonks por uma briga que teve com Nymphadora se afastou brucamente do grupo e nem sequer olhava pra ninguém que se auto intitulasse membro do grupo. Eguor conheceu mais professores e começou a ter inimizade com alguns. O primeiro foi Pedro Spinet,professor de adivinhação e herbologia que se irritou com Eguor por saber demais, o menino era um dos mais inteligentes da sala juntamente com Ruby D'Vonn, O segundo era Gary Nane, professor de história da magia, que não gostava de ninguém e ninguém gostava dele, mas o que fez Eguor ficar com raiva dele foi porque ele era vice-diretor da Sonserina, e o primeiro e o mais letal era Siegfrield Slytherin que pelo nome e sangue que corria nas veias era o diretor da sonserina e uma terrivel professor de poções. Eguor se habituou bem a escola nas primeiras semanas mesmo e tomou bastante cuidado já que as frases na carta de Yoshiro sobre alguém superando Voldemorte fizeram finalmnte sentido quando o novo Lorde das trevas atacou um prfantato junto com seus comensais da morte. Eguor não duvidava que Vigor estava contente que alguém estava tomando o lugar de seu antigo mestre até o dia em que a nova marca negra foi vista pela primeira vez. esta nova era o inverso da segnda totalmente por haver um corte no meio do cranio em que a cobra passava, o que significava que o novo lorde não queria viver as sombras de Voldmorte e sim superá-lo. Nymphadora e Malton depois de algumas semanas anunciaram o namoro o que aproximou ainda mais Ule e Eguor, que começaam a se paquerar mais e até a fazer algumas caricias amorosas mas nada além disso. Eguor queria pedi-la em namoro mas não pôde. A menina numa semana seguinte foi transferisda para Beauxbatons, uma escola magica em Paris pois seu pais tinha sido atacado. E por medo a familia dela se mudou. Eguor passou um tempo triste, mas tinha outras preocupações, tarefas a entregar, sua segurança, retransformar Yuri em gente.>»
 
«<O menino estava indo à biblioteca com Yuri fazer um trabalho de Trato de Criaturas magicas que o Professor Yuri Evans passara. Este professor Eguor gostava, era um lufano como o menino, vice-diretor, para ser mais direto, da Lufa-Lufa. Ele juntamente com a professora Abby elogiavam Eguor sempre que o viam por sua inteligência. O incrivel é que sempre eles escolhiam uma hora em que as Dougthers estavam proximas e podiam ouvir. Sempre Ruby e Lindsay faziam sinais obscenos para Eguor e sinais de morte quando o menino as encarava com muita cara de pau. Eguor esta noite em particular sentia uma agonia muito grande. Passou pelos corredores das masmorras e sem querer começou a sentir uma tontura breve. Deveria ter deixado Yuri no salão comunal com Malton que sempre ficava com o bicho nas horas de estudos mas Eguor nunca mais passara um dia sequer com o esquilinho, Até quando foi perguntar a professora de Transfiguração, Morgana Diggory, o menino não levou o esquilo e foi até  bom porque não obteve nenhum resultado com a professora. Chegou a biblioteca e adentrou nela sem cumprimentar ninguém foi até o fundo dela e lá ficou pesquisando tudo que podia encontrar sobre unicórnios bebês. Nem viu o tempo passar, nem viu quando a bibliotecária fehou os protões e não viu seu corpo pequeno na escuridão que ele e Yuri se encontravam. O menino se assustou do nada pensando que ficaria preso ali toda a noite e as horas foram se passando. ele terminou o trabalho toso chei de erros por culpa do nervosismo e começou a andar e tentar gritar por alguém, mas não houve resposta. Até que as Onze horas da noite Madame Millianes voltou na biblioteca e encontrou Eguor triste já com os olhos marejados e um estmago vazio...>»

--Porque não me chamou???--

::#Bem eu estive gritando pelos 40 minutos antes de sua chegada...#::

--Me desculpe filho mas aabe como é né. Estamos em tempos dificeis e eu esqueci um bloco de notas e vim buscar. Sore sua eu ter lhe encontrado...Acho que o monstro do professor Gary está a solta de novo. Vi um volto logo ali perto das masmorras...--

«<Eguor nunca vira o monstro do Professor Gary Naner, mas sabia que era perigoso e que ás vezes ele soltava na escola pra assustar alunos que ficavam até tarde.>»
 
::#Com uma dessas eu vou embora correndo, Boa noite Madame!#::

))Será que vou encontrar este troço?((

«<Eguor sentiu a mesma agonia que lhe abandonara no seu nervosimo lhe arrebatar novamente e se adiantou levando seus caernos e Yuri consigo. Correu um pouco mas no outro corredor andou normalmente com a mão esquerda na varinha caso o monstro realmente estivesse solto ou a bibliotecária estivesse enganada...>»

 
))Que agonia é esta meu Deus? Minha Senhora dos bruxos traumatizados que agonia é esta?((

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.:: 00:25 ::.



Uma calmaria reinava no exterior do castelo, nenhuma folha
se movimentava, o ar parado sem nenhuma brisa mandava
um clima quente para a noite. Todos os alunos já haviam se
acomodado em suas aconchegantes camas enquanto Merlin
acabava de jantar e subia até os seus aposentos para esperar
o diretor da escola que iria até lá para conversar com ele
assuntos extremamentes importantes, por isso a hora tão
avançada da noite, não queriam correr o risco que aluno algum
escutar sequer uma palavra do que iria ser dito naquela reunião.


O jovem professor entra na sala calmamente e muito cansado
da viajem de volta que havia feito, pensando em se banhar
rapidamente e repousar alguns minutos antes que Hadasgast
chegasse.

Despindo rapidamente a capa de viajem e levitando-a até um
cabide de roupas no canto da sala ele já ia se dirigindo até o
banheiro quando lhe vem a cabeça uma tontura forte, havia
algo estranho naquele lugar... O ar falava... Mas não ligou
e continuou meio tonto até o chuveiro, na frente da porta aberta
ele observou um estranho liquido esverdeado, ele realmente
não era muito bom em poções o que lhe fez limpar aquilo o
mais rápido possível.


Quê?! Parece que não estou sozinho aqui! Ah, aquela planta NÃO!


Mais tonto ainda, ele se apoiou na poltrona que estava há alguns
centimetros dele, começando a ver as coisas embaçadas...

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[H: 00:30]

Assistindo toda a cena, uma pequena figura se movimenta no canto da sala. Um vulto ocultado pelas sombras do penumbroso aposento de Merlin sai de seu esconderijo e é banhado pela fraca luz das velas, revelando um ser alto, esguio, que trajava um manto negro que lhe cobria todas as partes de seu corpo.

Caminhando lentamente ao professor, ainda ocupado em tentar resistir aos estranhos sintomas, sacou uma varinha de dentro das vestes. Encarou o jovem de cabelos arroxeados que esboçou tentar reagir contra o intruso, porém sua visão ja havia sido tomada por uma véu escuro, assim como seus sentidos não lhe obedeciam mais... Então o ser ergueu sua arma, encostando-a na têmpora de Merlin, que a esta altura não conseguia mais se mover. O jovem professor só podia observar aquele estranho atacá-lo em plena escola... Não havia como escapar... Iria Morrer? Iria Viver? Perguntas tolas e inúteis naquele momento...

Uma luz se faz e ilumina o rosto determinado, sem medo, de Merlin que encarava a figura... E então... O Silêncio...

O aposento é tomado por um silêncio quase sobrenatural logo que a figura desaparece na escuridão. Um pequeno som pode ser ouvido e do outro extremo da sala, um pequeno felino de olhos esbugalhados e apavorados corre ate o corpo inconsiente de Merlin, como que esperando que o professor se erguesse e lhe fizesse carinho... Porém nada aconteceu... E o Silêncio voltou a reinar...
------------------------------------------------------------------

«<Era noite já e aquele garoto magricela estava atordoado por seus problemas no seu mundinho privado em que as confusões entre pais, filhos, famílias e loucuras entre estes termos estavam em total colapso. Com seus horriveis e já conhecidos passos desengonçados e seu mascote Yuri no bolso, estava Eguor Earthy Phoenix andando sozinho pelos corredores do grandioso castelo. Estava agoniado sem saber por que. Primeiro puxou todos os seus problemas não resolvidos e não teve muito sucesso em encontrar a causa de sua agonia. Em seguida vendo que seus problemas nada tinha a ver com ssua agonia ele foi ver em sua agenda se tinha algum compromisso marcado que esquecera e ficou futucando cada pensamento que talvez lhe causasse esta agonia que o deixava muito mais desengonçado que o normal. Eguor estava andando depressa e com um baque de Yuri do seu bolso até o chão do castelo, ele parou bruscamente para apanhar o esquilo esquisito.>»

::#Yuri, pelo amor de deus num vem me estressar mais do que já estou não! Estou aqui agoniado num sei com o que, começando a ficar confuso por que se eu to agoniado tem que ter um motivo. Então...Plis não caia de novo ou te dexarei no caminho.#::

«<O estranho esquilo o observou meio que assustado, pois a coisa mais difícil era ver o Eguor alterar sua voz moderada e falha. Eguor estava realmente em um estado anormal de sua personalidade. Pegou o esquilo com uma força que nunca era usada, só para afastar os móveis da Casa 12 da Rua das Magnólias, e atirou o bicho no bolso. Com certeza o pobre Yuri sentiu dor, pois deu um guincho alto que o garoto que hoje se sentia frio, confuso e agoniado deixou para lá, nem deu ouvidos e seguiu sua caminhada com passos mais lentos agora. Precavendo para o Yuri nao se dar o luxo de se estabacar no chão novamente.>»

))Oh, minha Nossa senhora dos bruxos traumatizados. Me dê uma luz! Me mostre o motivo dessa agonia. Pelo amor de De..((

«<Eguor tinha certas crendices trouxas. E criara em sua mente uma santa que guardava os bruxos traumatizados como ele. Mas o que fez Eguor para sua oração foi uma porta entre aberta. A porta que ele talvez entraria um dia. E por que não hoje? Era a porta da sala do professor Melim Husphet, que era sem segredo algum o professor que Eguor mais adorava de toda escola. Eguor não queria entrar hoje na sala sentia muito medo em relação ao elo entre ele e o professor. mas escutara alguns ruidos que com uma certeza da mente dele vieram da sala. esta certeza era só um pretexto para que o garoto fosse fuçar a sala do professor e talvez assim começar um diagolo com o mesmo.>»

::#Nem acredito!!!!!!!!#::

«<Eguor andou vagarosamente até a porta entre aberta que deixava uma fresta para o garoto espiar. Com os passos mais normais que já fizera na vida Eguor, que percorrera vários corredores do imenso castelo, chegou ao ponto mais perfeito para ver o que havia dentro da sala. A sala era organizada e muito enfeitada Eguor já estava respirando com muita pressa quando viu no chão cru da sala o corpo desacordado do professor Merlim Husphet. Eguor estremece dos pés a cabeça. Estava inclinado para observar a sala e com o susto que teve caiu sentado ao chão e ficou sem voz só com forças para sussurrar.>»

::#Professor.... Pro-pro-fes-sor...#::
 
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§# Na madrugada fria um homem corria pelo castelo. O Professor que fora
enviado em uma missão muito importante havia finalmente
retornado. Hadagast Dumbledore não podia esperar até o
dia seguinte para saber das notícias e se o sucesso da missão
havia se concretizado. Caminhando rapidamente ele chegou próximo
ao Departamento de DCAT quando notou movimentos estranhos a porta da
sala.


"Será se Merlin andou
recebendo visitas depois que chegou?"


§# Era difícil dizer o que estava acontecendo. Tudo se passou em uma
fracao de segundo. Em um minuto o diretor entrara, vira
seu funcion&aacute;rio e amigo estirado no ch&atilde;o e um aluno
estupefato ao lado, sem saber o que dizer.


- V&aacute; para o seu sal&atilde;o
comunal filho... Mas antes passe no Departamento de Herbologia e
chame o professor Pedro Spinet... Agora...


§# O Professor, sem tempo para analisar o recinto, retirou a varinha do
bolso e conjurou uma maca móvel que flutuava ao lado do corpo.
Em seguida ergueu o professor, colocou-o sobre a mesma e levou-o
rapidamente at&eacute; a ala Hospitalar. Praticamente correndo pelo
castelo, Hadagast preocupava-se cada vez mais com o estado de seu
companheiro, já que o efeito daquilo que o afetara estava
consideravelmente se alastrando.


- Pedro... - Disse ele
quando viu o professor correndo em sua direção.

Vá até a sala do Merlin. O professor foi atacado.....
Procure pistas e me encontre depois na ala hospitalar...
-
Terminando isso o professor saiu em disparada.

---------------------------------------------------------------------------------

Pedro apanhou sua capa e sua varinha ao lado de sua cama, calçou suas botas e saiu correndo em direção ao encontro de Hadagast. Fora acordado por um aluno lufano que batia desesperadamente à porta de seus aposentos com um recado urgente do diretor, que pedia que ele lhe encontrasse nos aposentos de Merlin Hupset. Andando apressado pelos gélidos e escuros corredores de Hogwarts, minutos depois Spinet encontrou Hadagast, que levava Merlim para a ala hospitalar em uma maca:

- Pedro, vá até a sala de Merlin e procure por pistas. Ele foi atacado.- Essas foram as únicas instruções dadas pelo nervoso diretor no séu rápido encontro com Pedro. Consentindo, Pedro retirou a varinha do bolso e em punho rumou direção ao aposento de Merlin.

A porta rangia a medida que Pedro a abria. Um breve arrepio lhe percorreu o corpo à medida que avançava no dormitório. Ascendeu as luzes e ficou abismado. Já havia estado ali diversas vezes e lembrava-se com clareza da organização e da limpeza do dormitório, porém o que estava diante dos seus olhos era o total oposto. Os lençóis da cama estavam revirados, assim como diversos livros estavam jogados no chão:


- O que será isso?- Pedro observava atentamente a pena cinza em suas mãos. Parecia pertencer a um falcão ou águia, mas Merlin não possuia nenhum desses animais em seu dormitório. Levantando, Pedro colocou a pena dentro do bolso direito de sua capa e observou ao redor para tentar ver algum outro detalhe que o possível invasor havia deixado escapar. E estava ali, sobre a escrivaninha, o segundo detalhe: algumas gotas de um viscosso líquido verde. Pedro, não se contendo, tocou o líquido e o esfregou entre seus dedos. Parecia tentar adivinhar do que se tratava o ingrediente da poção, mas em vão.

-Pena, poção, o que mais falta encontrar? Acho que nada. Já revistei o local e não consegui encontrar nada. Deixe-me só colocar esses livros novamente em seu devido lugar.- Com um movimento leve da varinha, os livros levitaram novamente em direção a instante, revelando um pequeno objeto dourado e circular. Pedro se assustou. Olhou para os lados e nada viu. Rapidamente, pegou o objeto, colocou-o no bolso interno de sua capa e rumou em direção à Ala Hospitalar. Ao sair, exclamou:

-Como isto veio parar aqui.

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A Volta de Yuri Walker

~#Capitulo 6#~
 
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«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
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«<Depois que terminou de comer e que falou algo com seus amigos Eguor foi em seu dormitório pra pegar o seu telescópio que tinha esquecido. Foi lá e pediu antes que os amigos fossem indo na frente dele. Na volta do salão comunal Eguor no caminho começou a refletir e no seu pensamento vinham as imagens de Ule, Yuri e Vigor. A primeira porque no dia de hoje tinha tocado no coração do garoto como nenhuma garota antes. O segundo porque sabia que sentia algo mais que a amizade por ele e sentir que estava se apaixonando por outra pessoa lhe amedrontava e a idéia de sentir traindo Yuri que por mais que não lhe redobrasse o amor que sentia por ele o tratava com um jeito muito amoroso.>»
 
«< Tinha um certo apego ao universo e seus componentes tinha também uma admiração e uma devoção profunda pela lua que tinha quase a mesma cor de sua pele. Ele subia as escadas do subsolo calmo e sem nenhuma pressa passou por vários corredores com a imaginação fluindo e os pensamentos se perdendo numa filosofia e seus romances mais profundos. Seus amores, seus desafetos, tudo vinha na sua mente quando ele estava feliz demais ou triste demais. Yuri não tinha dado noticias este mês, sentiu falta das palavras do garoto que para ele era como seu único amor. Sim Eguor pensava ser gay por ter uma admiração, talvez inveja e atração de seu único e verdadeiro amigo que desaparecera do nada. Sentia falta de seu avô e até das más lembranças que guarda de seu pai. Mas ele aida era criança demais e quem sabe os seus sentimentos não se ajeitavam com o tempo e com o amor que ele começava a sentir por Ule. Mas a lebrança de seu pai voltou. O que aquele nojento queria da Vida héin?

::#Eu por mais raiva que sinta dele não posso odiá-lo. Mas as vezes isto é dificil. Porque ele matou minha mãe? Porque ele me odeia? Porque eu odeio ele? Aff.#::

«<Disse baixinho redirecionando seus pensamentos em seu pai e ao entrar no corredor que levava para o Grande Salão voltou para um foco ainda confuso na sua cabeça: Suas nova paixão que no começo se confundiu com amizade. Chegara ao Grande Salão e parara numa das grandiosas e lindas janelas. Esta lhe mostrava a lua em seu mais perfeito angulo e esta lhe dava um banho com sua luz crua e seus brios seguidos de estrelas.>»

::#Lua dos amantes! Eu peço que me ajude à saber o que realmente sinto por Yuri e por Ule. Amo Yuri, mas não sei a gravidade deste amor. Num sei o que sinto por Ule, mas eu acho que ela se assustaria pela nova revelação no começo de nossa amizade. Me ajude...#::

))Tenho que ir para não me atrasar!!!((

«<Saíra da janela e voltara a caminhar até o grande portão que estava aberto para os alunos do primeiro ano. Olhou para o Relógio que marcava 20 e meia da noite. Apressou-se em passar pelo espaço aberto deixado pelo ultimo sonserino que passara. Quando abriu a porta Angel, sua coruja, entrara no Grande Salão e pousara no canto da mesa da Grifinória, agora vazia. Eguor se apressou em chegar a coruja que pelo que ele notara tinha uma caixa e uma carta nas patas.>»

::#Angel isso são horas! Faz tempo que te espero! AAAAi!#::

«<A coruja tinha lhe dado uma bicada pelas broncas que estava levando.>»

::#Isso doeu!!! Tudo bem, tudo bem me desculpe. Bem eu num tenho nada para lhe dar mas vá para o corujal que amanhã eu passo lá para falar com você.#::

«<Pegou a caixa e a carta e deixou a coruja subir pelo seu braço para seu ombro. A caixa então deu uma mexida, mas Eguor não ligou podia ser algum presente esquisito de Yuri. Ele foi embora para fora do castelo e soltou Angel para que a coruja fosse para o corujal e decidiu correr para não se atrasar para a aula. Nem abriu a carta nem o pacote, pois a Aula de astronomia poderia ser importante e decidiu deixar para o ultimo momento. A caixa tornava a se mexer a cada cinco metros que Eguor corria. Mas o garoto não se importava estava curioso para saber quem era o professor e qual era o primeiro assunto. E por mais que a carta que ele reparara não tivesse nenhuma assinatura em relevo e nenhuma coisa que indicasse quem a mandou e qual era o assunto. Não lhe chamava a atenção agora que notara que era o ultimo dos alunos a chegar no corredor da sala de aula. Quando chegou suado e com respiração ofegante a porta da sala o pacote que trazia enlaçado pelo braço pulou e caiu no chão se abrindo e revelando seu conteúdo.>»



::#O que diabos é você?#::

«<Disse Eguor olhando para aquele bichinho feio que parecia um esquilo dos trouxas, mas com um leve acréscimo de olho grandes. O bicho nem deu a mínima para o que Eguor falou e subiu em seu braço dando-lhe um abraço com seus finos braços. Eguor não recusou o abraço adorava este gesto, mas mesmo assim continuou confuso. Porque alguém lhe mandaria um bicho tão feio e ao mesmo tempo fofo? Não demorou para que ele pegasse o bicho que de tão pequeno cabia no seu bolso e enfiou ele por dentro das vestes junto com a carta ainda lacrada e com a resposta da pergunta de Eguor, ele deduziu isso ao mesmo tempo que se perguntou mentalmente.>»

))Quem me mandou este bicho, meu Deus?((

«<Eguor entrara na sala e cumprimentara o professor com um pouco de nevorsismo e todo suado. Passara por dentre as cadeiras dos outros alunos e cumprimentava todos que conhecia. Olhava e esgueira como sempre fazia para seus inimigos e desafetos. E de repente o bicho que estava dentro de suas vestes lhe dera uma dentada grande na sua virilha.>»

::#Aaaaaaaaaai!#::

«<Dera este grito, mas que foi logo abafados por risadas de alguns alunos no outro lado da sala. Eguor se sentou numa cadeira com pressa e delicadamente para não ser descoberto retirou o esquilo esquisito de dentro de sua roupa e começou a cochicha para ele.>»

::#Você é maluco ou o que?#::

«<O professor começara a se apresentar dizendo ser "Thomas Watson" e Eguor se endireitara na cadeira escondendo o ínfimo animal por dentre os dedos. que agora estavam sendo arranhados e mordidos pelo animal. Eguor então achou que ele estava sem ar e deixou uma fresta entre aberta para a respiração do pequeno animal. O professor deu sua introdução e depois deu inicio ao estudo da astronomia dando os pontos de diferença entra astronomia e astrologia. Então o esquilo começou a guinchar no meio da aula fazendo um barulho que estava chamando a atenção de alunos ao redor de Eguor. O garoto pegou a varinha no bolso se abaixou um pouco na cadeira e apontou a varinha para o pequeno bicho que queria por que queria se desprender de seus dedos.>»

|Silencio!!!|

::#Agora vê se fica quieto. Ou te enfeitiço de novo.#::

«<O estranho animal fez que sim com a cabeça e por pura e livre vontade foi até o bolso de Eguor e lá se instalou. Eguor voltou sua atenção novamente para aula e copiou num pergaminho pegado na mochila tudo que para ele seria importante para um teste futuro. O professor então começou a caminhar em sua direção. Eguor achou que ele talvez tenha visto o feitiço executado por ele mesmo e ficou nervoso olhando nos olhos do professor que lhe deu uma paz enorme pelas fronteiras da alma que Eguor tanto admirava nas pessoas (os olhos). O professor passou e retomou a falar das importâncias da aula e passou a tarefa do dia que Eguor com uma certa pressa começou a fazer. O desejo do garoto agora que a aula estava no fim era sair dali e ver o que continha na carta que recebera hoje junto com o esquilo mais esquisito que já vira. Pegara um outro pergaminho, mais tinta, e começou a escrever o que se tinha noção por dentre seus pensamentos entre as duas matérias parecidas mas ao mesmo tempo diferentes. Logo terminara a tarefa e correra desconfiado pela sala fingindo que não escutava os chamados dos amigos. E entregou a tarefa ao professor.>»

::#Posso ir professor?#::

--Seria bom se você esperasse os monitores, mas pela sua aparência é algo sério então...Claro Sr.....Phoenix certo?--

«<O professor tinha se atrapalhado um pouco com seu nome, mas Eguor deu crédito. Era a primeira aula dele e por alguma razão o professor lhe dera uma boa impressão. Sorriu e agradeceu. Olhou para trás e viu que era chamado por Ule, Nymphadora e Tonks, suas melhores amigas. Fez sinal que depois falava com ela, pois estava com pressa e saiu da sala e foi até o fim do corredor. Onde retirou o a pequeno esquilo e retirou a carta lacrada do bolso e a abriu com certa pressa enquanto o pequeno esquilo o olhava e se chegava para próximo dele e o acariciava. Eguor lhe deu carinho e passou a vista pela carta que ele logo reconheceu a letra do irmão de Yuri, O Yoshiro.>»


~#Carta#~

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Caro Eguor,

Venho por meio desta lhe informar os últimos acontecimentos.
Seu pai está maluco de vez e está jurando todos de morte. Nós entramos em conflito com ele. Quando digo "nós" quero dizer todos os Walker. Inclusive o Yuri. Seu avô foi morar com seus tios que agora perceberam a gravidade da situação. Seu pai destruiu nossa casa e matou nossos elfos. Depois disso tentou nos enfeitiçar e amaldiçoou Yuri. Ele transformou Yuri nesta coisa que lhe enviei. Os Hospitais estão tentando descobrir como reverter o feitiço mais isto parece ser impossível. Eu lhe enviei ele para que os dois fiquem protegidos onde estão pois seu pai fugiu e disse que iria a sua procura. Tenha cuidado pois seu pai não está normal o que também não seria um alívio, mas ao saber que tem alguém querendo superar o Lorde das trevas ele se manifestou e está a procura de vitimas idiotas e seus maiores inimigos, ou seja vocês dois. Pelo amor de deus Eguor não dê bandeira nenhuma cuide bem do meu irmão e tente desfazer o feitiço com sua lágrima maravilhosa. Ah ele não atende por Yuri acho que o feitiço destruiu um pouco da memória dele ou o deixou com extinto selvagem. Mais uma vez cuidado nós estamos cuidando de tudo e vamos tentar colocar aurores em busca de seu pai que agora se rebelou de vez.

Cordialmente Yoshiro Walker

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«<Eguor soltou a carta e pegou o esquilinho dando um abraço forte e fazendo o bicho querer se soltar de seus braços que o apertavam. Eguor nem percebeu mas chorava como um bebê no seu reencontro com Yuri. Chorou por ter o pai que tinha. Chorou no infimo ombro de seu melhor amigo. Pegou a carta e foi direto para as escadas onde foi embora para o salão comunal da Lufa-lufa. Karl Evans, o monitor lufano tentou o parar, mas ele disse:>»

::#Estou me sentindo mal, Karl. Daí
o professor me liberou.#::

--
Assim! Então corra logo. E nada de paradas. Ou é melhor você parar na ala hospitalar?--

::#NÃO!!!...Não precisa estou melhor já só preciso dormir um pouco.#::

--O que é isso na sua mão?--

::#Um urso de pelúcia da Ule que ela esqueceu na minha bolsa, mas que não deu para eu entregar a ela.#::

--Bichinho feio viu! Tem gosto para tudo. Boa noite Eguor.--

::#Boa noite Karl e diga a Ule que amanhã eu entrego a ela o urso viu?#:: 

«<Foi embora sem olhar para trás e com um leve peso na consciencia de ter mentido para o Karl. Entrou no Salão comunal da Lufa Lufa depois da correria que teve. Sentou num dos sofás e deixou as lágrimas caírem. Seu ódio por Vigor Earthy Phoenix só fez aumentar. O homem fez a pessoa que ele mais amava no mundo virar um esquilo pavoroso...O que seria do amor agora? Como fariam para fazer Yuri voltar a ser humano se isto fosse possível? Eguor obedeceu a sugestão de Yoshiro e deixou cair tres dotas da lágrima da fênix, que lhe corriam pela face quentes e com seu brilho dourado e por fim cairam na boca de Yuri que nada fez se não dar uns espirros esquisitos e olhar pra ele com uma expressão descontente...Falharam, a lágrima das fênix não suspendia maldições!!!>»

A Sala do Professor Hadagast Dumbledore.

~#Capitulo 5#~
 
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«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
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«<Todos seguiram seu caminho no maior silêncio possivel. Eguor não poderia deixar de ouvir as provocações da sonserina que lhe tiraria a paciencia a qualquer momento. Lindsay parecia-lhe triunfante. Será que ele realmente seria expulso? Será que ele voltaria a ser escravisado por Vigor, seu pai? afastou os pensamentos da mente como sua mãe uma vez a muito tempo lhe ensinara. Tinha de se mostrar corajoso e dono da verdade. Lindsay era veterana e pelo que o monitor da Lufa lhe falou ela sempre conseguia o que queria. Seus amigos o olhavam perplexos e então Uloe se aproximou dele com um gesto carinhoso e disse ao seu ouvido:>»

--Não se preocupe Eguor! Tudo vai se resolver! Mas me diga este lance de HufflePuff First Squadron é verdade mesmo? Você realmente quer fazer um grupo?--

«<Sua atenção se esvaira um minuto, deixou seus pensamentos um tanto afastados demais...Voltou-se ao ouvir o nome que criara quase que instantaneamente e disse com uma certeza quase que dura para a Lufana a sua frente, um "sim" forte e então voltou seu olhar para os monitores que estavam a frente. Malton, Nymphadora, Tonks, Ruby e a outra menina que até agora pelo que Eguor vira ou prestara atenção nada falara a não ser ouvia tudo que era comentado. Finalmente chegaram a uma gárgula enorme e petrificada que deu a Eguor uma impressão de estar sendo espionado por ela. Lindsay foi a frente da estatua falou algo altamnete baixo e então um tremor e a gargula abriu passagem para uma escada escalarte com um tapete purpura ladeada de corremões de ouro, ou algo bastante parecido. Os monitoreds sempre a frente entraram na abertura e subiram a escada sem contestar nada nem sequer olhar pra tras. Eguor liderou seu grupo assim que as tres meninas que Eguor agora considerava nojentas subiram e passaram por uma porta de carvalho bastante antiga. Ao entrar na sala Eguor viu que tudo ali era bastante organizado e co um silencio esperou um homem corpulento porem ainda muito jovem sair das sombras de um armario e cumprimentar a todos com um sorriso.>»

--Ora, ora...Bom dia! Em que posso servi-los meus queridos? Mas sejam breves que terei de sair em...quarenta e cinco minutos.--

--Bem professor, o caso é o seguinte. Um lufano de nome Earthy Phoenix, me agrediu verbalmente em meados do jardim. Ele me chamou de algo parecido como, mil perdões pelas palavras...Loira de farmácia nojenta. Eu me senti indiganada como minhas fiéis amigas que tiveram o prazer de vir de testemunhar.--

--Bem Lindsay, acho que não precisávamos de testemunhas para isto. Por isto vou só ouvir você e o Sr. Phoenix. Bem filho se adiante um pouco e diga-me por quais motivações agrediu verbalmente a Srt. Meserd, uma das maiores estudantes de Hogwarts e a monitora chefe do seu destrito?--

«<Suando, Eguor deu tres passos a frente e respirou o maior ar que pode. Olhou nos olhos do diretor que lhe encarava com uma cara calma e terna. Soltou um suspiro e disse:>»

::#Professor não tenho o que argumentar...sem querer deixei saire uma ofensa a srt. meserd e peço mil desculpas a ela eisto se ela aceitar. Se o senhor preferir irei agora mesmo fazer minhas malas e irei embora hoje mesmo pra casa.#::

--Fazer malas? Voltar pra casa? Porque acha que eu lhe mandaria fazer tais coisas? A Srt. Lindsay tenho certeza que já aceitou seus pedidos de desculpa. E em um primeiro dia de aula não há porque eu madar embora um aluno, principalmente quando estes como muitos aqui terão um belo futuro espero, Eguor.-- 

«<Eguor mirou a face transtornada de Lindsay e da Sonserina Ruby e nem pode deixar de dar um sorrisinho nesta hora que sem querer ele triunfara sobre Lindsay Meserd. A outra menina começou a sorrir para ele discretamente por trás do corpo tremido de raiva de Lindsay. Karl e William se mostravam perplexos com o que tinha acontecido e não pensaram duas vezes em dar alguns tapinhas no ombro de Eguor. Malton e as meninas estava quietos mas se mostravam loucos para soltar um grito e dar pulos de alegria. Eguor agora tinha amigos. O professor então se adiantou em fazer uma magia pra surgir um pratinho cheio de bolinhos e algumas taças de hidromel. Ofereceu a todos e todos pegaram, mas Lindsay e Ruby que não pensavam nem de longe esconder sua raiva ee descontentamento não pegaram e se dirigiram a porta, junto a outra menina qaue até deu um tapinha em Eguor em meio a alegria que depois de se servirem todos faziam moderadamente, depois de se dispidirem. Ao chegar na porta Ruby se voltou pra Eguor e o mirou com ódio nos olhos. Fez um sinal de morte passando sua mão na própria garganta. Eguor sorriu para ela dando um tchauzinho alegre. O diretor olhava pro relógio em cada minuto que se passava. E nestes minutos em que ele oferecera lugar pra eles se sentarem e surpresamente ouvia a versão original da história sendo contada por Malton e as meninas Eguor olhou ao seu redor e viu então a sala onde entrara e com o medo que o tomava nem lhe sobressaltou reparar. Havia milhares de livros, fotografias e quadros se mexendo, alguns atée lhe acenavam o que Eguor achou muito divertido. Havia uma tapeçaria antiga que Eguor achou imensamente lindo. Havia um defeito no garoto, ele adora coisas um tantinho só luxuosas por mais que com a ditadura que seu pai lhe fazia não pudesse aproveitar a riqueza de sua família. Então estranhamente um quadro de uma senhoira velha com roupas de enfermeira lhe chamou. Eguor incredulo perguntou com gesto mudos se era ele ao que a mulher disse que sim. Eguor se aproximou nem percebendo que os outros agora lhe observavam e se cjegou mais perto percebendo que já vira esta mulher em algum lugar de sua infima vida.>»

::#Em que...posso ajuda-la?#::

--Pra começar me diga o porque deixou que esta garota lhe humilhasse? Um Phoenix é nobre e humilde mas não nascer pra ser humilhado...Em segundo lugar saiba que sou sua Tataravó Dillys Derwent! Fui diretora de Hogwarts e umas das principais curandeiras pelo meio do dom que você sabe bem qual é. Em terceiro lugar me diga o porque que deixou seu pai tapar todos os quadros da minha mansão? Faz tempo que não vejo nada a não ser um pano empoerado a minha frente. faz tempo que não vejo ninguém de minha distinta e corrompida família. Corrompida sim depois que o seu maldito pai entrou nela! mas não o culpo culpo o idiota do Estanio, OH Que homenzinho burro!!! Se endividou com aqueles endiabrados e agora sofreu as consequencias...Mas me diga as novidades meu querido neto...é?...Eguor! É um nome dificil de lembras sabe...--

«<Eguor tentava ainda assimilar tudo o que a mulher velha mas corpulenta e de personalidade forte o bastante pra se refletir no corpo dissera. Hadgast de adiantou pra o meio da conversa e eguor agradeceu por isto, ou teria de dizer metade de sua história em frente de seus amigos que ficariam depois disso proximo dele por pena.>»

--Ora Dillys deixe o menino em paz! Talvez com o tempo eu deixe ele vê-la, se ele se comportar bem e você também...--

--Você sabe o que é ficar sem noticias da família? E saber junto a isso que tem um neto, herdeiro do mais puro dom da cura que so...--

--Agora já chega. Cale-se ou eu terei de puxar a cortina de seu quadro como fizeram na Mansão Phoenix!--

«<Eguor agradeceu o que o diretor fez por ele. Não sabia nem porque como mas o professor queria juntamente com ele reservar sua história e a de sua família.>»

::#Obrigado professor. Eu não...#::

--há coisas Eguor que devem ser escondidas para em momentos mais proprícios serem reveladas. Siunto muito o descaso que a Lindsay teve com você. E saiba que ela não llhe deixará em paz agora que você conseguiu o que nenhum aluno fez...se safar de um emboscada armada por ela e que eu não podia repreender. Sei que terei um probleminha com o pai dela,mas isso pode deixar que eu resolvo. Prefiro protejer o filho da minha melhor amiga, Alica. 

«<Era um tanto dificil acreditar que o diretor conhecesse sua mãe. E a considerasse sua melhor amiga...Eguor fez uma cara de dúvida mas o professor lhe sorriu e fez um gesto de preocupação e olhou para o relógio. Disse que teria de ir e se despidiu de todo enviando-os para a proxima aula do dia que Eguor nem se recordava qual era. saiu da Sala do professor num ar de felicidade e viu que Lindsay aguardavao sair de lá num corredor. Ele a encarou e ela retribuiu o olhar com ferocidade e sumiu em algum momento em que Eguor tirou-lhe a vista. Junto com os amigos foi pra sua a aula de Estudos dos trouxas parte dois. Eguor saiu da torre norte, onde se situava a sala do professor, e se dirigiu a torre sul onde pelo caminho ele pode ver pela janela que o sol já estava no poente oeste. Foi para sala onde reencontrou com alegria a professora Abby com sua simplicidade ela tomara o coração do garoto e nela ele podia ver uma mãe. No sala ele dividira o espaço da bancada com Ule e os dois em meio a conversas e agrados carinhoso firmaram uma adimiração e amizade que foi motivo de zoação dos outros membros do HFS(Hufflepuff First Squadron). Os dois ficaram vermelhos, principalmente Eguor com sua pele branca. Ule ficou tão envergonhada que Eguor pra segurar a onda dos outros se afastou um pouco. Mas até que seria bom se os dois namorassem.>»

 ))Mas ela é muito bonita pra mim e faz só dois dias que a conheço...((

 «<Pensou Eguor insatisfeito no momento em que iam todos pra o Grande Salão pra tomar o café e depois se dirigir a ultima aula do dia, astronomia...>»


Primeiro dia - Parte II

~#Capitulo 4#~
 
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«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
[:Off:]
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«<Durante as primeiras horas da manhã até o inico da tarde Eguor ficara na Ala hospitalar com o professor Merlim Husphet. Este mesmo em seu lugar de professor fez questão de almoçar com o garoto e acompanhá;lo até a saa de Estudos dos trouxas onde Eguor conhecera a Professora Abby Katsuragi que era tão legal quanto Merlim. E também reencontrou Malton que estivera preocupado este tempo todo com o menino pensando outras coisas. Eguor explicou tudo que havia transcorrido na Ala hospitalar e comentou o que achara sobre a professora. Sem dúvida Eguor e Malton encontraram seus professores favoritos. A aula dela foi divertida por mais que o assunto fosse um tanto monótono e muitos alunos Sonserinos e Corvianos tivessem faltado pelo preconceit com trouxas. A aula transcorreu bem e Eguor já teria um trabalho a fazer...Isso de certa forma o alegrou. Os dois meninos sairam acompanhados da sala de aula junto com as meninas lufanas: Ule, Nymhadora e Tonks...>»

--Sério Eguor! Se você nos der outro susto deste você nos paga!--

«<Disse Ule no meio das relamações que todos faziam sobre a caida de Eguor. E depois a voz de Tonks aumentou.>»

--É isso mesmo. E Está enganado se tá pensando que é só ter uma crise e cair feito morto e depois se recuperar que vai se safar de nossa vingança se prepare Phoenix!--

«<Tres vultos que passavam na hora do comentário parara ao que um deles fez um movimento com a mão e se aproximaram do grupo de lufanos ao ouvir a conversa dos mesmos. Nymphadora e Tonks que fizeram os ultimos comentários estremeceram ao ouvir a voz que seguiu a a chegada das tres garotas. Lindsay Meserd, Ruby Dvonn e Brittany Lowel.>»

--Phoenix, ou Earthy Phoenix? Pensei que você fosse neto de Shaw Earthy e filho de Vigor Earthy, escória!--

::#E sou. Mas quem é você?#::

--Como assim não sabe quem sou eu...Para seu governo pirralho repugnante sou Lindsay Meserd monitora chefe deste colégio e sou ainda mais que isso: A Lei por estas bandas!!--

«<Eguor percebeu que a menina tinha mesmo um brasão de monitores sobre o peito junto do emblema da casa Corvinal ea um canto o numero 3 que simbolizava que a menina era do Terceiro ano. Eguor a achou muito baixa pra isto mas tinha uma beleza e uma expressão no olhar que a deixava mais alta que o normal e fazia Eguor sentir um pouco de medo. Eguor então reparou nas outras duas meninas. Uma era uma ruiva que vira no começo do dia no jardim de Hogwarts pra aula que ele cancelara. A outra não sabia bem para onde olhava mas nem estava ligando pra conversa. Quando Eguor iria falar algo reparou que as meninas tremias e Malton lhe dava alguns pontapés.>»

--Olhe aqui, você tome bastante cuidado com o que pensa em me dizer... Está rodeado das principais integrantes do grupo Doughters of Power. E nós não exitamos em destruir Lixuanos!--

«<Eguor sentiu uma ira no meio do seu coração que só Vigor seu pai conseguia despertar. Desprezando os pedidos de silencio em forma de mimica que os amigos pediam ele falou sem estremecer para a loira que estava na sua frente, inrometida, chata, arrogante, ignorante... Ninguém falava assim da casa que sua mãe vivera e que ele agora vivia.>»

::#Olhe aqui você pode ser o que quiser mas não é porque pe o que é que pode sair por ai massacrando os outros por ai...Se você está rodeada pela Dougs Funny's saiba que estou rodeado pelo...The Hufflepuff First Squadron! Traduzindo...Primeiro Esquadrão da Lufa-Lufa#::

--Isto é um desafio Lindsay!--

«<Falou finalmente uma das meninas que acompanhavam Lindsay. Esta era uma sonserina e era justamente a que Eguor vira na sala de DCAT. Lindsay começando a se mostrar vitoriaosa olhou para Eguor e comentou maldosamente.>»

--Tem razão Ruby! Acima de tudo que ele ouviu hoje de mim este Lufano cara de merda ainda me desafia...Dizem que foi por isso que sua mãe morreu. Ela desafiou os comensais da Morte!--

::#Cale-se!!!! Não ouse nunca falar de minha mãe sua Nojenta!!!#::

--Nossa! Vejo que feri os sentimentos de um filhinho da mamãe...kkkkk. Que parte do: Eu sou a lei por aqui!!!Você não entendeu héin? Mas agora é tarde. Tenho tudo que preciso pra te tirar deste colégio lufano ridiculo...Vamos me acompanhe a sala do professor Hadagast ele vai adorar saber que aceitou alguém esquentadinho o bastante para desafiar uma autoridade!--

--Pare onde está Lindsay Meserd. Você pode ser até a lei como você diz mas também existem advogados para contraria-la, e se foi um lufano que lhe causou mal deixe que eu e o William cuidamos disso!--

«<Falou Karl Evans, Monitor da Lufa-Lufa. Que fou trazido por Malton sabe-se lá como. Eguor nem notou que o garoto saira. Do lado dele estavam William Potter, também monitor e as meninas tremendo ao lado deste ultimo. Eguor sentiu-se salvo começara a tremer ao ouvir o nome do professor Hadagast, mas apenas do professor Hadagast porque esta loura oxigenada em nada lhe dava mais medo. Karl e William interveram no meio de Eguor e Lindsay que agora o encarava com uma raiva bem notavel. De onde é que teriam vindo esses dois? era esta a pergunta que ela se fazia.>»

--Não se intromentam nos meus assuntos, escórias, sabe muito bem que sou a Monitora Chefe e vocês monitores são subordinados a mim....como todos esses idiotas.--

--Acho que você deixou que o poder lhe subisse a cabeça Lindsay, mas nem podemos reclamar foi criada como uma princesa né...Dona de nu sei quantos lugares do mundo...só podia acabar assim estragada pelo proprio orgulho.-- 

--Nós cuidamos do Eguor daqui, Lindsay. Deixe pra lá que nós cuidamos de tudo.-- 

--Sinto muito dizer isso mas só deixarei este garoto em paz quando o Professor Hadagast souber que ele me tratou como uma...qualquer e até pior.--

--Muito bem conte sua história que eu mesmo terei o prazer de transmiti-la ao diretor.--

--Isso mesmo! Conte sua história e nos dê todos seus detalhes.--

--Se é assim. Estavamos eu e minhas amigas Ruby e Brittany caminhado quado ouvimos um comentário maldoso sobre nossa equipe de treinamento e estudos feito pelo Sr. Earthy. Eu não aguentei e vim tirar satisfações sobre o comentário. E já não gastava ter chamado meu gupo de troços ele ainda teve a ousadia de dizer na minha cara que eu era nojenta. Estão todos aqui de porva. Não só as meninas mas também os amigos dele que tabém ouviram e viram tudo não foi?--

--A quem quer enganar Lindsay? Eu lhe conheço desde que cheguei aqu e sei muito bem que usa sua infuencia para retirar alunos de Hogwarts. Você os provoca até eles lhe dizer alguma palavra dura e daí você os leva ao diretor para serem expulsos por terem desacatado autoridade e ofendido a filha do ministro.--

«<Eguor em silencio ouviu tudo o que eles conversavam e teve então uma idéia. Do nada falou.>»

::#Se ela quer me levar ao diretor que me leve mas eu direi tudo conforme o acontecido e tenho minhas testemunhas também não é pessoal?#::
 
«<Houve um murmúrio arfirmativo e Karl e William fcaram surpresos com a atitude de Eguor. Karl puxou assunto com Lindsay e William o puxou a um canto.>»
 
--Phoenix! O que pretende? SE ela te levar pra lá você certamente será expulso. O diretor pode ser justo mas não é por um grupo de lufanos no seu primeiro dia de aulas, tem provas suficientes para encriminar a filha do ministro da magia que ele fará algo em relação. Lndsay tem muita influencia e pode acabar com você em instantes como fez com mutios! Este é o plano dela e o melhr que você tem a fazer é baixar a cabeça e deixar que nós resolvemos isto!--
 
::#Sinto muito Will, mas num dá não. Num vou baixar a cabeça pra ela nem aqui nem na China.#::
 
--Você deveria estar na Griffinória por sua corajem Eguor!--
 
::#Obrigado mas não pedi sua opinião!#::
 
--Oh me desculpe Lady!!! Acredite sua arrogancia será seu fim se não se unir com gente do seu timre logo!--
 
::#Que seja então, mas sei muito bem pra quem ela está direcionada e isto eu não vou mudar.#::
 
--O que quer dizer com isso?--
 
::#Você sabe muito bem sonserina!#::
 
--Eguor! Venha conosco você será levado ao diretor. Sinto muito amigo tentei de tudo mas a LIndsay não desiste fácil então..Com licença D'Vonn... Ah quer ir? Então vamos todos! #::
 
«<O grupo de dez pessoas então se dirigiu para a sala do diretor...>»

Primeiro dia - Parte I

~#Capitulo 3#~

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«<Narração e Ação>»

::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
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«<No dia seguinte ao baile de abertura Eguor acordou bastante indisposto e um tanto nervoso com o sonho que tivera. Sentiu saudades de ser acordado por Nainf, mas sabia que dentro de meses o veria de novo... Olhou para o relógio que tinha no fim do dormitório masculino e viu que já era tarde. Tinha de se levantar e fazer seus rituais matinais pois de acorodo com o horário que recebera a primeira aula era realmente do Professor Merlim Husphet. Se apressou em se levantar. Tirou o pijama que nem sabia como tinha colocado e ficou  parado imaginando como seria seu primeiro dia. Foi ao banheiro no fim do corredor e lá se arrumou. Tentou conter os cabelos cedososo e negros que tinha e que lhe realçavam o rosto pálido de alguém que fugia do sol. terminou passando água nos cabelos rebeldes e indo-se para o Salão Comunal da Lufa-Lufa. Lá encontrou malton que lhe esperava ansioso.>»

--Eita que a bela adormecida quase que num acorda já ia lá te jogar um balde de água.--

::#Desculpa cara dormi um pouco mais mesmo, foram as cervejas amanteigadas.#::

--Sem, problemas. Agora vamos logo, Ule, Nympha e Tonks já foram..Karl disse que o Merlim Husphet é um otimo professor.--

::#E é mesmo!#::

--Como você sabe?--

::#Ontem eu encontrei ele no corredor e...#::

«<Foram o caminho das Masmorras, onde se situava a Lufa-Lufa, inteiro conversando sobre os porfessores que teriam e as histórias de cada um. Encontraram no Jardim da Escola  as meninas e outros alunos de outras casas. Eguor pela primeira vez se sentiu inseguro de onde estava e o que lhe esperava. Estava Em Hogwarts e nem percebeu isto, com certeza ele teria uma ano turnulento como a Fênix branca falou. Olhava para os lados e via Sonserinos, Corvianos, e Grifinórios lhe espiando. Sentiu uma tontura, uma falta de ar, não resistiu  e caiu duro sem nenhum sentido...>»

::Naquela manhã de segunda feira Merlim Husphet daria sua primeira aula no primeiro ano. Na noite anterior ele mesmo conhecera uma rapazinho bem interessante. "Eguor, filho de Alica...". Ficou pensando nisto o tempo todo e quase não dormiu lembrando de sua amiga.::

::Se arrumou apressadamente e foi embora sem demoras em sua forma de Aguia pela janela do seu quarto. Ele era um animago e tinha total permissão de usar este método com seus alunos vendo. Sobrevoou toda área do jardim e viu um tumulto numa região ali em baixo. Desceu rapidamente para ver o que era. E com uma habilidade incrivel, antes de pusar como aguia se transformara em homem e caira de pé no chão.::

--Saiam da frente gente, Saiam por favor!!!--

::Os alunos sairam da frente e então ele pode ver o corpo caido e apagado do garoto Phoenix que não lhe saia da cabeça. Se adiantou para ele numa correria. Chamou seu nome alto, sacudiu e tentou sentir sua respiração, mas o garoto não se mexia e nem respirava nem seu coração podia-se ouvir bater. Os alunos começaram a se desesperar. Um amigo do menino Phoenix já segurava lágrimas nos olhos. Afinal o que ocorrera com o menino para morrer. Sem querer deixou cair uma lágrima pelo rosto. Era como perder a mãe do garoto novamente. Porque ele sentia esta angustia. Em frações de segundos colocou o menino nos seus braços, ordenou que os alunos ficassem onde estavam e que só o amigo que agora chorava que o seguisse e percorreu todo o percusso do jardim para a Ala hospitalar. Ao chegar lá na Ala hospitalar seguido pelo lufano e com Eguor nos braços ele gritou desesperado.::

--Guineverne, rápido. O garoto está tendo alguma coisa que fez o seu corpo parar de vez.--

--A unica coisa que faz isso é a morte Merlim.--

--Não brinque, Aja!!!! Você! O que ocorreu afinal pra ele ter isto.--

--Eu não sei. Ele estava esperando o senhor chegar ficou meio tonto e caiu.--

--Ele deve sofrer de algum male ou algo parecido. Vamos Guineverne. Diga o que o menino tem!!!--

--Acho que ele sofre de Pressão, Um caso cronico. Acho que posso curar.--

 --Você acha...Um garoto da escola está agindo como morto e você acha que pode salvá-lo. O Hadagast vai ficar sabendo de sua incopetencia!!--

::Durante os minutos que se seguiram ela colocou um liquido na boca do menino e tentou introduzir um pouco de chocolate derretido, mas foi sem sucesso. merlim começou a suar. Fez uma força e tentou usar o pouco de Legilismência que conhecia e tentou chamar seu amigo Hadagast. Em segundos uma coruja negra bateu na janela com tanta força que a abriu.::

--O que Houve? Hora mas é o filho de Vigor, neto de Estanio, descendente de Dillys Derwent.--

--Pouco importa quem ele seja, ele está mal!!--

--Sim importa sim. Ele é filho de Alica e você sabe muito bem que ele tem o Dom das Fênix!--

--Mas de que vale isso agora que o menino está como morto. E se não ajirmos rápido vai continuar morto e morrendo.--

--Vale muito Merlim! Ele não pode morrer por motivos de doença, neste caso ele sempre renasce... O máximo que aconteceu é que ele tenha apagado com algum problema cronico. mas pelo visto já foi muito bem cuidado. parabéns Guineverne.--

::A nova enfermeira olhou com sarcasmo para Merlim que agora se acalmava.::

--Bem agora vou despachar seus alunos já que no nervoso que você está não conseguirá dar uma aula. Até logo. Sim! Fique com o Eguor ai por favor! Guineverne, Morgana precisa de você na ala dela. Vamos filho!--

::Merlim ficou admirando pelos seus cabelos negros o Diretor da escola partir  com o lufano amigo de Eguor. E ficou olhando o menino deitado na cama "quase morto". Mas depois lembrou-se de um dia em que ele, Alica, Hadagast, e Pedro estavam no lago no seu ultimo ano se preparando pra um tipo de teste que foram chamados e do nada Alica teve uma crise igual a de Eguor. Na ocasião ele tivera a mesma reação que a de agora e sorria com sua babaquice. Esqueceu que eles são imortais no que se diz de doença. Eles são a forma humana das fênix os Phoenix. Passou-se quase uma hora inteira pra que o garoto acordasse e lhe fizesse milhares de perguntas. Ele as respondeu com uma voz paternal que o garoto lhe dispertava e dali em diante ele percebeu que tinha uma nova amizade a começar e zelar.::

Expresso Hogwarts

~#Capitulo 2#~

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«<Narração e Ação>»
::#Fala do Personagem#::
))Pensamento((
|Feitiços|
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«<Eguor se despidira do avô e do tio e carregara o grande e pesado malão para dentro do trem que soltava de cinco em cinco segundos um grande bafo para quem quisesse senti-lo. Sem demoras o menino entrou no trem e procurou uma cabine vazia. Sem querer esbarrou em um outro garoto que ficara parado no caminho.>»

--Está cego é meu chapa?--

::#Desculpe eu não tive a intensão de...#::

--Tudo bem. Está procurando um lugar? Sou Malton Linouge e você?--

::#Eguor Phoenix.#::

«<Exitara em dizer o nome do pai. Não queria se sujar com um nome tão podre e nojento como aquele.>»

--Também procuro um lugar mas está impossivel encontar, Vamos procurar juntos?--

«<Fez que sim com a cabeça e seguiu Malton para o fim da locomotiva onde encontraram um lugar vazio onde se acomodaram e começaram a conversar. Malton se mostrava muito informado sobre a escola e dizia que não hesitaria e até fugiria da escola se não entrasse na Lufa-Lufa. Perguntou a Eguor e este respondeu que seu sonho era entrar na Gryffinória por causa do grande Herói Harry Potter. Mas depois disse que também a Lufa-Lufa seria uma boa por honra a sua mãe que frequentara esta casa quando viva e estudante. O papo se prolongou bastante e quando os dois chegaram proximo a escola conheceram outros lufanos mais veteranos: Karl Evans, William Potter e Artemis Collin. Dois desses eram monitores e disseram que seria muito divertido se os dois fizessem parte da Lufa-Lufa. Finalmente chegarm em Hogwarts e foram conduzindos ao chapéu que o seledionou justamente para a Lufa-Lufa. Os tres veteranos o receberam com muita felicidade e cortesia. Malton e Eguor felizes pderam se soltar mais e bricar com as meninas que também foram selecionadas pra a casa deles. Entre elas: Ule, Tonks e Nymphadora. Era incrivel mas as duas ultimas nada tinham em comun só que os pais tinham uma grande admiração pela membro do AD Nymphadora Tonks. Depois do banquete Eguor se foi ao banheiro e se atrasou um pouco. Os outros já tinha ido pra o salão comunal e ele pode fcar a sós e feliz. Pela primeira vez em tantos anos estava sendo feliz, bricava, tinha amigos... Quando dobrou um corredor...Paff esbarrou novamente em alguém. Só que aquele alguém lhe metera medo. Era pelo que soube ghoras antes um professor e diretor da casa da Gryffinória. Merlim Husphet, Não sabia de onde mas este nome lhe era memorável.>»

--Ora meu filho faça o favor de olhar por onde anda!!!--

::#Desculpe pro-professor.#::
 
--Não precisa se preocupar. Qual seu nome e sua Casa? Não faça esta cara é uma noite de comemoração e eu não vou tirar-lhe pontos.--
 
::#Eguor Phoenix.#::
 
--Você é Eguor Earthy Phoenix? Está na Lufa-Lufa certo. Vá direto pra seu salão comunal por favor Sr. Phoenix. Os alunos tem de estar lá pra receber os comunicados.--
 
::#Como o Sr. sabe meu nome completo?#::
 
--Talvez eu tenha um sexto sentido ou algo parecido! rsrsrs Agora vá e não se atrase amanhã para minha primeira aula!--